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sábado, 8 de fevereiro de 2020

NO BRASIL: EX-PRESIDENTES DA REPÚBLICA GANHAM NOVOS CARROS

Os ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso, Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva receberam, nesta quarta-feira (05/02), um carro modelo Honda Civic.

Os veículos chegaram ao Palácio do Planalto em um caminhão-cegonha e substituirão os veículos de 2008 que estavam com os ex-presidentes. 

Cada carro custou aos cofres públicos a quantia de R$ 100 mil reais. Além dos carros, os ex-presidentes também tem direito a quatro seguranças, dois assessores e um motorista.

De acordo com a última estimativa, os gastos com os ex-presidentes da república custam aos cofres públicos algo em torno de R$ 4,24 milhões por ano. As mordomias são garantidas por Lei, através de decreto.

AUTOR: Ibiapaba 24 horas

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

A PARTIR DE FEVEREIRO, SALÁRIO MÍNIMO SERÁ DE R$ 1.045 ANUNCIA BOLSONARO

O percentual veio acima dos 3,86% estimados no fim de dezembro pelo governo ao determinar o valor de R$ 1.039 para o mínimo

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou nesta terça-feira (14) que o governo fará um novo reajuste do salário mínimo para recompor integralmente a inflação. A partir de fevereiro, o valor será de R$ 1.045.

Após reunião com o ministro Paulo Guedes (Economia), o presidente afirmou que enviará uma nova MP (Medida Provisória) ao Congresso para substituir a proposta enviada em dezembro, que reajustava o piso salarial do país de R$ 998 para R$ 1.039.

O valor anterior estipulado em dezembro, que levou em conta a inflação de janeiro a novembro de 2019 mais uma estimativa para dezembro, acabou ficando abaixo da inflação oficial, divulgada na última semana.

"Nós tivemos uma inflação atípica em dezembro, não esperávamos que fosse tão alta assim, mas foi tudo basicamente da carne", afirmou o presidente.

O novo reajuste do salário mínimo foi tratado em reunião de abertura do ano com secretários nesta segunda-feira (13).

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou o INPC (Índice Nacional de Preços ao Mercado) de 2019, que ficou em 4,48%.

O percentual veio acima dos 3,86% estimados no fim de dezembro pelo governo ao determinar o valor de R$ 1.039 para o mínimo.

Levando em conta o cálculo usado pela equipe econômica, que parte de R$ 999,91 ao considerar um resíduo de inflação de 2018, o valor chegaria a R$ 1.044,70 usando o INPC integral de 2019.

Como a cifra é arredondada ao entrar em vigor, o salário mínimo em 2020 deveria ser de R$1.045.

Pelos cálculos da equipe econômica, para cada R$ 1 de aumento no salário mínimo, os gastos públicos federais são elevados em

R$ 319 milhões.

Isso ocorre porque o governo amplia despesas atreladas ao mínimo, como benefícios previdenciários, abono salarial, seguro-desemprego e benefícios assistenciais a idosos e deficientes. O valor também considera um pequeno aumento de arrecadação.

O jornal Folha de S.Paulo mostrou na semana passada que, se o governo Jair Bolsonaro optasse por não elevar o mínimo para R$ 1.045, a economia poderia ser de até R$ 1,9 bilhão em gastos públicos neste ano.

Até 2019, vigorava uma lei que definia a política de reajuste do salário mínimo no Brasil. Pela regra, nos anos em que a inflação oficial ficasse maior do que a estimativa do governo, essa diferença seria incorporada no cálculo do reajuste do ano seguinte.

Neste ano, porém, essa regra não tem mais validade. Em governo anteriores, houve incentivo de reajustes acima do índice de preços.

Reajuste

Para Guedes, um reajuste do salário mínimo acima da inflação no momento atual poderia gerar desemprego em massa.

O governo Bolsonaro em 2019 interrompeu uma política pública que permitiu 25 anos de ganhos reais aos trabalhadores. Ou seja, com aumentos que consideravam a inflação mais o crescimento da economia.

