Oscar Rodrigues, da Gorj (Foto: Divulgação)
O município de Sobral será sede de uma montadora de aviões. Com o valor global de R$ 60 milhões, a Gorj Aeronaves, pertencente ao Grupo Oscar Rodrigues Júnior, deve iniciar as atividades no próximo ano.
“Os projetos arquitetônicos e aeronáuticos estão concluídos. Estamos na fase de formatação dos preços dos componentes. Precisaremos de seis meses para começar”, reforça o empresário Oscar Rodrigues.
As peças serão compradas no mercado nacional, mas também do exterior para a montagem das aeronaves. Os aviões produzidos serão monomotores e bimotores com capacidade de transporte para dois, quatro e seis passageiros. “Nossa previsão inicial é de oito aeronaves produzidas por mês. Os preços das aeronaves vão depender das cotações que estamos iniciando no momento”, confirma. A comercialização será para o mercado interno.
Sobre o número de empregos gerados, Oscar Júnior afirma que a empresa analisa a contratação de mão de obra especializada no Ceará, mas deve “importar” profissionais de outros estados. “Temos de definir com o Recursos Humanos o quantitativo de vagas. Haverá a necessidade de contratar gente de fora”. O terreno para abrigar a unidade é de 200 hectares e foi comprado por R$ 3,5 milhões.
Call center
O município também deve receber um empreendimento voltado à área de call center. De acordo com a secretária de Tecnologia e Desenvolvimento Econômico de Sobral, Daniela Costa, as tratativas foram iniciadas com a companhia. O nome não foi revelado.
O valor das obras de infraestrutura deve girar entre R$ 25 e R$ 28 milhões - sem contar a parte de aquisição de equipamentos.
“A empresa terá como foco a questão do primeiro emprego”, adianta. No total serão gerados entre 1.500 e 2 mil postos de trabalhos em Sobral. A expectativa é de início de atividades ainda no primeiro semestre de 2016. Daniela afirma que irá analisar junto com a Prefeitura os incentivos à instalação da empresa. A perspectiva é dilatar para outros empreendimentos como hotéis e shopping centers.
Ela destaca que o próximo passo é iniciar um projeto de fomento ao polo de moda íntima da cidade de Sobral e distritos vizinhos.
AUTOR: O POVO
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quinta-feira, 6 de agosto de 2015
terça-feira, 7 de outubro de 2014
ECLIPSE LUNAR TOTAL ACONTECE NO INÍCIO DA MANHÃ DESTA QUARTA-FEIRA
A Lua vermelha durante um eclipse lunar total vista de Burbank, na Califórnia, em abril de 2014. (Foto: Kevin Winter / Getty Images / AFP Photo)
Um eclipse da Lua, fenômeno também conhecido como 'Lua de sangue' deve acontecer no início da manhã desta quarta-feira (8). Este é o segundo eclipse lunar total dos quatro que devem ocorrer entre este ano e o ano que vem.
Caso as condições ambientais permitam, o eclipse deve ser visível a observadores na América do Norte, Austrália, oeste da América do Sul e partes do leste da Ásia.
No Brasil, de acordo com o astrônomo Cássio Barbosa, professor da Universidade do Vale do Paraíba e autor do blog Observatório, do G1, o fenômeno será mais visível no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazônia, Rondônia, Acre e oeste do Pará. Porém, a visibilidade não deve ser muito boa e durará pouco tempo, atingindo o pico entre 6h e 6h30. A melhor visibilidade, segundo o astrônomo, será no Pacífico.
Para quem quiser ver o fenômeno online, a agência espacial americana (Nasa) vai transmitir ao vivo o eclipse e também uma conversa com especialistas sobre o tema a partir das 2h da manhã (horário de Brasília).
Um eclipse lunar ocorre quando a Terra faz uma sombra que bloqueia a luz solar que normalmente é refletida na Lua. O fenômeno ocorre quando Sol, Terra e Lua estão alinhados.
A cor avermelhada, que rendeu o apelido de "Lua de sangue" ao eclipse lunar, tem origem na passagem dos raios solares pela atmosfera da Terra, dispersando a luz vermelha e laranja.
AUTOR: G1/SP
Um eclipse da Lua, fenômeno também conhecido como 'Lua de sangue' deve acontecer no início da manhã desta quarta-feira (8). Este é o segundo eclipse lunar total dos quatro que devem ocorrer entre este ano e o ano que vem.
Caso as condições ambientais permitam, o eclipse deve ser visível a observadores na América do Norte, Austrália, oeste da América do Sul e partes do leste da Ásia.
No Brasil, de acordo com o astrônomo Cássio Barbosa, professor da Universidade do Vale do Paraíba e autor do blog Observatório, do G1, o fenômeno será mais visível no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazônia, Rondônia, Acre e oeste do Pará. Porém, a visibilidade não deve ser muito boa e durará pouco tempo, atingindo o pico entre 6h e 6h30. A melhor visibilidade, segundo o astrônomo, será no Pacífico.
