Imagens obtidas pela TV Tribuna (Foto: Reprodução)
Uma equipe da TV Tribuna, afiliada da Rede Globo na Baixada Santista e no Vale do Ribeira, foi assaltada nesta terça-feira (28) durante uma reportagem ao vivo em Guarujá, no litoral de São Paulo. Nas imagens, é possível ver um homem de bicicleta abordando a equipe e exigindo seus pertences.
A jornalista Tatyana Jorge fazia uma entrevista ao vivo com o diretor de Vigilância em Saúde da cidade, Marco Antônio Chagas, no estacionamento do Paço Municipal de Guarujá, quando um homem de bicicleta, armado, derrubou a câmera do cinegrafista Alfredo Neto e exigiu que as pessoas entregassem seus pertences. Com a queda do equipamento, a transmissão acabou sendo encerrada.
O homem fugiu levando aparelhos celulares, relógios e correntes da equipe e do entrevistado. Até o momento, o suspeito ainda não foi identificado. Ninguém se feriu durante a abordagem.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP) do Estado, a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos e do Guarujá, além do Comando do Batalhão de Policia Militar da região realizam buscas para capturar o assaltante. O delegado titular do Guarujá mandou equipes de investigação levantarem imagens de circuito interno do estacionamento do Paço Municipal.
Nota de repúdio
Em nota, a Regional de Santos, Baixada Santista e Vale do Ribeira do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) afirma lamentar profundamente o assalto sofrido por três integrantes do equipe de jornalismo TV Tribuna, afiliada da Rede Globo, nesta terça-feira, em frente à sede da Prefeitura Municipal de Guarujá.
AUTOR: G1
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quarta-feira, 29 de abril de 2015
ACUSADOS DE FRAUDE RECEBEM HABEAS CORPUS
Em poder de um dos acusados, os policiais federais recolheram veículos como uma Maserati, com valor estimado em R$ 1,2 milhão FOTO: ÉRIKA FONSECA
Os três empresários e o ex-gerente da Caixa Econômica Federal (CEF) que permaneciam presos desde a deflagração da Operação Fidúcia, da Polícia Federal (PF), foram beneficiados com habeas corpus, ontem. Por dois votos a um, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF 5) decidiu que os acusados de chefiar o esquema de fraudes deverão cumprir medidas cautelares e aguardarão o andamento do processo em liberdade assistida.
Os irmãos Ricardo Alves Carneiro, 43 e Diego Pinheiro Carneiro, 27; além de José Hybernon Cysne Neto, 56; e o ex-gerente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal (CEF), Israel Batista Ribeiro Júnior, 43, haviam sido denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) na última sexta-feira (24) e foram beneficiados com habeas corpus ontem.
Hybernon, que foi preso no Rio de Janeiro e é representado pelos advogados criminais Leandro Vasques, Eugênio Vasques e Holanda Segundo, já está em Fortaleza. Ele foi transferido também na última sexta-feira e conduzido à Delegacia de Capturas (Decap), no Centro.
Já o também empresário Fernando Hélio Alves Carneiro, que ainda não foi localizado pela Polícia, permanece foragido. A prisão dele não foi revogada.
O relator do processo, desembargador Rogério Fialho, votou por negar o benefício aos quatro suspeitos. Entretanto, os desembargadores Lázaro Guimarães e Edilson Nobre votaram a favor da concessão.
Ricardo e Diego tiveram a fiança estipulada em R$ 20 mil cada. Já Hybernon e Israel terão de pagar R$ 5 mil. A defesa dos irmãos é representada pelos advogados Flávio Jacinto e Cláudio Queiroz. Caberá ao Juízo da 32ª Vara Federal organizar os procedimentos para o cumprimento das medidas cautelares. Os suspeitos serão liberados com as condições de que não se ausentem da Comarca de Fortaleza sem autorização do juiz, paguem as fianças determinadas e entreguem os passaportes. Além disso, serão monitorados por tornozeleiras eletrônicas. A Justiça Federal também acatou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e agora os quatro denunciados são réus no processo.
O advogado Leandro Vasques, que representa Hybernon Cisne, afirmou que a defesa celebrou "a medida acertada da decisão do TRF5 em devolver a liberdade a Hybernon Cisne" Com relação às medidas cautelares impostas, Vasques salientou que será avaliada a extensão das mesmas para, se for o caso, requerer alguma consideração. "Aplaudimos a decisão do Tribunal, na medida em que confirma a desnecessidade do aprisionamento para a tramitação de um processo. Até porque os crimes que estão sendo estudados, não são crimes hediondos e nem praticados com violência ou grave ameaça à pessoa. Hybernon tem residência fixa e atividade conhecida, sendo exagerada a medida de aprisionamento precoce".
