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domingo, 15 de setembro de 2019

FILHO DE BIN LADEN ESTÁ MORTO, CONFIRMA A CASA BRANCA

A Casa Branca anunciou que o filho de Osama Bin Laden, Hazma, e militante da Al Qaeda, foi morto numa operação de antiterrorismo. 

Um comunicado americano confirmou que a operação deu-se na região entre Afeganistão e o Paquistão.

Sem detalhar quando começou a operação, Donald Trump confirmou a morte do filho de Osama Bin Laden, considerado um dos principais líderes do grupo terrorista.

“A morte de Hamza Bin Laden não apenas priva a Al-Qaeda de importantes habilidades e conexão simbólica com o seu pai, como prejudica importantes atividades operacionais do grupo”, diz o comunicado da Casa Branca.

Os Estados Unidos acreditam que Hamza tinha por volta de 30 anos e era uma das figuras que estava ao lado do seu pai quando ocorreram os ataques de 11 de Setembro de 2001, contras as torres do World Trade Center e o Pentágono, uma data relembrada na última semana por ocasião do 18º aniversário dos ataques.

Hamza Bin Laden foi considerado um terrorista pelas autoridades norte-americanas depois de o mesmo ter reivindicado atos terroristas em várias capitais ocidentais.

O papel de maior relevo na Al Qaeda levou os Estados Unidos a fazerem uma procura mais intensa pelo paradeiro de Hamza, dando uma recompensa por alguma informação que levasse à sua localização ou captura.

A morte Hamza Bin Laden foi noticiada no fim do mês de julho, mas só agora o executivo norte-americano confirma o sucedido.

Fonte: Agência Brasil

* RTP é uma empresa pública do governo de Portugal

AUTOR: TIANGUÁ AGORA

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

ATENTADO SUICIDA DO ESTADO ISLÂMICO EM CAMPO MILITAR DEIXA 14 SOLDADOS MORTOS E DEZENAS FERIDOS, NO IÊMEN

Recrutas deixam campo militar de Ras Abbas, no Iêmen, onde atentado suicida deixou 14 mortos nesta quarta-feira (17) (Foto: Saleh Al-Obeidi / AFP)

Ao menos 14 soldados morreram e dezenas ficaram feridos nesta quarta-feira (17) em um atentado suicida reivindicado pelo grupo jihadista Estado Islâmico (EI) em um campo militar de Áden, a grande cidade do sul do Iêmen.

A cidade portuária é base das tropas do governo de Abd Rabo Mansur Hadi que, apoiado por uma coalizão liderada pela Arábia Saudita, luta contra os rebeldes xiitas.

"Um homem ativou um cinturão de explosivos em meio aos soldados reunidos" em um campo militar de Áden vigiado pela coalizão que opera do Iêmen sob comando saudita, disse à AFP um militar.

Os soldados esperavam uma sessão de treinamento organizada pela delegação sudanesa, que participa da coalizão que apoia o governo, quando um homem vestido de soldado lançou o ataque.

O balanço provisório de feridos foi feito pelos dois hospitais que socorreram os feridos, segundo a France Presse.

O conflito com os rebeldes huthis, que conseguiram deslocar o governo em 2015, deixou mais de 6.100 mortos, quase a metade civis, e mais de 29.000 feridos, segundo a ONU.

O caos permitiu a presença de grupos jihadistas como Al-Qaeda e EI.

AUTOR: FRANCE PRESSE

sábado, 16 de janeiro de 2016

REFÉNS SÃO RESGATADOS DE HOTEL ATACADO EM BURKINA FASO

A polícia de Burkina Faso resgatou 126 reféns, entre eles o ministro Clément Sawadogo, foram resgatados neste sábado (16) do hotel Splendid, na capital em Ouagadogou, após um ataque que deixou ao menos 23 mortos nesta sexta-feira. A informação foi confirmada pelo ministro de Segurança do país, segundo a agência Reuters.