Essa política de ganho real implementada informalmente em 1994, por Fernando Henrique Cardoso (PSDB), logo após a adoção do Plano Real. As gestões petistas oficializaram a medida.

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estabeleceu a fórmula de reajuste pela inflação medida pelo INPC mais a variação do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes. Dilma Rousseff (PT) transformou a regra em lei. Michel Temer (MDB), que governou durante a recessão, não mudou a legislação.

AUTOR: DN

EM UBAJARA E BARBALHA (CE), ATRASO NA INSTALAÇÃO DE TELEFÉRICOS FRUSTA ECONOMIAS LOCAIS

As obras do teleférico de Barbalha tiveram início em 2016. O prazo de conclusão já foi adiado por três vezes. FOTO: ANTÔNIO RODRIGUES

O atraso no funcionamento dos bondinhos de Ubajara, na Serra da Ibiapaba, e de Barbalha, no Cariri cearense, traz impacto para o setor turístico regional e frustra as expectativas locais de toda a cadeia econômica que se relaciona com os dois equipamentos públicos.

Na Serra da Ibiapaba, o bondinho está sem funcionar desde 2015. Até então, o equipamento era um dos principais cartões-postais, responsável por atrair 150 mil visitantes anuais. 

Diante de tão robusto número, o Município vive a expectativa da reinauguração. Pelo menos quatro previsões já foram divulgadas pelo Governo do Estado entre os anos de 2018 e 2019.

O anúncio mais recente previa o funcionamento para dezembro passado. Agora, o novo prazo, segundo a Superintendência de Obras Públicas (SOP), é para o próximo mês de fevereiro. O órgão, entretanto, não informou o porquê dos prazos anteriores não terem sido cumpridos.

De acordo com a SOP, a obra do teleférico de Ubajara, orçada em R$ 9,8 milhões, está com 90% dos serviços realizados. Já com relação ao bondinho de Barbalha, a SOP limitou-se a informar apenas que "as obras encontram-se em fase de conclusão", mas não estimou um novo prazo para início da operação.

Sucessivos atrasos

O projeto do teleférico de Barbalha é de 2012, mas só teve as obras iniciadas quatro anos mais tarde. Com investimento de R$ 14 milhões, o equipamento já teve três prazos de conclusão - o último estimava o início da operação para setembro de 2019. Nenhum deles foi cumprido.

Assim como em Ubajara, o teleférico da cidade Caririense deve impulsionar o turismo regional. 

O empresário João Santil de Sousa possui um restaurante no distrito do Caldas, onde o bondinho está sendo instalado, há mais de 20 anos. Em 2019, visando o início das atividades do equipamento, abriu uma pousada na mesma região. No entanto, o investimento, até agora, não trouxe retorno. 

"É uma obra que estamos aguardando e nos preparamos para isso", ressalta, ao lamentar os sucessivos atrasos. 

Os preparativos dos empresários não restringiram-se aos recursos financeiros. João Santil e outros 11 empreendedores receberam consultorias do Senac e Sebrae como preparação para melhorar a recepção dos visitantes.

"Fizemos cursos de cozinha, como arrumar o apartamento, preparar os pratos", completa. Os sucessivos adiamentos trazem desconfiança em ambos os municípios. 

Em Ubajara, o secretário de Turismo, Gláuber Lira, ressalta que "está difícil (de acontecer a inauguração). Não foi possível para dezembro passado e agora estão prevendo para fevereiro. É mais um prazo, vamos esperar".

Visitantes

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Ubajara, Elisvaldo Bezerra, reforçou que "o teleférico atrai mais visitantes e impacta na economia local, na geração de emprego, renda, no varejo, prestação de serviço e em todos os setores, como hotéis, restaurantes e artesanato".

O órgão estima que, após o fechamento para reforma, em 2014, a cidade teve queda anual de "20% a 30% no fluxo de visitantes". Para o gestor do Parque Nacional de Ubajara, Gilson Mota, a queda é ainda maior. 