Operação
A Operação Fidúcia, deflagrada na manhã de 24 de março, cumpriu 56 mandados judiciais expedidos pela 32ª Vara da Justiça Federal. Seis empresas são investigadas por suposta participação em desvios entre R$ 20 milhões e R$ 100 milhões através de fraudes em empréstimos no período de um ano e meio.
Durante os trabalhos, os policiais recolheram veículos como uma Maserati, com valor estimado em torno de R$ 1,2 milhão; um Porsche, de aproximadamente R$ 600 mil; além de BMWs e Mercedes e um avião.
AUTOR: DN
Os três empresários e o ex-gerente da Caixa Econômica Federal (CEF) que permaneciam presos desde a deflagração da Operação Fidúcia, da Polícia Federal (PF), foram beneficiados com habeas corpus, ontem. Por dois votos a um, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF 5) decidiu que os acusados de chefiar o esquema de fraudes deverão cumprir medidas cautelares e aguardarão o andamento do processo em liberdade assistida.
Os irmãos Ricardo Alves Carneiro, 43 e Diego Pinheiro Carneiro, 27; além de José Hybernon Cysne Neto, 56; e o ex-gerente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal (CEF), Israel Batista Ribeiro Júnior, 43, haviam sido denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) na última sexta-feira (24) e foram beneficiados com habeas corpus ontem.
Hybernon, que foi preso no Rio de Janeiro e é representado pelos advogados criminais Leandro Vasques, Eugênio Vasques e Holanda Segundo, já está em Fortaleza. Ele foi transferido também na última sexta-feira e conduzido à Delegacia de Capturas (Decap), no Centro.
Já o também empresário Fernando Hélio Alves Carneiro, que ainda não foi localizado pela Polícia, permanece foragido. A prisão dele não foi revogada.
O relator do processo, desembargador Rogério Fialho, votou por negar o benefício aos quatro suspeitos. Entretanto, os desembargadores Lázaro Guimarães e Edilson Nobre votaram a favor da concessão.
Ricardo e Diego tiveram a fiança estipulada em R$ 20 mil cada. Já Hybernon e Israel terão de pagar R$ 5 mil. A defesa dos irmãos é representada pelos advogados Flávio Jacinto e Cláudio Queiroz. Caberá ao Juízo da 32ª Vara Federal organizar os procedimentos para o cumprimento das medidas cautelares. Os suspeitos serão liberados com as condições de que não se ausentem da Comarca de Fortaleza sem autorização do juiz, paguem as fianças determinadas e entreguem os passaportes. Além disso, serão monitorados por tornozeleiras eletrônicas. A Justiça Federal também acatou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e agora os quatro denunciados são réus no processo.
O advogado Leandro Vasques, que representa Hybernon Cisne, afirmou que a defesa celebrou "a medida acertada da decisão do TRF5 em devolver a liberdade a Hybernon Cisne" Com relação às medidas cautelares impostas, Vasques salientou que será avaliada a extensão das mesmas para, se for o caso, requerer alguma consideração. "Aplaudimos a decisão do Tribunal, na medida em que confirma a desnecessidade do aprisionamento para a tramitação de um processo. Até porque os crimes que estão sendo estudados, não são crimes hediondos e nem praticados com violência ou grave ameaça à pessoa. Hybernon tem residência fixa e atividade conhecida, sendo exagerada a medida de aprisionamento precoce".
Operação
A Operação Fidúcia, deflagrada na manhã de 24 de março, cumpriu 56 mandados judiciais expedidos pela 32ª Vara da Justiça Federal. Seis empresas são investigadas por suposta participação em desvios entre R$ 20 milhões e R$ 100 milhões através de fraudes em empréstimos no período de um ano e meio.
Durante os trabalhos, os policiais recolheram veículos como uma Maserati, com valor estimado em torno de R$ 1,2 milhão; um Porsche, de aproximadamente R$ 600 mil; além de BMWs e Mercedes e um avião.
