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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025
EM GOIÁS (GO): VIGILANTE ATIRA CONTRA SI E SIMULA TER SIDO VÍTIMA DE UM ATIRADOR
quinta-feira, 30 de janeiro de 2025
EM JOÃO PESSOA (PB): HOMEM É PRESO POR FINGIR SEQUESTRO E TENTAR EXTORQUIR A MÃE; SUSPEITO PEDIU R$ 7 MIL POR 'RESGATE'
De acordo com o delegado André Macedo, da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), o suspeito ligou para a mãe no domingo (26), afirmando que havia sido sequestrado e exigiu dinheiro para ser libertado junto com um carro.
A mãe, que é empresária, registrou um boletim de ocorrência na Central de Polícia na segunda-feira (27), informando o suposto sequestro do filho. No dia seguinte, ela também procurou a DRACO, que passou a investigar o caso.
Segundo o delegado, ao chegarem ao local indicado, na região do Centro de João Pessoa, as equipes constataram que o homem não estava em cárcere privado e que tudo não passava de uma farsa para enganar a mãe. Outras duas pessoas que estavam no local também foram presas por participarem das ligações e das tentativas de extorsão.
Além de exigir o resgate, a polícia afirma que os suspeitos roubaram um carro de uma locadora. O veículo foi recuperado durante a operação.
Os três suspeitos responderão pelos crimes de tentativa de extorsão, associação criminosa, furto qualificado e receptação. Eles foram encaminhados para a Central de Polícia, no bairro do Geisel, em João Pessoa.
A ação também contou com o apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE) e da Delegacia Especializada de Combate à Circulação e Comercialização Ilegal de Arma de Fogo, Munições e Explosivos (Desarme).
FONTE: O SOBRALENSE VIA: g1
segunda-feira, 27 de janeiro de 2025
NO CEARÁ: DELEGADA DA PF E IRMÃO SUSPEITO DE ATUAR COMO FALSO ADVOGADO, SÃO INVESTIGADOS PELA POLÍCIA FEDERAL
sábado, 8 de fevereiro de 2020
EM FORTALEZA (CE), MULHER É PRESA APÓS SE PASSAR POR PESSOAS LIGADAS A EMISSORAS DE TV PARA CONSEGUIR CORTESIAS PARA FESTAS
Uma mulher identificada como Flávia Marabá Leal foi presa em flagrante nesta sexta-feira (7) quando tentava obter ingresso de uma festa realizada em Fortaleza.
A Polícia Militar do Ceará (PMCE) informou que foi acionada para a ocorrência de estelionato.
Conforme a polícia, na sexta-feira Flávia contratou serviço de um motoboy para retirar ingressos em uma loja do shopping e entregar até uma pessoa na administração de um outro shopping. Ao chegar ao local a pessoa, que também era vítima, já não estava mais no local.
Segundo a tenente, a suspeita ligou para o motoboy e pediu que ele fosse até uma livraria, onde a prima dela receberia a encomenda. Os policiais acompanharam o processo de entrega e ao chegarem na livraria avistaram Flávia.
Após denúncias das vítimas, policiais prenderam a suspeita em flagrante quando ela tentava aplicar um novo golpe.
"Quem estava lá, desta vez, era a própria Flávia. Eu encaminhei ela até o 2º Distrito Policial e lá na delegacia ela confessou.
Antecedente criminal
A Polícia Civil do Ceará informou que Flávia já tinha antecedentes criminais por estelionato e foi novamente autuada em flagrante por este crime. Ainda conforme a polícia, segue a investigação em busca por identificar vítimas da suspeita.
A reportagem buscou saber se a suspeita teria advogado de defesa para se pronunciar sobre a prisão, mas durante depoimento, Flávia informou que não havia constituído advogado e não queria indicar contatos da família para que os parentes fossem avisados da sua detenção.
O G1 apurou ainda que Flávia Marabá Leal chegou a se passar por uma possível patrocinadora de um festival de música com a finalidade de obter informações sobre quais profissionais estavam na organização do evento:
Ela deve ser submetida a uma audiência de custódia, na qual deve ser decidido se continuará presa ou será solta.
AUTOR: G1/CE
sábado, 1 de fevereiro de 2020
ALERTA: MÉDICOS DIZEM QUE DESMAIOS MOSTRADOS EM VÍDEOS QUE VIRALIZAM NA CHINA NÃO SÃO SINTOMAS DO CORONAVÍRUS
Infectologistas consultados pelo G1, contudo, afirmam que a infecção por coronavírus não é tão agressiva e os sintomas divulgados nos protocolos internacionais não incluem desmaios.
Além disso, as imagens não têm fonte, origem ou data dos registros que levem ao estabelecer uma relação direta das imagens com o vírus. O G1 também consultou intérpretes de chinês que dizem que o que é falado e mostrado nos vídeos também não fazem uma conexão específica com o surto atual.
A Embaixada da China no Brasil foi consultada pelo G1, mas diz que não tem elementos que possam situar os vídeos nem dizer se eles são atuais.
Análise dos infectologistas
O primeiro ponto apontado pelos especialistas é que a evolução dos sintomas também não é tão rápida e agressiva como os casos mostrados nos vídeos. "A instalação da gravidade da doença não é imediata, os sintomas têm uma evolução. Não é caminhar na rua e cair do nada", explica o infectologista da Universidade de São Paulo (USP), Esper Kallas.
"O coronavírus causa uma doença respiratória e por isso tem sintomas como tosse e febre. É semelhante aos sintomas de uma gripe" - Esper Kallas, infectologista
O infectologista do Instituto de Infectologia Emilio Ribas, Caio Rosenthal, também reforma que os sintomas aparecem paulatinamente.
Rosenthal acrescenta ainda que a taxa de infectados pelo novo vírus que chega a quadros graves é baixa. “É uma doença que ainda estamos aprendendo dia a dia, mas temos visto que são poucos os infectados que evoluirão para algo grave, como uma dificuldade aguda de respirar e até uma pneumonia grave."