Ainda de acordo com a Reuters, três jihadistas do grupo Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI), que assumiu a autoria do ataque, foram mortos em operação do exército no hotel. Um quarto foi morto em fuga. A embaixada da França em Burkina Faso afirma que 27 reféns foram mortos.

As forças de segurança contam com a colaboração de militares americanos e franceses. Os mortos no ataque pertencem a 18 nacionalidades diferentes, afirmou o ministério da defesa do país.

O ataque começou por volta das 20h locais (18h de Brasília), quando pelo menos três indivíduos mascarados entraram no hotel Splendid, um dos mais frequentados por estrangeiros e funcionários da ONU, e efetuaram vários disparos.
Homem ferido é atendido do lado de fora do hotel Splendid, onde ataque terrorista deixou mortos e fez reféns em Burkina Faso (Foto: Nabila El Hadad/AFP)

Os terroristas teriam detonado um carro-bomba na entrada do hotel antes da invasão, relataram testemunhas à imprensa local.

O país teve recentemente sua primeira eleição presidencial desde um golpe e estado ocorrido no ano passado. O golpe derrubou o ditador Blaise Compaore, que governou por 27 anos.

O mesmo grupo terrorista reivindicou a autoria do ataque contra o hotel Radisson Blu em Bamaco, a capital do Mali, em 20 de novembro do ano passado, que causou a morte de 19 pessoas.
Soldados franceses chegam ao local do ataque em Ouagadogou (Foto: Stringer/Reuters)

AUTOR: G1

sábado, 9 de janeiro de 2016

ATAQUE RUSSO CONTRA PRISÃO DA AL-QAEDA DEIXA 60 PESSOAS MORTAS, NA SÍRIA

Homem carrega criança em local atingido por bombardeios na província de Idlib, na Síria, que ativistas dizem terem sido feitos por forças russas (Foto: REUTERS/Khalil Ashawi)

Cerca de 60 pessoas morreram neste sábado (9) nos bombardeios da aviação russa contra um edifício que servia de prisão para a rede extremista Al Qaeda, no noroeste da Síria, segundo um novo balanço da organização não governamental Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

"O saldo dos ataques russos contra a prisão da Al Qaeda subiu para pelo menos 57 mortos" informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, que acrescentou que o balanço pode mudar, já que "30 feridos se encontram em estado crítico". Um saldo anterior informou 39 mortos.

"Muitas vítimas são prisioneiros, mas também há guardas e cinco civis, incluindo uma criança, já que o centro de detenção fica perto de um mercado mercado popular", informou a ONG.

O OSDH explicou que a maioria dos réus são rebeldes hostis à Frente Al-Nosra. Os moradores já haviam reclamado da localização da prisão, que fica muito próxima a uma área residencial.

Maarat al-Numan, que fica entre Damasco e Aleppo, é controlada pelos rebeldes, contra o regime do presidente Bashar al-Assad, desde o fim de 2012.
Pessoas ajudam um homem ferido após ataque russo contra prisão da Al-Qaeda na Síria neste sábado (9) (Foto: REUTERS/Khalil Ashawi)

AUTOR: FRANCE PRESSE

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

POLÍCIA DO MALI INVADE HOTEL E LIBERTA REFÉNS SEQUESTRADOS; HÁ MORTOS

Policial acompanha refém resgatado do hotel Radisson Blu em Bamako (Foto: Habibou Kouyate/ AFP)

Depois de 8 horas de cerco, a polícia do Mali libertou reféns no hotel Radisson Blu, invadido por terroristas nesta sexta-feira (20), na capital Bamako. Durante o ataque, 170 pessoas chegaram a ficar em poder dos terroristas. O chefe de comunicação da ONU no Mali, Olivier Salgado, informou à TV CNN que há 21 mortos.

A agência Reuters relata 27 mortos e a France Presse, 22, sendo 2 sequestradores. Antes do fim do ataque, o governo confirmou 3: 2 malineses e 1 francês.