AUTOR: DN
SUBTENENTE E FILHO CHEGAM A FORTALEZA (CE)
O militar voltou para Fortaleza acompanhado do advogado e foi recepcionado pelos pais e amigos; população aplaudiu o subtenente FOTO: ÉRIKA FONSECA
O subtenente do Exército Brasileiro (EB) Francilewdo Bezerra Severino retornou na noite de ontem a Fortaleza. Acompanhado do advogado Walmir Medeiros e de uma irmã, o militar trouxe o filho mais novo, L.B.S., de seis anos, que estava em Recife, com a mãe, Cristiane Renata Coelho. A mulher foi indiciada pela morte do outro filho do casal, Lewdo Ricardo Coelho Severino, de nove anos, e pela tentativa de homicídio do marido.
De acordo com o militar, o reencontro com o filho, que não via desde o dia 10 de novembro, quando a casa onde vivia registrou cenas trágicas, foi repleto de emoção.
"Quando ele me viu, arregalou os olhos, ficou meio assustado, mas veio logo me abraçar. Agora, só quero retomar minha vida, na medida do possível, com meu filho", disse o subtenente do Exército.
Francilewdo foi recepcionado no Aeroporto Internacional Pinto Martins pelos pais, Francisco Severino e Ednar Bezerra Severino, além de amigos e conhecidos da família. Ao caminhar para deixar o saguão do Aeroporto, populares que acompanhavam a movimentação aplaudiram o militar.
Conforme o advogado do subtenente, a mãe de Cristiane se encaminhou ao Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, em Recife, e realizou a entrega da criança. Segundo Medeiros, a mulher teria dito que a suspeita dos crimes estaria disposta a colaborar com a Polícia.
"A avó do menino disse que Cristiane está disposta a se entregar quando for decretada a prisão. Ela não pretende oferecer resistência", disse.
De acordo com advogado do subtenente, já havia um plano montado para o caso da criança não ser localizada. Medeiros disse que a mulher não revelou nada sobre como a filha recebeu a notícia que perdeu a guarda do menino. Segundo ele, a avó se despediu do garoto chorando e abraçou o subtenente.
O advogado Paulo Quezado, que defende Cristiane Coelho, disse que só irá se pronunciar sobre o caso, quando a Justiça se manifestar a respeito de sua cliente. Segundo ele, se o Ministério Público estadual (MPE) denunciar a mulher que está na condição de indiciada ele irá traçar uma estratégia de defesa.
AUTOR: DN
O subtenente do Exército Brasileiro (EB) Francilewdo Bezerra Severino retornou na noite de ontem a Fortaleza. Acompanhado do advogado Walmir Medeiros e de uma irmã, o militar trouxe o filho mais novo, L.B.S., de seis anos, que estava em Recife, com a mãe, Cristiane Renata Coelho. A mulher foi indiciada pela morte do outro filho do casal, Lewdo Ricardo Coelho Severino, de nove anos, e pela tentativa de homicídio do marido.
De acordo com o militar, o reencontro com o filho, que não via desde o dia 10 de novembro, quando a casa onde vivia registrou cenas trágicas, foi repleto de emoção.
"Quando ele me viu, arregalou os olhos, ficou meio assustado, mas veio logo me abraçar. Agora, só quero retomar minha vida, na medida do possível, com meu filho", disse o subtenente do Exército.
Francilewdo foi recepcionado no Aeroporto Internacional Pinto Martins pelos pais, Francisco Severino e Ednar Bezerra Severino, além de amigos e conhecidos da família. Ao caminhar para deixar o saguão do Aeroporto, populares que acompanhavam a movimentação aplaudiram o militar.
Conforme o advogado do subtenente, a mãe de Cristiane se encaminhou ao Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, em Recife, e realizou a entrega da criança. Segundo Medeiros, a mulher teria dito que a suspeita dos crimes estaria disposta a colaborar com a Polícia.
"A avó do menino disse que Cristiane está disposta a se entregar quando for decretada a prisão. Ela não pretende oferecer resistência", disse.
De acordo com advogado do subtenente, já havia um plano montado para o caso da criança não ser localizada. Medeiros disse que a mulher não revelou nada sobre como a filha recebeu a notícia que perdeu a guarda do menino. Segundo ele, a avó se despediu do garoto chorando e abraçou o subtenente.
O advogado Paulo Quezado, que defende Cristiane Coelho, disse que só irá se pronunciar sobre o caso, quando a Justiça se manifestar a respeito de sua cliente. Segundo ele, se o Ministério Público estadual (MPE) denunciar a mulher que está na condição de indiciada ele irá traçar uma estratégia de defesa.