Segundo observa, com o retorno da operação do bondinho, o Parque terá incremento de quase 50% no número de visitantes. "A nossa expectativa é muito grande", pontuou. Ele garante que, ao longo dos anos em que o equipamento esteve parado, a região se estruturou melhor para atender o alto volume de turistas. "Hoje, oferecemos mais opções de passeio e lazer, além da capacitação no acolhimento por parte dos guias que receberam treinamento", exemplifica Mota.

Alternativas

Diante da lentidão da obra, a direção do Parque Nacional explica que estudou alternativas para minimizar os impactos no setor turístico.

No ano passado, as trilhas com acesso às cavernas e cachoeiras foram abertas, passando a contar, também, com opções para cadeirantes, pessoas com deficiência visual e ciclistas. Segundo os gestores, são ações úteis, mas que não suprem a lacuna deixava com a paralisação do bondinho.

AUTOR: DN

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

ELEIÇÕES: ENTENDA AS DIFERENÇAS, E COMO FICAM AS NOVAS REGRAS PARA FUNDO ELEITORAL X FUNDO PARTIDÁRIO

Extra: Fundo Eleitoral x Partidário - entenda as diferenças e como ficam as novas regras

O Fundo Partidário foi criado em 1995 para bancar despesas cotidianas dos partidos, como contas de luz, água e salários e é formado por uma mistura de dinheiro público e privado que vem de arrecadação de multas, penalidades pagas por partidos políticos, doações de pessoas físicas e um montante definido todo ano através da Lei Orçamentária.

O valor aprovado para 2019, por exemplo, é de mais de R$ 927 milhões; 5% desse valor são distribuídos igualmente com todos os partidos legalmente registrados. O restante, 95%, é dividido proporcionalmente de acordo com o número de deputados que cada partido tem.

Quem tem mais, ganha mais.

E um detalhe: para receber dinheiro do fundo, o partido precisa ter atingido a cláusula de barreira, que nas eleições de 2018, a regra foi a seguinte: atingir 1,5% dos votos válidos em no mínimo 1/3 das unidades da Federação, com um mínimo de 1% dos votos válidos em cada uma delas.

Isso, ou ter pelo menos nove deputados eleitos em, no mínimo, 1/3 das unidades da Federação.

Nas próximas eleições, a cláusula de barreira ficará cada vez mais rígida.

Minirreforma Eleitoral

Em setembro, o Congresso aprovou a minirreforma eleitoral. De acordo com o projeto, o fundo partidário poderá ser usado também para:

Impulsionar conteúdos na internet;

Comprar passagens aéreas para não-afiliados;

Contratar advogados e contadores, sem que o valor seja contabilizado no limite de gastos estipulado pelo TSE.

Fundo Eleitoral

Já o Fundo Eleitoral foi criado em 2017 para bancar as despesas de campanhas eleitorais, compensando assim o fim do financiamento privado - determinado pelo Supremo em 2015. Ou seja, o Fundo Eleitoral, como o nome indica, só está disponível em ano de eleição.

Em 2018, o valor foi de R$ 1,7 bilhão. Em 2020, a estimativa é de que seja de R$ 2 bilhões.

A divisão acontece assim:

2% igualmente entre todos os partidos;

35% entre os partidos com ao menos um deputado;

48% entre os partidos na proporção do número de deputados;

15% entre os partidos na proporção do número de senadores.

AUTOR: G1

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL PEDE QUE JUSTIÇA DECRETE FALÊNCIA DA ODEBRECHT

A Odebrecht não comentou o pedido de falência feito pela Caixa. (Foto: Agência Brasil)

A Caixa Econômica Federal pediu nesta quinta-feira, 3, a falência do conglomerado de construção civil Odebrecht. 

A informação é da agência Reuters, a qual teve acesso a documentos judiciais relacionados à petição.

Também foi requerida ao juiz dar permissão aos credores para nomearem novos administradores para o conglomerado e suas subsidiárias. O grupo pediu recuperação judicial em junho, com dívidas de R$ 51 bilhões.

A Odebrecht não comentou imediatamente o pedido de falência feito pela Caixa.