Relatos fakes crescem
Desde que a OMS confirmou o surgimento do novo coronavírus no mundo, em uma nota no dia 31 de dezembro, diversas informações e imagens falsas sobre coronavírus começaram a circular nas redes sociais.
Kallas alerta para o perigo da circulação dessas mensagens falsas. "Ultimamente, eu tenho perdido mais tempo desmentindo informações falsas do que esclarecendo, de fato, sobre o que é o vírus e o que ele causa, essas coisas. Já me falaram de tomar vitamina C contra vírus e até beber fígado cru batido no liquidificador. É um absurdo."
Intérpretes avaliam imagens
Si Liao, chinesa, professora de mandarim e criadora da Pula Muralha, canal com vídeos com informações direto da China sobre o coronavírus, e Cesar Matiusso, formado em língua chinesa pela Universidade de São Paulo (USP), analisaram as imagens.
Para eles, os detalhes não são conclusivos. Em parte dos casos, não é possível nem sequer dizer que as imagens foram feitas em Wuhan muito menos que sejam atuais.
Cesar Matiusso diz que a qualidade do áudio é ruim e afirma que em alguns trechos não é falado mandarim. Há, segundo ele, expressões genéricas sendo ditas, como "tem uma pessoa caída no chão" ou pedidos para que seja chamada uma ajuda rapidamente. Mas nada que indique uma relação direta com o coronavírus ou os últimos acontecimentos.
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Um dos vídeos começa com imagens de um homem caído ao lado de uma vitrine onde há uma série de inscrições. Uma pessoa vestida de branco o atende. O professor Cesar Matiusso diz que os letreiros mostram apenas "área de autoatendimento".
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Já Si Liao diz que no vídeo "aparentemente a pessoa está em um hospital". "Há uma fila e é um hospital onde se paga, porque tem caixa. Uma pessoa parece que caiu, mas não se sabe como caiu, o pessoal só está falando 'a pessoa caiu'", diz Si Liao. Segundo ela, não é possível saber o motivo da queda tampouco o hospital ou mesmo a cidade.
Homem caído no vagão do metrô
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A próxima cena é a de um homem caído em um vagão do metrô. Passageiros de máscara o observam. Um guarda parece fotografar ou filmar. "Meio que repetiu duas vezes, porque a pessoa fala "Ah, já já eu vou, já vai chegar" e "a pessoa caiu", diz Si Lao. "Mas esse metrô também não dá para saber qual é nem qual cidade."
Pessoa caída em hall de prédio
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Em seguida, a imagem é de uma pessoa caída no que parece ser o hall de um prédio. Novamente pessoas com máscaras e aventais estão a postos. "Eu acho que é um hotel e tem uma pessoa deitada. Não se sabe onde é", diz Si Lao.
Ambulância socorre homem na calçada
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Outra imagem é de uma ambulância estacionada junto à calçada onde um corpo está deitado. Médicos descem do veículo para socorrê-lo. "Esse dá para saber que é Wuhan, porque tem uma placa de rua que fica no bairro de Wuhan e aí chega uma ambulância e a pessoa está falando o dialeto de Wuhan. Falam em levantar a pessoa que caiu e alguém que filmou disse para colocar a máscara."
Pessoas caídas em chão de hospital
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O quadro seguinte é dentro de um hospital onde há pessoas no chão, inclusive um homem vestido com jaleco branco. "Me parece que a pessoa que caiu é um médico. Pode ser por cansaço", diz Liao.
Um homem cai no estacionamento e é filmado por câmeras de segurança. Segundo o tradutor Cesar Matiusso, no canto da tela está escrito apenas "portão número 2".
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Ambulância socorre homem caído na rua
No último vídeo, uma ambulância para no meio da rua, onde há um homem caído. Em uma passarela estão penduradas lâmpadas vermelhas. Pessoas observam. "É uma ambulância de uma cidade de Hubei, que fica na província de origem do vírus", diz Si Lao. Cesar Matiusso diz que no frame dá pra ler na ambulância "Centro de emergência da cidade de Suizhou", que fica na província de Hubei, cuja capital é Wuhan.
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Imagens mostram prateleiras de um supermercado vazias e uma movimentação de clientes com máscaras. "A pessoa diz que está ficando louca. Isso aconteceu em Wuhan no primeiro dia de cidade fechada. As pessoas ficaram com medo e foram ao mercado. Pode ser referente a esse acontecimento, mas é um palpite", diz Si Lao.
AUTOR: G1
sexta-feira, 10 de janeiro de 2020
NO CEARÁ, FALSOS MÉDICOS QUE ATUAM NO MACIÇO DE BATURITÉ, SÃO ALVOS DE MANDADOS DE PRISÃO EM OPERAÇÃO POLICIAL
Uma operação da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) cumpre, na manhã desta sexta-feira (10), quatro mandados de busca e apreensão e quatro de prisão contra falsos médicos que trabalham em unidades hospitalares da Região do Maciço do Baturité.
A operação denominada "Filhos de Hipócrates" cumpre os mandados nos municípios de Alto Santo, Fortaleza, Paraipaba e Tabuleiro do Norte.
O órgão deve repassar mais informações ao longo do dia.
AUTOR: G1/CE
terça-feira, 31 de dezembro de 2019
EM FORTALEZA (CE), HOMEM É PRESO AO GASTAR R$ 40 MIL EM INGRESSOS DE FESTA DE REVEILLON COM CARTÕES CLONADOS
A Polícia Civil do Estado do Ceará prendeu na manhã desta segunda-feira (30) um suspeito de comprar ingressos para a festa particular de réveillon de um hotel de Fortaleza com cartões clonados. De acordo com a Polícia Civil, Rafael Fernandes da Silva, que também utilizou identidade falsa na ação, obteve cerca de R$ 41.040 em entradas, em uma compra pela internet.
Segundo o delegado Carlos Teófilo, da Delegacia de Defraudações, Rafael Fernandes, de Brasília, já havia recebido 13 ingressos físicos, cada um no valor de R$ 1.800, nesse domingo (29), no hotel onde acontecerá o evento de Ano-Novo.