AUTOR: DN
BACHAREL EM DIREITO É PRESO POR TENTAR SUBORNAR POLICIAIS, EM FORTALEZA (CE)
O suspeito teria apresentado R$ 11 mil em espécie e uma corrente avaliada em R$10 mil FOTO: LUCAS DE MENEZES
Um bacharel em Direito foi preso por corrupção ativa e associação para o tráfico, depois de tentar subornar policiais do 30º DP (São Cristóvão) para conseguir a liberação de dois suspeitos de tráfico. O caso ocorreu na última sexta-feira, mas somente foi divulgado pela Polícia na manhã de ontem. Segundo o delegado titular do 30º DP, Márcio Gutierrez, o homem preso faz parte de uma quadrilha comandada por um detento que está sendo custodiado na Casa de Privação Provisório de Liberdade (CPPL) I.
A ocorrência que culminou na prisão do bacharel começou no início da tarde da última sexta-feira, quando duas pessoas foram detidas, durante uma abordagem de rotina, nas proximidades do Terminal de Messejana. Jânia Barbosa dos Santos Patrício, 22; e Sérgio Carlos Galdino Facó, 31, trafegavam em um Toyota Corolla, quando foram interceptados. Foram encontradas 290 gramas de crack e 180 gramas de cocaína na bolsa que Jânia levava.
A dupla disse à Polícia que tinha sido contratada apenas para fazer o transporte da droga de Fortaleza até Aracati, mas não sabia quem era o contratante, nem quem iria receber.
Os dois foram levados à Delegacia e quando estavam sendo autuados Perseu Bessa Madeira, 28, que se identificou como advogado, ligou para um dos suspeitos e ofereceu R$ 25 mil aos policiais para que eles fossem soltos. Os agentes fingiram que iriam aceitar o dinheiro e marcaram um encontro com o Perseu Madeira, em um bar, na Avenida Presidente Costa e Silva (Perimetral), em Messejana.
Segundo a Polícia, o bacharel apresentou R$ 11 mil em espécie e uma corrente de ouro avaliada em R$ 10 mil. Neste momento, os policiais deram voz de prisão ao homem. "O crime já estava consumado. O delito aconteceu quando ele ofereceu o dinheiro, mas era importante que o encontro acontecesse para que o dinheiro fosse apreendido", disse Gutierrez.
Para o delegado, a função de Perseu Madeira na quadrilha era a logística da droga. "Era ele que organizava tudo. Levantava dinheiro, monitorava o transporte e corrompia policiais para que ninguém fosse preso.
AUTOR: DN
Um bacharel em Direito foi preso por corrupção ativa e associação para o tráfico, depois de tentar subornar policiais do 30º DP (São Cristóvão) para conseguir a liberação de dois suspeitos de tráfico. O caso ocorreu na última sexta-feira, mas somente foi divulgado pela Polícia na manhã de ontem. Segundo o delegado titular do 30º DP, Márcio Gutierrez, o homem preso faz parte de uma quadrilha comandada por um detento que está sendo custodiado na Casa de Privação Provisório de Liberdade (CPPL) I.
A ocorrência que culminou na prisão do bacharel começou no início da tarde da última sexta-feira, quando duas pessoas foram detidas, durante uma abordagem de rotina, nas proximidades do Terminal de Messejana. Jânia Barbosa dos Santos Patrício, 22; e Sérgio Carlos Galdino Facó, 31, trafegavam em um Toyota Corolla, quando foram interceptados. Foram encontradas 290 gramas de crack e 180 gramas de cocaína na bolsa que Jânia levava.
A dupla disse à Polícia que tinha sido contratada apenas para fazer o transporte da droga de Fortaleza até Aracati, mas não sabia quem era o contratante, nem quem iria receber.
Os dois foram levados à Delegacia e quando estavam sendo autuados Perseu Bessa Madeira, 28, que se identificou como advogado, ligou para um dos suspeitos e ofereceu R$ 25 mil aos policiais para que eles fossem soltos. Os agentes fingiram que iriam aceitar o dinheiro e marcaram um encontro com o Perseu Madeira, em um bar, na Avenida Presidente Costa e Silva (Perimetral), em Messejana.
Segundo a Polícia, o bacharel apresentou R$ 11 mil em espécie e uma corrente de ouro avaliada em R$ 10 mil. Neste momento, os policiais deram voz de prisão ao homem. "O crime já estava consumado. O delito aconteceu quando ele ofereceu o dinheiro, mas era importante que o encontro acontecesse para que o dinheiro fosse apreendido", disse Gutierrez.
Para o delegado, a função de Perseu Madeira na quadrilha era a logística da droga. "Era ele que organizava tudo. Levantava dinheiro, monitorava o transporte e corrompia policiais para que ninguém fosse preso.