Ex-colônia francesa, o Mali fica no norte da África e registra recentes conflitos como extremistas islâmicos. O hotel onde houve o ataque fica a 1,5 km da embaixada dos Estados Unidos. O Pentágono informou que os 22 militares e funcionários civis do governo dos EUA que estavam na cidade estão a salvo. E que 6 cidadãos americanos foram tirados do hotel --o estado de saúde deles não foi informado.

O governo francês informou à Reuters que não tem notícia de cidadãos do país entre vítimas. A empresa Air France afirmou que 12 de seus funcionários estavam no hotel, mas foram libertados pela ação policial. A empresa cancelou todos os voos de Paris para Bamako previstos nesta sexta.

Em agosto passado, outro hotel no Mali foi alvo de um ataque, que terminou com 13 mortos.

Os terroristas invadiram o hotel por volta das às 5h (horário de Brasília, 7h no Mali) desta sexta. No local havia 140 hóspedes e 30 funcionários, de acordo com a Rezidor, empresa americana que administra o Radisson Blu.

Segunto testemunhas, os agressores armados com fuzis AK-47 eram "jihadistas". Eles percorreram vários andares do hotel recolhendo reféns e se entrincheiraram no sétimo andar.

Alguns reféns foram liberados pelos próprios sequestradores, incluindo duas mulheres, após provarem que eram capazes de recitar versos do Alcorão. Quando percorriam os corredores do hotel, os agressores gritavam "Alá é grande".

Cinco horas depois do início do sequestro, uma primeira investida dos policiais e soldados libertou algumas dezenas de reféns, mas, segundo a Rezidor, 138 pessoas permaneceram no hotel por até 8 horas, até a invasão das forças de segurança que pôs fim à ação.
Quem assumiu a ação
O chefe das forças de paz da ONU no Mali, Mongi Hamdi, afirmou que um possível motivo para o ataque é o fato de que diplomatas teriam uma reunião no hotel para discutir o processo de paz no país, que vive conflitos com extremistas islâmicos nos últimos anos.

A postagem de uma conta do Twitter que se identifica como de propriedade do grupo terrorista Al-Mourabitoun reivindicou o ataque.

Agências de inteligência, porém, ainda não conseguiram confirmar a autenticidade da mensagem.

O Al-Mourabitoun é filiado à rede terrorista internacional Al-Qaeda e atua primordialmente no norte do Mali.

Em comunicado, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, condenou o que chamou de "horrível ataque terrorista" e se disse preocupado porque o ataque ocorre em um momento em que se podem constatar "importantes avanços no processo de paz" no país.

O presidente do Mali, Ibrahim Boubacar Keita, estava no Chade, outro país do norte da África, e falou à TV France 24 que seu país terá de se acostumar a situações como esta. "Devemos todos ter humildade. Ninguém, nenhum lugar está a salvo do risco de terrorismo", declarou.

Como grupo entrou
Segundo a administração do hotel, o ataque foi realizado por apenas 2 ou 3 homens. Forças de segurança, porém, estimam que 10 participam da ação armada.

O grupo entrou no prédio aproveitando a entrada de um veículo diplomático para o qual o portão havia sido aberto. Os terroristas chegaram a dispararar contra o carro.
Imagem da TV ORTM, do Mali, mostra o interior do hotel Radisson, invadido por terroristas (Foto: AP/ TV ORTM)

Conexão francesa
Em 2012, vários grupos jihadistas ligados à Al-Qaeda se apoderaram de zonas do norte de Mali, que foi colônia francesa até 1960. Muitos foram expulsos da região após uma ação militar internacional iniciada em janeiro de 2013, proposta pela França.

A operação militar está em andamento porque algumas áreas ainda estão fora de controle do governo de Mali. No início, os ataques jihadistas se concentraram apenas no norte do país, depois se espalharam para o sul e para o centro.
Policiais exibem bandeira que dizem ser de terroristas que invadiram hotel no Mali (Foto: Joe Penney/Reuters)
Na frente do Radisson, polícia do Mali exige pertences que seriam dos terroristas que invadiram hotel (Foto:  Joe Penney/ Reuters)

Ainda na quinta-feira (19), o presidente francês, François Hollande, havia parabenizado tropas francesas pelo sucesso de uma série de operações no norte do Mali. O governo francês afirmou que fará todo o possível para ajudar alibertar cidadãos franceses que estiverem no hotel.