"Representantes do hotel procuraram a delegacia com a informação de que um homem veio resgatar alguns ingressos ontem e, quando foi na manhã de hoje, ele retornou ao lugar com um nome diferente, identificando-se como Danilo. Os representantes do evento, ao perceberem a similaridade da grafia da assinatura, dos dois dias, acionaram a polícia.
Carlos Teófilo afirmou que o suspeito, preso em flagrante, atuava com um outro homem e comprou os ingressos pela internet, com cartões de crédito clonados. Conforme o delegado, Rafael afirmou que a dupla pretendia praticar vender as entradas em frente ao hotel nesta terça-feira (31), na véspera de Ano-Novo.
“Ele disse que havia perdido o emprego em Brasília e, por isso, após contatar um homem, o qual ele não soube informar a identidade, veio a Fortaleza para realizar o estelionato com o parceiro. Um dos cartões utilizados na compra, inclusive, pertence a um professor de Brasília.”
Alerta
O delegado alertou a população em relação à compra de ingressos vendidos por cambistas. Segundo o delegado, a prática pode resultar em prisão.
O delegado informou ainda que Rafael foi autuado por estelionato e por uso de documentos falsos. A Polícia Civil investiga a participação do outro suspeito na ação.
AUTOR: G1/CE
sábado, 28 de dezembro de 2019
NO BAIRRO MUCURIPE, EM FORTALEZA (CE), MULHER É PRESA PELA PF COM MAIS DE R$ 32 MIL EM CÉDULAS FALSAS
Mais de R$ 39 mil em cédulas falsas foram apreendidos e uma jovem de 19 anos foi presa na manhã desta sexta-feira (27) em uma residência no bairro Mucuripe, em Fortaleza.
A suspeita, cuja identidade não foi revelada, já havia sido presa em março deste ano pelo mesmo crime.
Crime da moeda falsa
O crime de moeda falsa, segundo a Polícia Federal, tem penas de reclusão de 3 a 12 anos e multa. Somente em dezembro deste ano, sete pessoas foram presas em flagrante e um adolescente foi apreendido com cédulas falsas recebidas pelos Correios.
AUTOR: DN
sábado, 21 de dezembro de 2019
EM FORTALEZA (CE). HOMEM QUE SE PASSAVA POR POLICIAL CIVIL PARA EXTORQUIR TRAFICANTES, É PRESO
Um homem que extorquia traficantes de drogas se passando por policial civil foi preso em flagrante na última sexta-feira (20) em Caucaia, na Grande Fortaleza.
Manuel passou a ser investigado pela Polícia Civil do Estado do Ceará após realizar disparos com armas de fogo contra a residência de uma pessoa.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), o falso policial deve ser indiciado por falsificação de documento público, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Ele já respondia pelo último crime.
AUTOR: G1/CE
sexta-feira, 20 de dezembro de 2019
EM SOBRAL (CE), POLÍCIA FECHA CLÍNICA CLANDESTINA E CAPTURA ADOLESCENTES QUE FINGIAM SER DENTISTAS
A Polícia Civil fechou, nesta quinta-feira (19), uma clínica odontológica clandestina e capturou dois irmãos gêmeos de 15 anos suspeitos de se passarem por dentistas no local, que também funcionava como laboratório, no bairro do Junco, em Sobral.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o Conselho Regional de Odontologia realizou uma denúncia acerca da clínica onde havia pessoas exercendo ilegalmente a profissão de dentista.

sábado, 14 de dezembro de 2019
NO CEARÁ, APREENSÃO DE NOTAS FALSAS NESTE ANO JÁ É 6 VEZES MAIOR QUE O ANO PASSADO; 23 PESSOAS JÁ FORAM PRESAS
Os números de apreensões de cédulas falsas, assim como os flagrantes dessas ocorrências e o montante recolhido cresceram no Ceará em 2019. O POVO solicitou os números à Polícia Federal (PF) após uma apreensão e duas prisões durante essa semana de mais de R$ 3 mil em notas falsas em dois municípios do estado. Os dados são referentes até 9 de dezembro deste ano.
Neste ano, 7.617 notas falsas já foram apreendidas. O número é cerca de seis vezes maior que o registrado em 2018, quando as operações resultaram em 1.173 apreensões, representando um aumento percentual de 540,8%.
As apreensões em dinheiro também foram expressivas e apresentaram aumento no comparativo. O valor total apreendido em 2019 foi de R$ 227.075,00, enquanto que no ano passado o montante foi R$ 89.540,00.
As ocorrências registradas no Ceará já chegam a 20 neste ano. Em 2018, foram 11 ocorrências. Resultantes destas ocorrências citadas, 23 pessoas foram presas em flagrantes neste ano - aumento de 8 casos, se comparado aos 15 flagrantes em 2018.
Não estão incluídos nesses dados as três apreensões e as duas prisões realizadas nesta semana no Ceará, segundo a PF.
Casos
Na quarta-feira, 11, um jovem de 19 anos foi preso na agência dos Correios, no bairro Monte Castelo, em Fortaleza. Ele estava com duas encomendas postais, contendo 12 cédulas falsas de R$ 100 e uma de R$ 20.
No dia seguinte, um paraense foi preso em Tejuçuoca com 45 cédulas de R$ 20. Na sexta-feira, uma encomenda postal foi apreendida com 20 notas falsas de R$ 50 também na Capital. Não houve prisão nesse caso.
A PF alerta a população a observar os elementos de segurança e autenticidade das cédulas verdadeiras. Em caso de recebimento, não repassar a terceiros e comunicar à autoridade policial mais próxima. As instruções de verificação, bem como as orientações de como proceder em caso de recebimento de cédulas falsas, constam no portal do Banco Central do Brasil.
De acordo com o órgão, essas ações são resultados dos trabalhos desenvolvidos pela área de inteligência no combate a esse tipo de delito. Segundo as investigações, há indícios de remessa regular de cédulas falsas para o Ceará.