No documento apresentado nesta quinta-feira, a Caixa afirmou que a Odebrecht ainda não apresentou um plano de reestruturação adequado. Em setembro, a Odebrecht propôs trocar dívidas por instrumentos similares a ações.

O Banco do Brasil também não concordou com o plano, reclamando da falta de detalhes, como os ativos que seriam colocados à venda e o prazo para recuperação da dívida.

O Banrisul, a Votorantim e o Santander Brasil também se opuseram ao plano e convocaram uma reunião de credores.

Em comentário anterior sobre as objeções dos bancos, a Odebrecht disse que os pedidos eram “um passo natural na reestruturação” e “formalidades”.

AUTOR: O POVO

terça-feira, 1 de outubro de 2019

COMÉRCIO NO CEARÁ: ESTADO BRASILEIRO QUE MAIS PERDEU LOJAS NO VAREJO, COM 313 COMÉRCIOS FECHADOS,

Desde o segundo semestre de 2015 o Ceará vem apresentando saldos negativos no comércio Foto: Agência Diário

De janeiro a junho deste ano, o Ceará apresentou um saldo de 313 lojas fechadas. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), o mercado cearense foi o estado brasileiro que mais perdeu estabelecimentos comerciais no primeiro semestre de 2019. Em todo o Brasil, a diferença entre abertura e fechamento foi positiva, com a criação de 3.328 empresas.

O economista da CNC Fabio Bentes explica que desde o segundo semestre de 2015 o Ceará vinha apresentando saldos negativos no comércio. Foram seis semestres consecutivos de queda até o segundo semestre do ano passado, o primeiro a fechar em saldo positivo no período.

"Essa saldo negativo vinha diminuindo semestre a semestre. Chegou a ser positivo no segundo semestre de 2018 em 42 lojas. Agora, voltou a ser negativo. Trezentas e treze lojas fechadas é ruim, mas na segunda metade de 2015, foram 1.619 lojas fechadas no Estado”, explica Bentes.

Ele acrescenta que o fechamento no Ceará está muito associado ao comportamento do varejo. De janeiro a julho, o volume de vendas do setor no estado foi negativo em 1,1%, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "Enquanto isso, esse volume no Brasil foi positivo em 1,2%", destaca o economista.

Desemprego

O fechamento das lojas parece ter sido um dos fatores que interferiu no mercado de trabalho cearense no primeiro semestre. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, o estado perdeu 6.994 postos de trabalho de janeiro a junho. Desse total, 4.704 foram só no comércio.

Apesar da perda de oportunidades, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-CE), Maurício Filizola, aponta que é necessário aprofundar a análise e ver o porte das empresas que foram encerradas. "Se tiverem sido encerradas 200 Microempresas Individuais (MEI), o impacto vai ser pequeno. Agora, se tiverem sido fechadas 100 empresas de porte pequeno a médio, a consequência vai ser maior”, ressalta.

Já o presidente do Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza (Sindilojas), Cid Alves, afirma que o impacto nos empregos na capital cearense só não foi maior por conta do equilíbrio das contas do Estado e do Município. “Isso gerou uma segurança para os servidores públicos e suas famílias, por exemplo, evitando que a queda no consumo tenha sido ainda maior”, avalia.

O segmento de confecção, segundo Alves, é o que tem sofrido as maiores dificuldades, diante de alguns casos de concorrência desleal no setor. “O Ceará sempre teve um polo de confecções muito pujante, mas vem sofrendo com alguns fatos que interferiram na condução desses negócios. Toda a cadeia produtiva foi afetada, por isso o impacto foi tão representativo. Só não foi pior pelo equilíbrio”, ressalta.

AUTOR: G1/CE

quinta-feira, 25 de julho de 2019

COMEÇA HOJE O PAGAMENTO DO ABONO SALARIAL DO PIS-PASEP 2019-2020

Começa a ser pago nesta quinta-feira (25) o abono salarial PIS do calendário 2019-2020, ano-base 2018. Os pagamentos começam a ser feitos pela Caixa Econômica Federal para os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em julho; no caso do Pasep, que é pago para servidores públicos por meio do Banco do Brasil, o pagamento começa para quem tem final da inscrição 0.