Segundo a rede de TV CNN, o governo francês chegou a enviar uma equipe tática de dez policiais de elite a Bamako nesta sexta-feira.

"Mais uma vez, terroristas querem marcar presença com barbáre em todos os lugares onde podem matar, onde possam causar impressão e assassinato", afirmou Hollande em pronunciamento. "Precisamos de nove ter firmeza e mostrar nossa solidariedade para com nosso amigo, o país do Mali."
Forças de segurança invadem hotel Radisson, alvo de sequestro, no Mali (Foto: Habibou Kouyate/AFP)
Soldados no cerco ao hotel Radisson Blu, em Bamako (Foto: Habibou Koyate/AFP)

O Al-Mourabitoun é um dos grupos atuando no norte do Mali, e é liderado pelo terrorista Mokhtar Belmokhtar, que já foi membro do núcleo central da Al-Qaeda. Seu grupo no Mali já havia reivindicado autoria de um ataque que deixou cinco mortos em um restaurante em março e outro atentado contra forças de segurança da ONU em abril.

O governo americano afirmou que havia cidadãos dos EUA no Radisson Blu e que forças americanas deram apoio aos soldados malineses encarregados de lidar com a situação. Alguns dos soldados americanos se encarregaram de escoltar seis cidadãos dos EUA libertados do hotel antes do fim do sequestro até áreas seguras.

AUTOR: G1/SP

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

ATAQUE TALIBÃ CONTRA BASE AÉREA DEIXA MORTOS, NO PAQUISTÃO

Soldados cercam prisão de Peshawar, no Paquistão, que foi atacada pelo Talibã nesta sexta (18) (Foto: Stringer/Reuters)

Pelo menos 29 pessoas, incluindo 26 soldados, morreram e 120 ficaram feridas em um ataque talibã contra uma base da Força Aérea perto de Peshawar, a principal cidade da região norte do Paquistão, nesta sexta-feira (18).

Mais de 10 insurgentes atacaram nesta sexta-feira a base militar de Badaber, que fica perto de uma área residencial de Peshawar, caminho para a fronteira com o Afeganistão. O balanço anterior citava 17 mortos.

Os militares conseguiram conter o avanço dos rebeldes, anunciou o general Asim Bajwa, porta-voz do exército paquistanês. "As forças paquistanesas reagiram com rapidez e eficácia para confinar os terroristas a um espaço restrito", completou.

Várias pessoas que rezavam em uma mesquita próxima aos confrontos morreram, segundo o exército.

O balanço anterior também citava pelo menos 13 insurgentes mortos, segundo os militares paquistaneses.

Uma fonte da Força Aérea que pediu anonimato afirmou que a base é utilizada apenas para alojar militares. "Na base não está nenhuma aeronave, nenhum avião de combate", disse.

De acordo com Kifayatulah, dono de uma loja próxima à base e testemunha do ataque, tudo começou com granadas e disparos de armas automáticas.

O porta-voz do Tehreek-e-Taliban Pakistan (TTP), grupo islamita armado que luta há oito anos contra o governo, reivindicou o ataque, o mais violento contra uma base militar paquistanesa.

O TTP cometeu em dezembro de 2014 o atentado mais grave da história moderna do Paquistão, quando um comando invadiu uma escola de Peshawar e matou mais de 150 pessoas, a maioria crianças.

Depois deste ataque, o exército paquistanês intensificou as operações contra os redutos jihadistas no noroeste do país, em particular nas zonas tribais de Berkeley e Waziristão do Norte, região que serviu de quartel-general ao TTP, para a rede Haqani e a Al-Qaeda na última década.

No início da semana, a aviação paquistanesa bombardeou o vale de Shawal, uma área remota do Waziristão do Norte com uma floresta densa que possibilita refúgios aos insurgentes. As operações militares ajudaram a reduzir o número de atentados islamitas no país nos últimos meses.