Para quem quiser ver o fenômeno online, a agência espacial americana (Nasa) vai transmitir ao vivo o eclipse e também uma conversa com especialistas sobre o tema a partir das 2h da manhã (horário de Brasília).
Um eclipse lunar ocorre quando a Terra faz uma sombra que bloqueia a luz solar que normalmente é refletida na Lua. O fenômeno ocorre quando Sol, Terra e Lua estão alinhados.
A cor avermelhada, que rendeu o apelido de "Lua de sangue" ao eclipse lunar, tem origem na passagem dos raios solares pela atmosfera da Terra, dispersando a luz vermelha e laranja.
AUTOR: G1/SP
domingo, 14 de setembro de 2014
VÍDEO MOSTRA AURORA BOREAL NO ALASCA
Vídeo gravado pelo usuário Todd Salat mostra a aurora boreal registrada na região centra do Alasca, nos Estados Unidos (Foto: Reprodução/YouTube/Todd Salat)
Um vídeo postado no YouTube mostra o fenômeno da aurora boreal na madrugada desta sexta-feira (12) no céu do Alasca, Estados Unidos. A dança das cores é consequência de duas tempestades solares que atingiram a Terra entre quinta-feira e esta sexta.
Um vídeo postado no YouTube mostra o fenômeno da aurora boreal na madrugada desta sexta-feira (12) no céu do Alasca, Estados Unidos. A dança das cores é consequência de duas tempestades solares que atingiram a Terra entre quinta-feira e esta sexta.
A aurora boreal é resultado da energia liberada por campos magnéticos solares. Na Terra, essa energia interage com oxigênio e nitrogênio para produzir um show de luzes vermelhas, verdes e roxas.
No início da semana, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) havia emitido alerta sobre a potência das ejeções de massa coronal (ou CMEs, na sigla em inglês), que poderiam causar interrupções em sinais de GPS, comunicações por rádio e transmissões de energia.
Individualmente, as tempestades não justificariam advertências especiais, mas o curto intervalo atípico e sua rota direta para o planeta levou o órgão a divulgar comunicado. Até o momento, nenhum dano grave foi registrado nos sistemas terrestres.
De acordo com site da NOAA, neste sábado a Terra ainda está sob influência da tempestade geomagnética e seus efeitos devem permanecer por um curto prazo.
Com visão privilegiada do fenômeno, o astronauta americano Reid Wiseman, que está na Estação Espacial Internacional, postou duas fotos mostrando a aurora boreal sobre parte da Terra.
No início da semana, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) havia emitido alerta sobre a potência das ejeções de massa coronal (ou CMEs, na sigla em inglês), que poderiam causar interrupções em sinais de GPS, comunicações por rádio e transmissões de energia.
De acordo com site da NOAA, neste sábado a Terra ainda está sob influência da tempestade geomagnética e seus efeitos devem permanecer por um curto prazo.
Com visão privilegiada do fenômeno, o astronauta americano Reid Wiseman, que está na Estação Espacial Internacional, postou duas fotos mostrando a aurora boreal sobre parte da Terra.
Aurora boreal sobre a Terra vista da Estação Espacial Internacional (Foto: Reprodução/Twitter/@astro_reid)
Imagem captada pelo astronauta americano Reid Wiseman, que está na Estação Espacial Internacional, mostra a aurora boreal sobre a Terra (Foto: Reprodução/Twitter/@astro_reid)
AUTOR: G1/SP
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
ASTEROIDE DE 20 METROS PASSARÁ PERTO DA TERRA NESTE DOMINGO, DIZ NASA
Ilustração mostra a órbita do asteróide '2014 RC' ao redor do sol; asteroide passará ao lado da Terra neste domingo (Foto: NASA/JPL-Caltech/Divulgação)
Um pequeno asteroide, de cerca de 20 metros, passará "muito perto" da Terra no próximo domingo, informou nesta quinta-feira (4) a agência espacial americana (Nasa), descartando que ele represente uma ameaça para o planeta.
O asteróide "2014 RC" passará no ponto mais perto da terra às 15h18 (horário de Brasília) deste domingo (7) sobre a Nova Zelândia.
O corpo celeste foi descoberto no dia 31 de agosto pelo programa Catalina Sky Survey (CSS), operado pelo Laboratório Lunar e Planetário da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, que utiliza dados de três telescópios para procurar cometas, asteroides e objetos próximos à Terra.
O asteroide foi, além disso, detectado de forma independente na noite seguinte pelo telescópio do Observatório Pan-STARRS situado no Havaí e ambos informaram suas observações ao Minor Planet Center da União Internacional Astronômica, em Cambridge.