O calendário de recebimento leva em consideração o mês de nascimento, para trabalhadores da iniciativa privada, e o número final da inscrição, para servidores públicos.

Quem nasceu nos meses de julho a dezembro ou tem número final de inscrição entre 0 e 4 receberá o benefício ainda no ano de 2019. Já os nascidos entre janeiro e junho e com número de inscrição entre 5 e 9 receberão no primeiro trimestre de 2020. Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do trabalhador até 30 de junho de 2020, prazo final para o recebimento.

O valor do abono pode chegar a 1 salário mínimo (R$ 998) e é associado ao número de meses trabalhados no exercício anterior. Portanto, quem trabalhou um mês no ano-base 2018 receberá 1/12 do salário mínimo. Quem trabalhou 2 meses receberá 2/12 e assim por diante. Só receberá o valor total quem trabalhou o ano-base 2018 completo.

Tem direito ao abono salarial quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias em 2018. É preciso ainda estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) ano-base 2017.

Calendário de pagamento do PIS
Calendário de pagamento do PIS — Foto: Reprodução/DOU

Calendário de pagamento do Pasep
Calendário de pagamento do Pasep — Foto: Reprodução/DOU

Para saber se tem direito e como sacar

Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação.

Informações sobre o PIS também podem ser obtidas pelo telefone 0800-726-02-07 da Caixa. O trabalhador pode fazer uma consulta ainda no site www.caixa.gov.br/PIS, em Consultar Pagamento. Para isso, é preciso ter o número do NIS (PIS/Pasep) em mãos.
Veja como localizar o número do PIS na internet

Os servidores públicos que têm direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito em conta. Caso isso não tenha ocorrido, precisam procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil.

AUTOR: G1

domingo, 4 de fevereiro de 2018

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AUTOR: TIANGUÁ AGORA

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

TEMER ASSINA DECRETO DEFININDO O SALÁRIO MÍNIMO DE 2018, EM R$ 954

O presidente da República, Michel Temer, assinou nesta sexta-feira (29) decreto que fixa em R$ 954 o valor do salário mínimo em 2018, aumento de R$ 17 em relação ao valor em vigor. Atualmente, o salário mínimo está em R$ 937.

A medida será publicada ainda nesta sexta em edição extra do "Diário Oficial da União". O reajuste valerá a partir de 1º de janeiro.

O reajuste do salário mínimo em 2018 é o menor em 24 anos. Também é menor do que a estimativa que havia sido aprovada pelo Congresso Nacional, de R$ 965. Com isso, o governo prevê economizar R$ 3,3 bilhões no ano que vem.

O decreto presidencial estabelece ainda que o valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 31,8, e o valor horário, a R$ 4,34.

O valor de R$ 954 que valerá para 2018 é 1,81% maior que os R$ 937 do salário mínimo de 2017.

Cerca de 45 milhões de pessoas no Brasil recebem salário mínimo, entre aposentados e pensionistas, cujos benefícios são, ao menos em parte, pagos pelo governo federal.

Como é reajustado o salário mínimo?

O baixo reajuste do salário mínimo está relacionado à fórmula como a correção é feita de um ano para o outro. Essa fórmula leva em consideração:

A variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior, calculado pelo IBGE;

E o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

No caso de 2018, portanto, está sendo somado o resultado do PIB de 2016, que foi de queda de 3,6%, com o INPC de 2017. Como o resultado do PIB de 2016 foi negativo, o reajuste do salário mínimo é feito apenas pela variação do INPC.

Neste caso, portanto, o 1,81% de variação do INPC é uma estimativa do governo, já que o percentual exato só será conhecido em janeiro.

Entre janeiro e novembro de 2017, a variação do INPC foi de 1,80%. Já a mais recente avaliação do mercado financeiro, colhida pelo Banco Central na semana passada, estima que a variação do INPC neste ano fique em 2,16%.