AUTOR: DN
CARRO DE JUIZ É ALVO DE ATIRADORES EM AVENIDA DE FORTALEZA (CE)
Magistrado relatou que não foi ferido e chamou a atenção para problemas de iluminação na área do ocorrido
Delegado Ricardo Romagnoli, titular do 2º DP (Aldeota), iniciou as investigações do caso FOTO: KIKO SILVA
O juiz Cid Peixoto do Amaral Neto, da 3ª Vara Cível, teve o carro que guiava atingido por oito disparos de arma de fogo. O veículo era blindado e, desta forma, o magistrado não foi ferido na ação. Segundo a Polícia, a hipótese de tentativa de assalto não está descartada.
Conforme o magistrado, a ação ocorreu por volta das 22h30 ao acessar a Avenida Dom Luiz, pela Via Expressa, na Aldeota. Passando por baixo do viaduto, a má iluminação do local, segundo ele, não permitiu sequer perceber de onde partiram os disparos de arma de fogo.
"Quando dobro à esquerda, começou a pancadaria de bala. Atiraram no para-brisa. Foram entre oito e nove tiros de revólver calibre 38. Pela quantidade, acho que não foi só uma pessoa. Ali é uma região de assaltos, e os tiros foram todos na altura da cabeça e do peito. Não havia nenhum tiro na lataria do carro, só no vidro", relatou.
Conforme o diretor do Departamento de Polícia Metropolitana (DPM), delegado Jairo Façanha Pequeno, que conversou pessoalmente com o juiz, foi determinado ao titular do 2º DP (Aldeota) a instauração do inquérito policial. Segundo o diretor do DPM, todas as hipóteses serão investigadas.
O delegado titular do 2º DP, Ricardo Romagnoli, afirmou que as investigações já foram iniciadas. "Temos um Boletim de ocorrência registrado na Delegacia e já estamos investigando. Se foi uma tentativa de assalto ou não, é muito cedo para dizer. Temos registros de alguns assaltos e a gente está atento também à questão de iluminação do local", afirmou.
Reclamação
O magistrado fez questão de ressaltar que, diante do ocorrido, se faz necessária uma atenção maior em especial à questão de iluminação do trecho.
"Aproveito para pedir às autoridades constituídas que mudem o sistema ali, que passe a ter uma iluminação forte e um posto policial fixo. Minha preocupação nesse instante é com os outros, chamar a atenção e sensibilizar as autoridades", disse.
AUTOR: DN
O juiz Cid Peixoto do Amaral Neto, da 3ª Vara Cível, teve o carro que guiava atingido por oito disparos de arma de fogo. O veículo era blindado e, desta forma, o magistrado não foi ferido na ação. Segundo a Polícia, a hipótese de tentativa de assalto não está descartada.
Conforme o magistrado, a ação ocorreu por volta das 22h30 ao acessar a Avenida Dom Luiz, pela Via Expressa, na Aldeota. Passando por baixo do viaduto, a má iluminação do local, segundo ele, não permitiu sequer perceber de onde partiram os disparos de arma de fogo.
"Quando dobro à esquerda, começou a pancadaria de bala. Atiraram no para-brisa. Foram entre oito e nove tiros de revólver calibre 38. Pela quantidade, acho que não foi só uma pessoa. Ali é uma região de assaltos, e os tiros foram todos na altura da cabeça e do peito. Não havia nenhum tiro na lataria do carro, só no vidro", relatou.
Conforme o diretor do Departamento de Polícia Metropolitana (DPM), delegado Jairo Façanha Pequeno, que conversou pessoalmente com o juiz, foi determinado ao titular do 2º DP (Aldeota) a instauração do inquérito policial. Segundo o diretor do DPM, todas as hipóteses serão investigadas.
O delegado titular do 2º DP, Ricardo Romagnoli, afirmou que as investigações já foram iniciadas. "Temos um Boletim de ocorrência registrado na Delegacia e já estamos investigando. Se foi uma tentativa de assalto ou não, é muito cedo para dizer. Temos registros de alguns assaltos e a gente está atento também à questão de iluminação do local", afirmou.
Reclamação
O magistrado fez questão de ressaltar que, diante do ocorrido, se faz necessária uma atenção maior em especial à questão de iluminação do trecho.
"Aproveito para pedir às autoridades constituídas que mudem o sistema ali, que passe a ter uma iluminação forte e um posto policial fixo. Minha preocupação nesse instante é com os outros, chamar a atenção e sensibilizar as autoridades", disse.