AUTOR: O POVO
quarta-feira, 11 de dezembro de 2019
EM RONDÔNIA, MECÂNICO VESTIDO DE MULHER É PRESO AO TENTAR FAZER PROVA DO DETRAN NO LUGAR DA MÃE
Um mecânico de 43 anos foi preso ao se vestir de mulher e tentar fazer uma prova prática do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) no lugar da mãe.
O G1 ligou para a autoelétrica de Heitor, mas as ligações não foram atendidas. A reportagem também tenta contato com a defesa do suspeito e ainda não obteve retorno.
De acordo com a Polícia Militar (PM), uma servidora da comissão examinadora do Detran desconfiou que o homem que fazia a prova não era a a mesma pessoa do documento de identidade apresentado aos avaliadores.
O mecânico já estava dentro do carro fazendo a prova de baliza quando outro servidor da autarquia chamou a PM para abordar o suspeito.
Ao chegarem no local da prova do Detran, os policiais constataram que o homem tentava se passar pela mãe e deram voz de prisão a ele.
O suspeito então disse aos policiais que a mãe estava no distrito de Triunfo, em Candeias do Jamari (RO), e não sabia da tentativa dele de se passar por ela no exame de direção. O mecânico foi levado à Central de Polícia em Porto Velho.
Segundo a Polícia Civil, Heitor teve o flagrante confirmado e permaneceu preso por ter sido enquadrado nos crimes de estelionato tentado e falsidade ideológica.
Segundo o poder judiciário do estado, o suspeito deve passar por uma audiência de custódia nesta quarta-feira (10).
AUTOR: G1/RO
POLÍCIA ALERTA: CRIMINOSOS USAM WHATSAPP EM GOLPE DE TRANSFERÊNCIAS BANCÁRIAS
A vítima conta que o golpe aconteceu na última quarta-feira (4), enquanto estava no trabalho. Por mensagem, uma colega pediu a transferência para a conta de um dos seus clientes, já que a dela não estava funcionando.
Ela afirma que, ao fazer a transferência, ligou para a amiga, que alegou não ter solicitado o depósito e que o aparelho celular dela havia sido hackeado. “Minha colega disse que o hackeamento aconteceu após ela entrar em um site de compras”.
Cuidado com dados pessoais
De acordo com o delegado Eduardo Tomé, da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF), em Fortaleza, os golpes são realizados a partir da disponibilização de dados pessoais em falsos cadastros de empresas bancárias e comerciais que entram contato com as vítimas.
“Eles se aproveitam da boa fé das pessoas ao mandar um link para pedir atualizações de segurança, alegando que não utilizarão as informações pessoais do usuário.
O delegado diz que os estelionatários montam um perfil falso das vítimas que tiveram o aplicativo de mensagens fraudado.
Outras vítimas
A vítima disse que teve colegas de trabalho que também foram alvo da fraude e que o golpista teria informado que é detento em de uma penitenciária do Ceará, chegando a ameaçá-la.
O delegado da DDF instrui a população para que tenha cautela ao disponibilizar dados e, também, ao fazer transferências. “É importante ressaltar que, antes de fazer qualquer depósito ou pagamento, deva ser feito o contato com quem pediu aquela quantia de dinheiro. Pois você pode pensar que está falando com o seu amigo, mas está falando com um estelionatário”.
Segundo Tomé, as festas de fim de ano e o recebimento do 13º salário intensificam a ocorrência de golpes.
AUTOR: DN
segunda-feira, 25 de novembro de 2019
NO CEARÁ, DELEGACIA INVESTIGA 500 INQUÉRITOS INSTAURADOS SOBRE FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS
Tentativas de emissão de identidades com informações falsas e o próprio uso de documentos ilegal vem chamando atenção da Polícia Civil do Ceará. Neste ano de 2019, só na Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF), foram contabilizados, aproximadamente, 500 inquéritos para apurar estes tipos de crimes.
Conforme o titular da DDF, delegado Eduardo Tomé, não existe um perfil de suspeito. Entre os autuados há, inclusive, idosos que tentaram emitir documentos com dados de outras pessoas com objetivo de fraudar a Previdência Social. De janeiro deste ano até a última quarta-feira (20), 21 pessoas foram presas em flagrante, por policiais da DDF, em posse de documentos falsificados.
Parte dos flagrantes aconteceu com apoio da Coordenadoria de Identificação Humana e Perícias Biométricas da Perícia Forense do Ceará (Pefoce). O trabalho da Pefoce, de cruzar informações contidas em um banco de dados, vem impedindo que suspeitos recebam identidades falsas.
Cadastros
Felipe Moura, supervisor do núcleo de arquivo da Coordenadoria de Identificação da Pefoce afirma que há, aproximadamente, 14 milhões de registros no sistema, cada um deles com 10 impressões digitais.
"Temos um sistema de identificação humana. Antes de qualquer RG ser liberado ele passa por uma perícia. Temos uma área de perícia documentoscópica. Algumas falsificações são grosseiras, feitas pela internet mesmo", afirmou Felipe Moura. Eduardo Tomé acrescenta que o trabalho de impedir a emissão de um documento porque um crime foi descoberto tem poder de evitar muitos outros crimes.
Na prática
Um dos casos citado pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) foi o de um baiano foragido da Justiça. Em dezembro do ano passado, Ricardo Oliveira dos Santos, 28, foi preso em Fortaleza enquanto tentava tirar uma carteira de identidade no Ceará.

O cadastro dele foi analisado por servidores da Pefoce e houve levantamento junto aos órgãos de segurança do Estado da Bahia. A análise apontou que Ricardo Oliveira dos Santos já tinha identidade e contra ele havia um mandado de prisão em aberto, desde fevereiro de 2017. Já na delegacia, o suspeito confessou o crime.