Em entrevista ao G1, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou que, em 2017, o reajuste ficou um pouco acima do que a fórmula do salário mínimo determinava para esse ano e que por isso, para 2018, esse excedente tem de ser descontado.

Para o Dieese, porém, o reajuste do salário mínimo ficou abaixo da variação do INPC neste ano, algo que não acontecia desde 2003.

"O governo não podia dar um reajuste maior. Não tem nenhuma decisão que o governo possa tomar diferente dessa [do valor de R$ 954 proposto para 2018]. Não é uma alternativa. No fundo, é uma notícia boa, que a inflação foi baixa", declarou o ministro.

De acordo com ele, a lei é "muito precisa" ao fixar a variação do INPC do ano anterior e do PIB de dois anos antes (que, em 2016, foi negativo) para a correção do salário mínimo.

"Ela fala que é a variação INPC, por um motivo correto, ele tem uma cesta de consumo para quem ganha até 5 salários mínimos, e o IPCA é de até 40 salários mínimos. O INPC tem um peso de alimentação maior do que o IPCA. Como neste ano os alimentos foram um dos itens que puxaram a inflação para baixo, pesa mais no INPC do que no IPCA. A inflação é menor e o reajuste de salário mínimo vai conforme a inflação", afirmou.

Fórmula vigora desde 2012 e vai até 2019

A atual fórmula de reajuste do salário mínimo começou a valer em 2012, no governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

Em 2015, Dilma encaminhou ao Congresso uma Medida Provisória que foi aprovada e estendeu esse modelo de correção até 2019.

No ano que vem, portanto, o governo fixará o salário mínimo de 2019 pela última vez com base nessa regra. Analistas esperam que o novo formato de correção do salário mínimo, de 2020 em diante, seja um dos pontos debatidos na campanha eleitoral para a Presidência da República no ano que vem.

Economia de R$ 3,3 bilhões

Com a decisão de conceder um reajuste R$ 11 menor em relação à estimativa anterior de R$ 965, o governo economizará cerca de R$ 3,3 bilhões em gastos em 2018.

"Cada um real de aumento no salário mínimo gera um incremento de R$ 301,6 milhões ao ano nas despesas do governo", informou o Ministério do Planejamento na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) encaminhada ao Congresso em abril.

Números oficiais mostram que o benefício de cerca de 66% dos aposentados equivale ao salário mínimo. A correção do mínimo também impacta benefícios como a RMV (Renda Mensal Vitalícia), o seguro-desemprego e o abono salarial.

O valor do salário mínimo proposto para o próximo ano ainda está distante do valor considerado como "necessário", segundo cálculo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

De acordo com o órgão, o salário mínimo "necessário" para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência deveria ser de R$ 3.731,39 em novembro deste ano.

AUTOR: G1

domingo, 3 de dezembro de 2017

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AUTOR: TIANGUÁ AGORA

sábado, 25 de novembro de 2017

BLACK FRAUDE: NÚMERO DE RECLAMAÇÕES NA BLACK FRIDAY CRESCE 17%

Black Friday: consumidores disputam televisores em hipermercado na Zona Sul de São Paulo (Foto: Celso Tavares/G1)

O número de reclamações dos consumidores contra as varejistas durante a Black Friday voltou a crescer em 2017 após dois anos em queda. É o que aponta um levantamento do site Reclame Aqui, que reúne queixas de internautas, e recebeu 3.503 reclamações de consumidores entre 18h de quinta-feira (23) até meia-noite de sábado (25), um volume 17% maior do que o registrado no evento de 2016.

A Black Friday é um dia de descontos organizado pelo varejo na última sexta-feira do mês de novembro, um dia após o feriado de Ação de Graças celebrado nos Estados Unidos.