AUTOR: DN
QUADRILHA QUE ROUBAVA CARGAS DE TREM É PRESA
A Polícia prendeu quatro homens suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em roubo de carga de trens, na tarde de ontem, no bairro Lagamar. A prisão do quarteto foi realizada após uma investigação dos policiais civis do 4º DP (Pio XII). O bando foi capturado após arrombar um dos vagões do trem e furtar sacos de cimento.
Conforme o inspetor Francisco Figueiredo, os policiais civis já investigavam a quadrilha há cerca de três meses, mas os roubos aconteciam desde o ano passado. A empresa que estava tendo as cargas roubadas informou que o bando já tinha levado cerca de 600 sacos de cimento.
Segundo a Polícia, os suspeitos colocavam obstáculos no trilho para forçar a parada das locomotivas. Quando o trem parava, alguns suspeitos subiam e arrombavam os vagões para realizar o roubo. Lá em baixo, dezenas de pessoas recebiam os produtos. Os ataques aconteciam nas imediações da Rua Professor Carvalho, no Lagamar.
Foram presos Henrique Deivid Gessy Santos, 24, Francisco Antônio Leite Silva, 32, Daniel Leandro da Silva, 36 e Marcos Aurélio da Silva. Os quatro foram autuados por roubo e por formação de quadrilha. A Polícia ainda investiga o envolvimento de receptadores, donos de depósitos de construção e outros moradores da comunidade.
AUTOR: DN
Conforme o inspetor Francisco Figueiredo, os policiais civis já investigavam a quadrilha há cerca de três meses, mas os roubos aconteciam desde o ano passado. A empresa que estava tendo as cargas roubadas informou que o bando já tinha levado cerca de 600 sacos de cimento.
Segundo a Polícia, os suspeitos colocavam obstáculos no trilho para forçar a parada das locomotivas. Quando o trem parava, alguns suspeitos subiam e arrombavam os vagões para realizar o roubo. Lá em baixo, dezenas de pessoas recebiam os produtos. Os ataques aconteciam nas imediações da Rua Professor Carvalho, no Lagamar.
Foram presos Henrique Deivid Gessy Santos, 24, Francisco Antônio Leite Silva, 32, Daniel Leandro da Silva, 36 e Marcos Aurélio da Silva. Os quatro foram autuados por roubo e por formação de quadrilha. A Polícia ainda investiga o envolvimento de receptadores, donos de depósitos de construção e outros moradores da comunidade.
AUTOR: DN
BANDO SEQUESTRA FILHA DE GERENTE DO BB, E ROUBAM AGÊNCIA, EM ARARIPE (CE)
Segundo o delegado Raphael Vilarinho, titular da DRF, a menina foi arrebatada no início desta manhã e levada para um cativeiro, na Zona Rural de Araripe. O pai da vítima esperou até o horário que a abertura dos cofres da agência fosse autorizada pela central do Banco do Brasil e fez a retirada da quantia exigida pela quadrilha.
Enquanto uma parte do grupo criminoso vigiava a refém, a outra se dirigiu ao banco e disse ao gerente que se o resgate não fosse pago a filha dele seria morta. "O gerente foi obrigado a pegar o dinheiro. Este não é um crime muito recorrente como outras modalidades de ataque a banco, porque é muito ousado", explicou Vilarinho.
O funcionário teria retirado um montante não revelado do cofre e entregou aos suspeitos, que liberaram a vítima e fugiram. Um automóvel, modelo Gol, usado pelos criminosos, foi encontrado incendiado na cidade de Bodocó, no Estado de Pernambuco. "As nossas suspeitas de que eles sejam de lá só aumentam. Já estamos em contato com a Polícia de Pernambuco para ver no que eles podem nos auxiliar. Uma equipe da DRF foi deslocada até Araripe e está fazendo os levantamentos do que aconteceu", disse o delegado. Vilarinho informou que ainda não tem pistas do paradeiro deles, mas estão sendo feitas diligências para identificar e prender os integrantes da quadrilha.
Outros casos
Este é o 24º ataque contra instituições financeiras ocorridas em 2015. O único caso do tipo 'sapatinho' deste ano ocorreu em Missão Velha, em fevereiro.
AUTOR: DN
HOMEM É PRESO POR MORTE DE NAMORADA; E TRAFICANTE TINHA PÉ DE MACONHA NO QUINTAL DE CASA, EM FORTALEZA (CE)
Jangurussu
Homem preso por morte da namorada
Um homem foi preso, ontem, suspeito de ter matado a namorada, uma adolescente de 16 anos, no Jangurussu. Luciana de Sousa Marques foi morta a tiros na Rua Modesta.