AUTOR: G1/CE
quarta-feira, 20 de novembro de 2019
NA BAHIA, FALSO CÔNSUL LEVAVA VIDA DE OSTENTAÇÃO E PAGOU R$ 3 MILHÕES POR SHOW DE CLÁUDIA LETTE
Falso cônsul de Guiné-Bissau, Adailton Maturino fez fortuna no Oeste da Bahia a partir de 2015, quando uma área de 366 mil hectares, equivalente a cinco vezes o tamanho de Salvador, foi passada ao borracheiro José Valter Dias e a esposa Ildenir Gonçalves Dias por meio de uma portaria administrativa do Tribunal de Justiça.
Valter Dias e a esposa entraram com ação judicial possessória em 1985, um ano após os produtores – a maioria do Paraná – chegarem à região, incentivados pelo Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados.
O valor cobrado variava entre 25 e 80 sacas de soja por hectare, parcelado em até seis anos. A investigação do MPF aponta que o valor total pago pelos agricultores chegou a R$ 1 bilhão.
O relatório sobre o fluxo financeiro de Maturino, informa a decisão do STJ, aponta que entre 1º de outubro de 2013 até hoje ele movimentou quase R$ 34 milhões entre créditos e débitos, dos quais R$ 14,5 milhões “não apresentam origem e destino”.
Com tamanha fortuna, vivia uma vida de festas e luxos:
Em outro flanco, o MPF aponta dois assassinatos como queima de arquivo. Tratam-se de pessoas que seriam testemunhas de acordos sobre pagamento de propinas a magistrados.
Operação Faroeste
O processo conhecido como o maior caso de grilagem da história do país está no centro da Operação Faroeste, que levou ontem ao afastamento do presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ), Gesivaldo Britto, outros três desembargadores e dois juízes da Corte por suspeita de envolvimento em um esquema de venda de sentenças em ações sobre a posse de terras no Oeste baiano.
A investigação, antecipada em 14 de outubro pela coluna Satélite, do CORREIO, apontou, segundo o MPF, uma “teia de corrupção, com organização criminosa formada por desembargadores, magistrados e servidores do TJ, bem como advogados, produtores rurais e outros atores do referido estado, em um esquema de venda de decisões para legitimação de terras no oeste baiano”.
Presos
Os quatro presos, em caráter temporário de cinco dias, são Adailton Maturino; sua esposa, Geciane Maturino; Antônio Roque do Nascimento Neves, secretário judiciário do TJ e principal assessor de Gesivaldo Britto; Márcio Duarte Miranda, advogado e genro da desembargadora Maria do Socorro.
Adailton Maturino é apontado na investigação como idealizador e articulador de todo o esquema. Ele atuava como representante da Associação Profissional dos Trabalhadores na Corte e Tribunal de Mediação e Conciliação da Justiça Arbitral do Brasil, mesmo “sem qualificação técnica comprovada para atuar como mediador ou conciliador”. Além disso, apresentava-se falsamente como cônsul de Guiné-Bissau no Brasil.
De acordo com o MPF, Maturino escorava-se “na atuação de advogados e servidores do TJ, com intermediadores de venda de decisões judiciais por desembargadores e juízes, a fim de realizar gigantesco processo de grilagem no Oeste baiano”. Os investigadores afirmaram ainda que o esquema era baseado no uso de “laranjas” e empresas criadas para “dissimulação dos ganhos ilicitamente auferidos” pelo grupo desbaratado pela operação.
Dono de 13 CPFs em seu nome, Maturino apresentava-se também como juiz aposentado e mediador, além de ser apontado como juiz arbitral pela esposa, segundo o MPF, “sem que, na verdade, tenha exercido ou possua qualificação profissional para exercer qualquer dessas funções e cargos”. Antes, ele foi preso no Piauí ao tentar furtar um processo no Tribunal de Justiça daquele estado.
Cerco
Na manhã de ontem, cerca de 200 policiais federais cumpriram 40 mandados de busca e apreensão em gabinetes do TJ, fóruns, escritórios de advocacia, empresas e residências dos investigados em Salvador, Barreiras, Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cássia, na Bahia, e em Brasília (DF). Na lista, estão o juiz do TJ Márcio Braga e a advogada Karla Janayna Leal Vieira, sobrinha da desembargadora Maria da Graça e suspeita de receber valores que seriam destinados à magistrada.
Em nota, o TJ declarou que “foi surpreendido com esta ação da Polícia Federal” e que “ainda não teve acesso ao conteúdo do processo. “A investigação está em andamento, mas todas as informações dos integrantes do TJ serão prestadas, posteriormente, com base nos princípios constitucionais”.
Já a Ordem dos Advogados na Bahia considerou “indispensável uma apuração profunda e rápida”, disse que vai pedir cópia e acompanhar o processo e que, como sempre defendeu a presunção de inocência, “não fará qualquer juízo acerca da culpabilidade de quem quer que seja, até a conclusão das investigações”.
Do Jornal Correio para a Rede Nordeste
AUTOR: O POVO
terça-feira, 19 de novembro de 2019
EM FORTALEZA (CE), HOMEM QUE IMPORTUNAVA FAMÍLIAS COM NOTÍCIAS DE FALSO ESTUPRO DE CRIANÇAS É PRESO
Conforme as investigações, Francisco Juliano selecionava as crianças na internet e conseguia o contato dos pais.
Após representação por parte do 1° DP, o Poder Judiciário deferiu o mandado de busca e apreensão no imóvel de Juliano, residente no bairro Vila em Fortaleza.
Com o nome, o suspeito realizava os cadastros nas operadoras de telefonia. Em depoimento, ele confessou os crimes, mas até o momento, não houve a confirmação de nenhum crime sexual.
FONTE: SSPDS
AUTOR: TIANGUÁ AGORA
sexta-feira, 1 de novembro de 2019
GOLPE DO CONSÓRCIO: CASAL DE ESTELIONATÁRIOS É PRESO EM FORTALEZA (CE)
A Polícia Civil prendeu um casal de estelionatários suspeito de aplicar golpes na venda de consórcios em Fortaleza. A prisão foi realizada na manhã da quinta-feira (31/Out).
Após um trabalho de investigação e levantamentos de informações, os policiais chegaram até o ex-funcionário de uma concessionária Alisson de Almeida Fortunato, 28 anos e a companheira dele Liliane Gomes da Silva, 42 anos, que já responde por dois crimes de estelionato.