Pelo terceiro ano seguido, a propaganda enganosa lidera o ranking de reclamações do site - em 2017, esse foi o motivo de 13,5% das queixas. O Reclame Aqui informou também que recebeu muitas denúncias sobre sites falsos, fretes abusivos e mais caros que os produtos, além do tempo de entrega.
Lojas oferecem descontos agressivos na Black Friday; alguns clientes reclamam de propaganda enganosa (Foto: Jéssica Alves/G1)

Veja abaixo o ranking dos principais motivos de reclamações da Black Friday em 2017:

1- Propaganda enganosa (13,5%)
2- Problemas na finalização da compra (9,6%)
3- Divergência de valores (8,8%)
4- Produto indisponível (3,8%)
5- Promoção (3,6%)

Empresas mais reclamadas

Na Black Friday deste ano, as reclamações foram mais pulverizadas entre as diferentes varejistas. As 10 empresas mais reclamadas reuniram 37,4% das queixas registradas no Reclame Aqui. No ano passado, 53% das queixas no site se referiam a compras feitas nas 10 empresas mais reclamadas.

Em 2017, o Magazine Luiza liderou o ranking de reclamação, com 263 registros no Reclame Aqui.

Veja abaixo a lista das 10 empresas mais reclamadas na Black Friday de 2017:

Magazine Luiza (263 reclamações)
Americanas.com (245)
Kabum! (173)
Casas Bahia (126)
Submarino (124)
Netshoes (88)
Extra (87)
Walmart (77)
Buger King (73)
Americanas - marketplace (54)

O que dizem as empresas

O Magazina Luiza infirmou que "tem uma equipe de 150 pessoas focada em responder as reclamações e questões. Assim, todos os clientes foram atendidos e tiveram solução para suas reclamações. A companhia ressalta que o volume de queixas é absoluto, e não percentual ao total de vendas. O Magazine Luiza recebe uma demanda altíssima de compras na Black Friday, com previsão da venda de mais de 500 mil itens. Assim, as reclamações correspondem a 0,04% das vendas".

Em nota, a Netshoes informou que, para a Black Friday, “aumentou o número de colaboradores - representando mais de 800 novos profissionais distribuídos majoritariamente em Logística e Relacionamento com o Cliente -, dedicou mais de 16 mil horas de treinamento, redimensionou sua infraestrutura de tecnologia e também implantou 3º turno em suas instalações logísticas”. “Esse compromisso com o cliente é refletido em constantes conquistas de prêmios concedidos pelo mercado, inclusive com selos de credibilidade como o RA 1000 do próprio Reclame Aqui.”

A Via Varejo disse que as reclamações encontradas no Extra e na Casas Bahia "foram problemas pontuais e dúvidas de clientes, já em tratativa e solução com os mesmos".

O Walmart.com disse que "como de praxe todas as reclamações são tratadas com prioridade, de acordo com nossos compromissos com o consumidor e ao seu tempo". "Lembramos que acompanhamos todos organismos de referência relacionados a qualidade dos serviços juntos aos consumidores como fonte de melhoria dos nossos serviços".

O Kabum! disse que o número de reclamações em relação aos pedidos é extremamente baixo e a maioria das queixas referem-se ao esgotamento quase imediato de determinadas ofertas, já que a empresa tem estoque promocional limitado.

A B2W, dona dos sites Americanas.com, Americanas Marketplace e Submarino, não comentou.

O G1 procurou o Burger King e aguarda posicionamento.

AUTOR: G1

PREFEITOS RECEBERÃO R$ 2 BILHÕES DO GOVERNO FEDERAL, EM DEZEMBRO

O presidente da República Michel Temer determinou liberação de Auxílio Financeiro ao Municípios (AFM) no valor de de R$ 2 bilhões até dezembro, por meio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), durante audiência do presidente da República, Michel Temer, com o líder do movimento municipalista, Paulo Ziulkoski, e representantes das entidades estaduais municipalistas.

A entidade aguarda agora a publicação de medida provisória informando aos gestores municipais a data em que o valor será depositado nas contas das Prefeituras. De acordo com Temer, o valor será creditado ainda no mês de dezembro.