De acordo com a Polícia, Francisco Rogério Martins de Lima, 25, foi capturado 40 minutos após cometer o crime. A arma usada por ele foi apreendida. Ele foi detido quando estava em uma festa, no mesmo bairro.
Flagrante
Suspeito tinha pé de maconha no quintal
Policias civis da Divisão de Combate ao Tráfico de Drogas (DCTD) receberam uma denúncia anônima sobre venda de drogas em uma casa na Rua Floriano Peixoto, no Centro.
Na residência de Paulo Jefferson Oliveira Mendonça, os policiais encontraram 100 gramas de maconha e uma balança de precisão. No quintal, foram descobertos dois pés de maconha cultivados pelo traficante.
AUTOR: DN
Homem preso por morte da namorada
Um homem foi preso, ontem, suspeito de ter matado a namorada, uma adolescente de 16 anos, no Jangurussu. Luciana de Sousa Marques foi morta a tiros na Rua Modesta.
De acordo com a Polícia, Francisco Rogério Martins de Lima, 25, foi capturado 40 minutos após cometer o crime. A arma usada por ele foi apreendida. Ele foi detido quando estava em uma festa, no mesmo bairro.
Flagrante
Suspeito tinha pé de maconha no quintal
Policias civis da Divisão de Combate ao Tráfico de Drogas (DCTD) receberam uma denúncia anônima sobre venda de drogas em uma casa na Rua Floriano Peixoto, no Centro.
Na residência de Paulo Jefferson Oliveira Mendonça, os policiais encontraram 100 gramas de maconha e uma balança de precisão. No quintal, foram descobertos dois pés de maconha cultivados pelo traficante.
AUTOR: DN
terça-feira, 28 de abril de 2015
PRISÃO POR ROUBO A ESTABELECIMENTO COMERCIAL EM VIÇOSA DO CEARÁ
Na manhã de segunda, dia 27 de abril, no Bairro Santa Cecília, em Viçosa do Ceará, foi preso o indivíduo ABEL PACHECO PEREIRA, 23 anos, residente na Rua Silva Jardim, Bairro Santa Cecília na Cidade de Viçosa do Ceará.
O motivo da prisão foi o roubo de R$ 203,00 levados de um comerciante residente na rua Vicente de Paulo, no Bairro Santa Cecília, em Viçosa do Ceará. Segundo a vítima o acusado utilizou uma faca na hora do crime.
O motivo da prisão foi o roubo de R$ 203,00 levados de um comerciante residente na rua Vicente de Paulo, no Bairro Santa Cecília, em Viçosa do Ceará. Segundo a vítima o acusado utilizou uma faca na hora do crime.
Integrantes do destacamento local (Cb Marcondes e Soldados Arraes e Fabiano) fizeram diligências e conseguiram prender o acusado, que foi conduzido para Delegacia de Tianguá e autuado por roubo. Toda a quantia em dinheiro roubada foi recuperada.
AUTOR: IBIAPABA 24 HORAS
AUTOR: IBIAPABA 24 HORAS
INDONÉSIA CONFIRMA EXECUÇÃO DE BRASILEIRO A PARTIR DAS 14h DESTA TERÇA-FEIRA
“A execução dos nove condenados se levará a cabo depois de meia-noite”, assegurou Prasetyo, segundo a France Presse.
O prazo de 72 horas dado pela justiça indonésia após o anúncio para os prisioneiros de que eles serão executados já terminou. Os nove condenados – oito deles estrangeiros – já estão na ilha onde a pena será executada, e a polícia local informou que tudo está pronto para os fuzilamentos..
A prisão de segurança máxima da ilha, situada ao largo da costa de Java, teve reforço na proteção nesta terça. Conselheiros religiosos, médicos e o pelotão de fuzilamento foram alertados para iniciar os preparativos finais para a execução, e uma dúzia de ambulâncias, algumas carregando caixões cobertos de cetim branco, chegaram ao local.
As execuções, que serão a segunda leva sob comando do presidente Joko Widodo, provocaram críticas internacionais e tensões diplomáticas com Brasil, Austrália, Filipinas e Nigéria, que possuem cidadãos no corredor da morte.
Widodo não concedeu clemência aos condenados, citando uma "emergência de drogas" no quarto maior país do mundo, mas disse que estava aberto à possibilidade de abolir a pena de morte no futuro.