Como reação ao ataque contra a escola de Peshawar, o Paquistão voltou a aplicar a execução de condenados à morte e criou tribunais antiterroristas polêmicos, que autorizam o exército a julgar civis a portas fechadas.

Desde então, o Paquistão enforcou mais de 200 condenados à pena capital, alguns deles sem qualquer relação com os talibãs locais, denunciam organizações de defesa dos direitos humanos, que pedem a Islamabad o retorno da moratória da pena de morte.

AUTOR: FRANCE PRESSE

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

CHEFE DA AL-QAEDA PEDE QUE JOVENS ATAQUEM OS PAÍSES DO OCIDENTE

O líder da Al-Qaeda, Ayman al-Zawahri, clamou que os jovens muçulmanos nos Estados Unidos e em países do Ocidente façam ataques dentro desses países e pediu maior unidade entre os militantes.

"Eu peço que todos os muçulmanos que possam prejudicar os países da coalizão para não hesitar. Precisamos focar em mover a guerra para o coração das casas e cidade do Ocidente e especificamente a América" disse ele em gravação de áudio publicada na internet neste domingo (13), referindo-se aos países que fazem parte da coalizão liderada pelo Ocidente no Iraque e na Síria.

Ele sugeriu que a juventude muçulmana no Ocidente tome como exemplos a serem seguidos os irmãos Tsarnaev e Kouachi, que realizaram os bombardeios na maratona de Boston e o ataque a tiros contra o periódico "Charlie Hebdo" em Paris, respectivamente.

Não ficou claro quando a gravação de áudio foi feita, mas referências ao ex-líder do Talibã Mullah Mohamed Omar como estando vivo sugerem que ela tem pelo menos dois meses. A morte de Omar foi anunciada pelo governo do Afeganistão no fim de julho.

Zawahri reiterou sua posição sobre o Estado Islâmico, repetindo o que havia dito em gravação publicada na quarta-feira, de que via os pedidos do grupo de ser um califado como ilegítimos, mas que se uniria a eles no combate ao Ocidente e forças seculares no Iraque e na Síria.

Ex-médico, o egípcio Zawahri pediu unidade entre as facções militantes islâmicas na Síria e no Iraque, onde uma coalizão liderada pelo Ocidente tem bombardeado alvos do Estado Islâmico, mas reconheceu que seria difícil. Ele pediu pela formação de uma corte independente para resolver disputas.

AUTOR: G1

sexta-feira, 24 de julho de 2015

COMANDANTE DA AL-QAEDA MORRE EM BOMBARDEIO DOS EUA, NO AFEGANISTÃO

Um comandante de alto escalão da Al-Qaeda no Afeganistão e outros dois insurgentes morreram em um bombardeio americano, anunciou nesta sexta-feira o Pentágono.

A operação lançada em 11 de julho na província de Paktika permitiu liquidar Abu Khalil al Sudani, "um comandante operacional da Al-Qaeda de alto escalão", disse o Pentágono em um comunicado distribuído aos jornalistas que acompanham o secretário de Defesa Ashton Carter em sua viagem a Bagdá, no Iraque.

"A morte de Al-Sudani desfere um duro golpe nas operações da Al-Qaeda no mundo", acrescentou o Pentágono.

Al-Sudani era o responsável pelos atentados suicidas e pelos explosivos da Al-Qaeda, acrescentou a fonte.

"Também dirigiu operações contra a coalizão (aliada no Afeganistão), as forças afegãs e paquistanesas e mantinha vínculos estreitos com Ayman al-Zawahiri", o sucessor de Osama Bin Laden, anunciou o Pentágono.

Para Ashton Carter, citado no comunicado, a morte de Al-Sudani é uma mostra do trabalho realizado pelo general John Campbell, comandante das forças da Otan no Afeganistão. "Continuaremos o combate contra a violência fundamentalista na região e no mundo", declarou.

AUTOR: FRANCE PRESSE

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