No momento de maior proximidade, o asteroide estará aproximadamente a um décimo da distância que do centro da Terra até a Lua, ou 40 mil quilômetros.
Os cientistas assinalam que, apesar desta "proximidade", o asteroide não poderá ser visto a olho nu, embora astrônomos amadores que tenham telescópios pequenos talvez consigam captar a aparição do asteroide, que se movimentará rapidamente seguindo sua órbita.
O asteroide passará pela parte externa da órbita dos satélites de comunicações e meteorológicos que orbitam a cerca de 36 mil quilômetros sobre a superfície de nosso planeta.
A comunidade científica terá uma oportunidade única para observar e aprender mais sobre os asteroides, assinala a Nasa, que diz que "ele não parece trazer perigo nenhum para a Terra ou para os satélites".
Apesar do baixo risco de ele cair na Terra, os cientistas calculam que sua órbita deve trazê-lo de novo às proximidades de nosso planeta no futuro e seus movimentos serão vigiados de perto.
AUTOR: EFE
Um pequeno asteroide, de cerca de 20 metros, passará "muito perto" da Terra no próximo domingo, informou nesta quinta-feira (4) a agência espacial americana (Nasa), descartando que ele represente uma ameaça para o planeta.
O asteróide "2014 RC" passará no ponto mais perto da terra às 15h18 (horário de Brasília) deste domingo (7) sobre a Nova Zelândia.
O corpo celeste foi descoberto no dia 31 de agosto pelo programa Catalina Sky Survey (CSS), operado pelo Laboratório Lunar e Planetário da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, que utiliza dados de três telescópios para procurar cometas, asteroides e objetos próximos à Terra.
O asteroide foi, além disso, detectado de forma independente na noite seguinte pelo telescópio do Observatório Pan-STARRS situado no Havaí e ambos informaram suas observações ao Minor Planet Center da União Internacional Astronômica, em Cambridge.
No momento de maior proximidade, o asteroide estará aproximadamente a um décimo da distância que do centro da Terra até a Lua, ou 40 mil quilômetros.
Os cientistas assinalam que, apesar desta "proximidade", o asteroide não poderá ser visto a olho nu, embora astrônomos amadores que tenham telescópios pequenos talvez consigam captar a aparição do asteroide, que se movimentará rapidamente seguindo sua órbita.
O asteroide passará pela parte externa da órbita dos satélites de comunicações e meteorológicos que orbitam a cerca de 36 mil quilômetros sobre a superfície de nosso planeta.
A comunidade científica terá uma oportunidade única para observar e aprender mais sobre os asteroides, assinala a Nasa, que diz que "ele não parece trazer perigo nenhum para a Terra ou para os satélites".
Apesar do baixo risco de ele cair na Terra, os cientistas calculam que sua órbita deve trazê-lo de novo às proximidades de nosso planeta no futuro e seus movimentos serão vigiados de perto.
AUTOR: EFE
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
VÊNUS E JÚPITER SÃO VISTOS EM RARA APROXIMAÇÃO NO CÉU DE NOVA YORK
Vênus (esquerda) e Júpiter (direita) aparecem juntos em uma rara visão sobre as pontes Hell e Robert F. Kennedy, na manhã desta segunda-feira (18) (Foto: Stan Honda/AFP)
Um raro fenômeno pode ser visto na manhã desta segunda-feira (18) nos céus de em Nova York: os astros Júpiter e Vênus apareceram muito próximos. Eles vão se separar a cada dia, mas devem ainda permanecer um pouco juntos cerca de 45 minutos antes do nascer do sol desta semana.
Os planetas Júpiter e Vênus aparecem muito próximos na manhã desta segunda-feira (18) no céu de em Nova York (Foto: Stan Honda/AFP)
Imagem feita com lente de longo alcance mostra Vênus e Júpiter lado a lado (Foto: Stan Honda/AFP)
Aproximação dos planetas no céu foi fotografada perto das pontes de Hell Gate (atrás) e Robert F. Kennedy (frente), em Nova York (Foto: Stan Honda/AFP)
AUTOR: FRANCE PRESSE
terça-feira, 29 de julho de 2014
CHUVA DE METEOROS VISÍVEL NO PAÍS ATINGE PICO NESTA MADRUGADA
Chuva de meteoros atinge seu máximo nesta noite (Foto: Astro Pics.com, Wally Pacholka / AP)
Nesta madrugada, de terça para quarta-feira (30), uma chuva de meteoros visível a partir do Hemisfério Sul deve atingir seu pico. Trata-se da Delta Aquarídeos do Sul, que começou a ser visível em 21 de julho e se estende até o dia 23 de agosto.