Brasileiro
Segundo Angelita Muxfeldt, prima de Gularte, ele não sabe que poderá ser executado mas próximas horas. A brasileira contou que seu primo está muito calmo e ainda acredita que será solto.
Angelita visitou Gularte nesta terça. O governo Indonésio orientou as famílias dos presos a irem à prisão onde eles são mantidos. Segundo a imprensa local, eles foram orientados a se despedir dos condenados.
Angelita Muxfeldt, prima de Rodrigo Gularte, fala à imprensa nesta terça-feira sobre execução de primo na Indonésia (Foto: AP Photo/Tatan Syuflana)
Angelita contou que não disse ao primo claramente o que deve ocorrer nas próximas horas e que ele não sabe o que vai acontecer, apesar de ter sido informado no sábado. Segundo a brasileira, ele tem delírios e não entendeu que será executado, nega que isso vá ocorrer e acredita que vai ser solto.
O brasileiro foi diagnosticado com esquizofrenia por dois relatórios no ano passado. Em março, uma equipe médica reavaliou o brasileiro a pedido da Procuradoria Geral indonésia, mas o resultado deste laudo não foi divulgado.
Familiares e conhecidos relataram que Gularte passa seus dias na prisão conversando com paredes e ouvindo vozes. Dizem que ele se recusa a tirar um boné, que usa virado para trás, alegando ser sua proteção.
O brasileiro passou 11 anos em prisões da Indonésia. Ele foi preso em julho de 2004 após tentar entrar na Indonésia com 6 kg de cocaína escondidos em pranchas de surfe e foi condenado à morte em 2005.
Gularte poderá ser o segundo brasileiro a ser executado na Indonésia. Em janeiro, o carioca Marco Archer Cardoso Moreira foi fuzilado após ser condenado à morte por tráfico de drogas.
Como as execuções acontecem
Os prisioneiros são executados por um pelotão de fuzilamento, recrutado de uma unidade especial da polícia nacional.
Os atiradores são escolhidos com base em suas habilidades de tiro e "saúde física e espiritual". Há aconselhamento antes e após as execuções.
Angelita contou que não disse ao primo claramente o que deve ocorrer nas próximas horas e que ele não sabe o que vai acontecer, apesar de ter sido informado no sábado. Segundo a brasileira, ele tem delírios e não entendeu que será executado, nega que isso vá ocorrer e acredita que vai ser solto.
O brasileiro foi diagnosticado com esquizofrenia por dois relatórios no ano passado. Em março, uma equipe médica reavaliou o brasileiro a pedido da Procuradoria Geral indonésia, mas o resultado deste laudo não foi divulgado.
Familiares e conhecidos relataram que Gularte passa seus dias na prisão conversando com paredes e ouvindo vozes. Dizem que ele se recusa a tirar um boné, que usa virado para trás, alegando ser sua proteção.
O brasileiro passou 11 anos em prisões da Indonésia. Ele foi preso em julho de 2004 após tentar entrar na Indonésia com 6 kg de cocaína escondidos em pranchas de surfe e foi condenado à morte em 2005.
Gularte poderá ser o segundo brasileiro a ser executado na Indonésia. Em janeiro, o carioca Marco Archer Cardoso Moreira foi fuzilado após ser condenado à morte por tráfico de drogas.
Como as execuções acontecem
Os prisioneiros são executados por um pelotão de fuzilamento, recrutado de uma unidade especial da polícia nacional.
Os atiradores são escolhidos com base em suas habilidades de tiro e "saúde física e espiritual". Há aconselhamento antes e após as execuções.
Barco com familiares de australianos no corredor da morte chega à ilha onde execuções serão realizadas na Indonésia nesta segunda-feira (27) (Foto: Romeo Gacad/AFP)
Os condenados são levados para celas isoladas 72 horas antes da execução. Famílias e conselheiros religiosos são autorizados a visitá-los algumas horas antes da execução.
Os prisioneiros, que são vendados, têm a escolha de ficar em pé, ajoelhados ou sentados perante o pelotão de fuzilamento. Suas mãos e pés são amarrados.
Cada prisioneiro possui 12 atiradores mirando fuzis em seu coração. Somente três dos 12 possuem munição em suas armas. As autoridades afirmam que desta maneira quem executa não é identificado.
Uma equipe médica fica no local para confirmar a morte dos prisioneiros após as execuções.
Depois da confirmação, os corpos são limpos e entregues às famílias, que esperam do lado de fora do presídio durante a execução.
AUTOR: G1/SP
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