Segundo as investigações eles colocavam um anúncio em um aplicativo de vendas sobre cartas de crédito para veículos. Eles marcavam o encontro com as vítimas, devidamente fardados com a blusa da empresa, já que Alisson trabalhou na concessionária por quatro meses, levavam contratos que eram assinados, solicitavam uma entrada e nunca mais apareciam.
Com eles, a Polícia apreendeu um vasto material de documentos falsificados e formulários de consórcios prontos para serem preenchidos.
Diante disso, a dupla e todo o material apreendido foram levados para a unidade policial que é responsável pela área do Centro, onde após os procedimentos legais, foram autuados por estelionato e falsificação de documento particular.
Fonte: SSDPDS
AUTOR: TIANGUÁ AGORA
quarta-feira, 30 de outubro de 2019
ALERTA: SAIBA COMO DETECTAR VAGAS DE EMPREGO FALSAS NA INTERNET
De acordo com Tais Targa, job hunter e coach de empregabilidade, a oferta de vagas se transformou em um negócio. E alguns sites, para manter o número de acessos, “fabricam vagas” ou mantêm anunciadas oportunidades de trabalho que já foram preenchidas ou canceladas.
“Sempre vi vagas falsas anunciadas até em jornal, porque a vantagem para quem as divulga é ter acesso a dados privilegiados das pessoas, e porque há ainda empresas que vivem disso: elas divulgam vagas e cobram das contratantes e dos candidatos. Então são bancos online de currículo”, diz.
Tais explica que há sites de emprego que anunciam vagas que não existem ou já existiram, mas já foram fechadas, com o intuito de chamar a atenção de candidatos, que acabam se cadastrando, fornecendo seus dados ou pagando mensalidade para serem selecionados para entrevistas.
“Se não vejo vagas boas no site eu não me cadastro nem pago mensalidade. Então há empresas que anunciam vagas que não existem ou são velhas para que os candidatos pensem que vale a pena se cadastrar e pagar mensalidade. E há ainda empresas de recolocação que anunciam as vagas, chamam a pessoa para a entrevista, mas na verdade a vaga não existe. Eles querem vender um serviço de recolocação, um treinamento, ou dizem que vão cobrar do profissional para ele participar do processo seletivo. Isso é golpe”, diz.
Outra situação, segundo Tais, são consultorias de recursos humanos que não retiram as vagas que já foram fechadas ou estão suspensas para não mostrar o número real de vagas, que é bem pequeno, o que, comercialmente, não é bom para a empresa.
A consultora diz que pode ocorrer ainda a divulgação de vagas falsas em redes sociais como o LinkedIn. “Se você tem um CNPJ e um e-mail você consegue entrar lá e divulgar qualquer vaga e é humanamente impossível ligar para todo mundo pedindo comprovação de que a vaga está aberta. Você confia nas empresas que têm CNPJ ativo e um domínio de e-mail próprio, só que algumas empresas usam de má-fé e divulgam vagas que não existem. Querem dados, querem mailing ou querem outros dados de pesquisa do profissional. No LinkedIn, qualquer pessoa pode denunciar uma vaga falsa e eles cancelam. Então o usuário tem que ter essa percepção”, afirma.
O LinkedIn informa que incentiva os usuários a denunciar as vagas consideradas fraudulentas e que tem ferramentas de monitoramento e funcionários que trabalham na prevenção e remoção de vagas de emprego falsas.
Outra situação que pode ocorrer é a divulgação de vagas que não existem pelo WhatsApp. Em agosto, centenas de candidatos formaram fila no Sistema Nacional de Empregos (Sine), em Niterói (RJ). Eles alegaram que receberam o anúncio, por meio de áudios no WhatsApp e por meio de postagens no Facebook, de que haveria inauguração de uma suposta sede do Sine na cidade, com milhares de vagas. A polícia abriu uma investigação para saber quem foram os responsáveis.
Veja dicas de Tais para saber se a vaga é falsa e como usar a internet a seu favor na busca por emprego:
Observe o tempo de divulgação da vaga. Alguns sites indexam vagas anunciadas em outras páginas, inclusive no próprio LinkedIn. Isso não é problema. Mas é importante observar por quanto tempo a vaga está aberta. Se ela estiver lá há semanas ou meses, possivelmente já foi preenchida.
Verifique a que consultoria ou empresa a oportunidade está vinculada e vá diretamente ao site desta empresa. Lá você poderá checar se existe alguma vaga com as mesmas características ou requisitos.
Caso a oportunidade não esteja listada na página, é possível entrar em contato por telefone ou e-mail com a consultoria ou empresa para verificar, pois existem duas possibilidades. A primeira delas é que se trata de uma vaga antiga que já foi preenchida. A segunda é o site da própria consultoria não estar atualizado. Na maioria dos casos, a vaga já foi preenchida. Isso acontece porque muitas dessas páginas vendem assinaturas “premium” e lucram com anúncios de patrocinadores. Portanto, quanto mais visualizações e volume de vagas elas tiverem, melhor.
Se a mesma vaga de emprego é divulgada em diferentes sites, candidate-se em todas as páginas, ainda que não consiga ter certeza se a oportunidade é, de fato, verdadeira. Se você se candidata em três lugares diferentes para a mesma vaga, tem três vezes mais chances de ter seu currículo avaliado do que quem se candidatou apenas uma vez. E lembre-se de fazer um “print” da vaga para a qual se candidatou, pois, às vezes, você é chamado para a entrevista e o link da posição já expirou e daí não lembra os requisitos. Esta informação é bastante válida para saber o que enfatizar no momento da entrevista.
Em caso de haver contato telefônico após o cadastro para a vaga, preste atenção aos detalhes para saber se a oportunidade é falsa. Os indicativos são salário bem superior ao que você está pretendendo, a proposta geralmente é muito boa e a pessoa tentará te seduzir para ir à entrevista. E, o principal indicativo é a pessoa dizer que você tem que pagar para participar do processo seletivo.