A CNM destaca, no entanto, que o valor será distribuído sobre a forma de Participação dos Municípios, será bruto, sem incidência do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A entidade destaca ainda que o valor compõe a Receita Corrente Liquida (RCL) e por isso tem a mesma vinculação constitucional de gastos em saúde e educação que o Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Região dos sertões de Crateús.

Entre os municípios da Região dos sertões de Crateús, Crateús é o que receberá mais recursos, R$ 775.819,95; Ararendá R$ 238.713,83; Ipaporanga R$ 238.713,83; Poranga R$ 238.713,83; Nova Russas R$ 477.427,66; Monsenhor Tabosa R$ 358.070,75; Catunda R$ 238.713,83; Tamboril R$ 417.749,20;. Ipueiras R$ 537.106,12; Hidrolândia R$ 358.070,95; Independência R$ 417.749,20; Novo Oriente R$ 417.749,20

Clique Aqui e veja quanto seu município receberá em todo o Brasil.

AUTOR: CNM/Governo Federal.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

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AUTOR: TIANGUÁ AGORA

sábado, 4 de novembro de 2017

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AUTOR: TIANGUÁ AGORA

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

NO PIAUÍ, COM AUMENTO DA ALÍQUOTA DO ICMS, EMPRESÁRIOS AMEAÇAM DEIXAR O ESTADO

Foto: Assis Fernandes/ODIA

No momento de crise e de dificuldades financeiras, o Governo do Piauí está sendo alvo de críticas por seguir o caminho inverso e aumentar as alíquotas do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de produtos e serviços, política que foi descartada, por exemplo, pelo estado vizinho. O Maranhão anunciou a redução de 12% para 2% dos impostos ainda no mês de outubro.

A principal consequência das medidas tomada pelos dois governos é a migração de indústrias do Piauí para o Maranhão. A redução dos impostos cobrados para produtores e empresários incentiva a instalação de empresas, produção e geração de emprego, o que não deve acontecer no Piauí nos próximos anos, como prevê Gilberto Pedrosa, presidente da Associação das Indústrias do Piauí (AIP).

Para ele, o governo do Piauí tem administrado mal as despesas do Estado, afetando, desta forma, os investimentos em infraestrutura, por exemplo. “Infelizmente é o que vai acontecer. 

Nós temos aqui do outro lado da ponte um distrito industrial que é o sonho de consumo de todo industrial do Piauí, que tem energia elétrica, internet de banda larga, um suporte dentro do próprio distrito para as indústrias que querem se instalar, diferente do Piauí. Falar em indústria no Piauí é uma piada. 

O governador é um mero gerente de folha de pagamento, e é um mal gerente porque não consegue conter os gastos”, declarou Pedrosa.

O presidente da Associação dos Jovens Empresários do Piauí (AJE-PI), Landerson Carvalho, também comentou as divergências políticas adotadas pelos governos. 

“Não é só um rio que separa o estado do Piauí e do Maranhão, são cabeças. Daqui a seis meses vão aumentar de novo, para pagar a campanha eleitoral. Aqui, os impostos não vão parar de crescer”, disparou.

Empresários e representantes de indústrias acompanharam a votação de ontem (01) na Comissão de Finanças e no Plenário da Assembleia do projeto que prevê o aumento da alíquota e organizaram um movimento que foi denominado "Nenhum Imposto a Mais". 

Após a aprovação do Projeto de Lei, as entidades lamentaram a postura dos deputados e do governo. “É o exemplo que aqui [na Assembleia Legislativa] virou o circo do Themístocles e o circo do Wellington Dias, e com vários palhaços protagonistas”, alfinetou o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI), Zé Filho.

Combustíveis líquidos derivados do petróleo e também os não derivados do petróleo são alguns dos serviços que terão alíquota reajustada a partir do próximo ano após aprovação da Assembleia da lei que aumenta o ICMS.

AUTOR: PORTAL O DIA

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

EM TIANGUÁ (CE), VEM AÍ, MAIS PROMOÇÕES E OFERTAS DO SUPER FRANGOLÂNDIA

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AUTOR: TIANGUÁ AGORA

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