Há ainda as vagas confidenciais, que são usadas pelas empresas como chamariz para captar currículos de candidatos. Por exemplo, a empresa quer contratar alguém para substituir um funcionário que ainda não foi demitido e não quer ele saiba do processo seletivo. Então ela anuncia uma vaga que não existe para receber currículos e selecionar candidatos para a oportunidade que abrirá em breve. Nesse caso, não será possível saber a empresa que está contratando nem maiores informações sobre a vaga, portanto, não será possível ter a certeza de que a vaga é verdadeira. Mas é possível pesquisar na internet os dados da vaga para ver se há outras pessoas comentando sobre a oportunidade.
Desconfie das seguintes situações:
Anúncios de vaga sem o nome do cargo e nenhum detalhe são altamente suspeitos. O candidato, ao pedir mais informações, recebe respostas com pedidos como envio de documentos para cadastro ou até depósito para cobrir custos da seleção ou de passagens e hospedagem para o local da entrevista.
Vagas com benefícios generosos dificilmente chegam por e-mail sem que o profissional tenha se candidatado ou tenha feito contato mostrando interesse na oportunidade. Ao oferecer essas vantagens, o falso recrutador consegue a atenção do candidato, que acaba fornecendo os dados que o golpista quer.
Verifique se o e-mail vem de um domínio de endereços gratuitos - a maioria das empresas tem seu domínio próprio. Se o e-mail vier de um provedor de contas de e-mail gratuitas, desconfie, pois não é de propriedade de uma empresa e pode ser de qualquer usuário do provedor. Em caso de suspeita, pesquisa na internet a origem do domínio.
Áudios de pessoas desconhecidas compartilhados em grupos de WhatsApp anunciando vagas abertas e até o local da seleção. Nesse caso, antes de se dirigir ao local, pesquisa se essas vagas realmente existem e se o local anunciado fará mesmo o recrutamento.
AUTOR: G1
ALERTA: EM PERFIL FALSO HOMEM SE PASSA POR CINEASTA CEARENSE PARA CONSEGUIR IMAGENS ÍNTIMAS DE ATRIZES
Um perfil falso no Instagram estava se passando pelo cineasta cearense Guto Parente para conseguir imagens íntimas de atrizes. Ele atraía as vítimas chamando-as para um espécie de teste de elenco de um longa que seria gravado em 2020. Para participar da seleção, elas teriam que reproduzir uma cena, escolhida por ele, de nu total.
Uma das vítimas, a atriz Thai Maciel, desconfiou do pedido e entrou em contato, através de um conhecido, com o verdadeiro Guto, que não possui perfil em nenhuma rede social. "Achei muito esquisito. Por sorte, descobri que a cena enviada para a reprodução não era um projeto dele, era de um curta chamado 'A hospedeira' e um amigo estava no elenco. Entrei em contato com esse ator e também com outro amigo que conhecia, de fato, o cineasta Guto Parente", escreveu em seu perfil no Facebook.
A artista também compartilhou alguns registros da conversa que teve com o perfil falso. Em um dos trechos, ele pede para que ela regrave a cena solicitada completamente nua para "conseguir o papel". "Tenham cuidado com esse tipo de abordagem. Jamais achei que eu pudesse cair em um golpe dessa forma. A pessoa estudou muito bem o meu perfil, disse que havia visto meu material, a minha peça. Essas situações mexem muito com nosso emocional", finalizou Thaiane.
Ao O POVO Online, Guto afirmou que já acionou seu advogado e que pretende entrar com um processo contra a pessoa por trás do perfil falso. Já Thai compareceu a Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC) de São Paulos para registrar Boletim de Ocorrência (B.O.).
O cineasta afirmou que chegou a entrar em contato com o dono do perfil por meio da rede social de sua produtora. "Mandei um áudio me identificando, mas ele não respondeu", disse. A conta foi excluída pouco tempo depois da denúncia ter sido feita.
O diretor ainda classificou o ato como "nojento e repugnante". De acordo com ele, outras atrizes teriam sido aliciadas pelo suspeito.
Thai Maciel11 h ·
AMIGOS, Atenção: perfil falso está se passando por um diretor de cinema e está aplicando golpe de pedir material de nudez de atrizes.
Um perfil falso me mandou mensagem no instagram, dizendo ser o cineasta Guto Parente. É assim que está o nome no instagram, @gutoparente. NÃO É O DIRETOR!!! A abordagem foi muito bem pensada. Ele disse que tinha visto o meu material, perguntou se eu havia feito algum longa e me convidou pra fazer um teste para o próximo projeto dele, que seria gravado no meio de 2020. Me enviou uma cena e pediu para que eu a reproduzisse. Era um email com o nome do cineasta, com informações sobre o projeto, tudo muito convincente. Fiz o vídeo, enviei pra ele.
Ele disse que havia adorado a cena, mas se eu teria problema em fazer um nu total, porque no filme seria assim. Eu disse que no filme não seria um problema. Então a pessoa me pediu pra refazer a cena com um nu total. Achei muito esquisito. Por sorte, descobri que a cena enviada para a reprodução não era um projeto dele, era de um curta chamado "A hospedeira" e um amigo estava no elenco. Entrei em contato com esse ator e também com outro amigo que conhecia, de fato, o cineasta Guto Parente.
Consegui o contato do Guto, que não tem redes sociais, nem instagram, nem facebook, e estamos tomando as devidas providências.
Tenham cuidado com esse tipo de abordagem. Jamais achei que eu pudesse cair em um golpe dessa forma. A pessoa estudou muito bem o meu perfil, disse que havia visto meu material, a minha peça.
Essas situações mexem muito com nosso emocional. Ser ator, atriz é MUITO difícil. A gente quer trabalhar. O tempo todo somos postos à prova, temos que cuidar do nosso emocional, da nossa auto-estima e ainda aparece esse tipo de situação que nos desestabiliza. Sou atriz desde criança. Nunca achei que fosse passar por isso.
Então tenham cuidado. Verifiquem as informações antes, entrem em contato com pessoas próximas. Não se exponham! Sei que queremos trabalhar, que é a nossa profissão, mas precisamos nos cuidar.
Cuidado com a internet!!! Cuidado com o que pedem pra vocês!!!
AUTOR: O POVO
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
EM MINAS GERAIS, HOMEM É ACUSADO DE ENGANAR E ESCRAVIZAR SEXUALMENTE MAIS DE 170 MULHERES
“Eu quero me entregar completamente como escrava para você. Quero que você me use do jeito que você quiser e de todas as formas.”
“Estou disposta a fazer tudo o que você me mandar. E a cumprir com as punições caso eu te desobedeça. Serei eternamente sua escrava.”
Esses depoimentos foram feitos por mulheres que estavam sendo ameaçadas e coagidas por um homem acima de qualquer suspeita, mas que, segundo a polícia, era na verdade um estuprador em série.
Roney Schelb escolhia suas vítimas nas redes sociais. Ele se aproximava das mulheres, prometia pagar por nudes - fotos e vídeos sensuais -, enviava falsos recibos de transferência bancária e depois que recebia as primeiras imagens, começavam as chantagens.
“Ele fazia uma promessa que variava de 4 a 10 mil reais apenas para algumas fotografias e alguns vídeos em poses sensuais. Só que, já de posse desses vídeos, de posse dessas fotografias, ele os utilizava para extorquir as vítimas, alegando que iria divulgar isso para familiares, iria divulgar isso para amigos, e no seu local de trabalho”, conta o delegado Magno Machado Oliveira.
“A primeira coisa que eu pensei foi na minha família. Como eles iriam me olhar depois disso”, relembra uma vítima. “Ele pedia muito arquivo durante o dia. Eram mais de vinte vídeos e fotos todos os dias. E era obrigado a mandar. E ele pedia para tirar as fotos de calcinha e sutiã”, conta outra vítima.
Roney era líder em um grupo de jovens da Renovação Carismática de uma igreja católica em Muriaé, na Zona da Mata Mineira. Mas, de acordo com a investigação da Polícia Civil, toda essa religiosidade era parte de um personagem criado por ele. E ele teria criado vários. Os outros tinham nome, sobrenome e até perfis nas redes sociais. Que, de acordo com os investigadores, foram criados pra que ele conseguisse enganar e estuprar mulheres.
Ele controlava cinco perfis falsos em redes sociais e aplicativos de troca de mensagens. A vítima acreditava que estava conversando com várias pessoas, mas na verdade todas as mensagens eram escritas por Roney.
“Achávamos que se tratava de uma quadrilha, de uma organização de favorecimento à prostituição, sendo que a pessoa agia sozinha”, explica o delegado.
Numa palestra para os jovens da igreja, ele chegou a citar o livro “Cinquenta Tons de Cinza”. Na história, um milionário elabora um contrato de submissão com uma mulher.
A polícia encontrou um contrato de escravidão consentida - com elementos que lembram o contrato do filme - na casa do suspeito. O documento, assinado por uma das vítimas, diz que ela teria que fazer tudo que ele quisesse, sem limites.
O contrato criado por Roney estabelecia que as mulheres autorizassem que ele as agredisse com a força que quisesse e a qualquer momento. “É uma aberração jurídica, não há qualquer fundamento prático, legal, pra ele obrigar uma pessoa a assinar esse tipo de contrato. É uma coisa que não existe no mundo jurídico”, diz o delegado.
A investigação começou depois que uma das mulheres decidiu procurar a Delegacia de Crimes Cibernéticos. Com um mandado de busca e apreensão, a polícia foi até a casa de Roney, na região metropolitana de Belo Horizonte, e encontrou, um arquivo detalhado com todas as informações das vítimas - tratadas por ele como escravas sexuais. Ao todo, 173 mulheres, de 11 estados e do Distrito Federal.
“Ele sabia onde eu trabalhava. Ele sabia o nome da minha mãe. Ele sabia qual igreja a minha mãe frequentava. Então, assim, sabia praticamente tudo”, diz uma vítima. “Falava com a gente que ia matar nossa família”, conta uma outra vítima.
Os investigadores descobriram que várias mulheres foram obrigadas a se encontrar pessoalmente com ele e então foram estupradas. “Queria ter relação comigo e gravar todo o dia, mesmo eu não querendo. Eu não podia falar nem para minha melhor amiga. Porque se ele ficasse sabendo que eu estava falando para alguém, ele poderia vir atrás de mim”, diz uma vítima.
As vítimas dizem ainda que ele as obrigava a fazer sexo sem preservativo. “Você ainda não fez exames médicos?”, questiona o repórter. “Não. Ainda não tive essa coragem. É o que mais me apavora”, admite uma das mulheres.
Mulheres de outros estados também eram chantageadas pela internet. "É o chamado estupro virtual, porque essas mulheres eram obrigadas a fazer sexo com terceiros ou praticar sexo com animais, gravar esses vídeos e enviar para o Roney", explica o delegado.
A polícia identificou oito menores de idade entre as vítimas. Roney negou todas as acusações: “Quando se fala em estupro se imagina atos de violência ou alguma coisa do tipo. Eu nunca fiz nada disso, eu sou inocente."
Ele vai responder por diversos crimes de estupro e violação sexual mediante fraude. ”Era um cidadão sádico, que praticou um grande número de crimes. Crimes contra a dignidade sexual das mulheres. Crimes contra a humanidade. Uma vez que ele fazia essas mulheres de escravas, da forma mais covarde e assustadora que tivemos notícias”, afirma o delegado Magno Machado.
“Uma pessoa ser violentada, dessa maneira que a gente foi, eu acho que ninguém consegue imaginar. Eu não dormia, eu não trabalhava, eu não comia. Por causa das ameaças dele. Espero muito que a justiça seja feita", afirma uma vítima. "O que ele fez com a gente não é humano, não”, conta outra mulher.
AUTOR: G1/MG



