De acordo com a Sociedade Americana de Meteoros, os meteoros da Delta Aquarídeos devem atingir a atmosfera a uma velocidade de 145 mil km/h. A expectativa é que possam ser vistos de 15 a 20 meteoros por hora, em uma condição de céu limpo e longe da claridade dos grandes centros urbanos.
Este ano, ainda segundo a instituição, as condições lunares para observação do fenômeno são extremamente favoráveis. Neste pico, a lua deve se pôr bem antes da meia-noite, portanto sua luz não deve interferir na observação dos meteoros. Outra chuva de meteoros, a Alfa Capricornídeos, também deve ser visível nesta noite.
Para observar
De acordo com o astrônomo Cássio Barbosa, professor da Universidade do Vale do Paraíba e autor do blog Observatório, do G1, as dicas para conseguir observar os meteoros são as seguintes: Primeiro, é preciso procurar um lugar escuro. "O radiante, ou seja, o ponto de onde os meteoros parecem surgir, está na constelação do Aquário. Ela já estará alta o suficiente por volta das 21 horas (horário de Brasília) na direção do Leste", explica Barbosa.
Segundo ele, o observador deve olhar para o alto do céu, que é a região mais escura e onde os meteoros vão se destacar mais.
AUTOR: G1/SP
Nesta madrugada, de terça para quarta-feira (30), uma chuva de meteoros visível a partir do Hemisfério Sul deve atingir seu pico. Trata-se da Delta Aquarídeos do Sul, que começou a ser visível em 21 de julho e se estende até o dia 23 de agosto.
De acordo com a Sociedade Americana de Meteoros, os meteoros da Delta Aquarídeos devem atingir a atmosfera a uma velocidade de 145 mil km/h. A expectativa é que possam ser vistos de 15 a 20 meteoros por hora, em uma condição de céu limpo e longe da claridade dos grandes centros urbanos.
Este ano, ainda segundo a instituição, as condições lunares para observação do fenômeno são extremamente favoráveis. Neste pico, a lua deve se pôr bem antes da meia-noite, portanto sua luz não deve interferir na observação dos meteoros. Outra chuva de meteoros, a Alfa Capricornídeos, também deve ser visível nesta noite.
Para observar
De acordo com o astrônomo Cássio Barbosa, professor da Universidade do Vale do Paraíba e autor do blog Observatório, do G1, as dicas para conseguir observar os meteoros são as seguintes: Primeiro, é preciso procurar um lugar escuro. "O radiante, ou seja, o ponto de onde os meteoros parecem surgir, está na constelação do Aquário. Ela já estará alta o suficiente por volta das 21 horas (horário de Brasília) na direção do Leste", explica Barbosa.
Segundo ele, o observador deve olhar para o alto do céu, que é a região mais escura e onde os meteoros vão se destacar mais.
AUTOR: G1/SP
domingo, 20 de abril de 2014
CÂMERA REGISTRA EXPLOSÃO CAUSADA POR METEORO EM CIDADE, NA RÚSSIA
Explosão causada por meteoro foi registrada por câmeras colocadas em carros na cidade de Murmansk, na Rússia (Foto: Reprodução/YouTube/9plus0)
Uma explosão no céu causada provavelmente por um meteoro deixou assustados os moradores da cidade de Murmansk, extremo norte da Rússia, e iluminou a madrugada do dia 19 no local.
A câmera instalada em um veículo registrou o momento em que um clarão azulado bastante forte apareceu no céu, por volta das 2h10 na cidade (18h10 de sexta-feira pelo horário de Brasília.
Assista ao vídeo.
De acordo com a emissora russa “RT”, as autoridades não confirmaram se os fragmentos teriam atingido o solo, e os serviços de emergência afirmaram que não houve registros de danos ou feridos devido ao episódio.
Como não houve confirmação a respeito da aterrissagem dos fragmentos do solo, o corpo celeste ainda está sendo chamado de meteoro, e não de meteorito.
A explosão relembrou o incidente ocorrido em fevereiro de 2013 na cidade de Chelyabinsk, na região dos Montes Urais, também na Rússia.
Na época, moradores da cidade olharam assombrados para o céu e muitos pensavam que tinha começado uma guerra nuclear. Na verdade, era um asteroide rasgando os céus, provocando uma chuva de meteoritos
Capturada por muitas câmeras de vídeo, a explosão do asteroide que aconteceu em 15 de fevereiro de 2013 deixou em pedaços as vidraças de muitas janelas e a luz ultravioleta gerada foi tão intensa que mais de vinte pessoas sofreram queimaduras na pele.
Uma das peças do meteorito, encontrada em um lago, pesava mais de 570 kg.
AUTOR: G1/SP
De acordo com a emissora russa “RT”, as autoridades não confirmaram se os fragmentos teriam atingido o solo, e os serviços de emergência afirmaram que não houve registros de danos ou feridos devido ao episódio.
Como não houve confirmação a respeito da aterrissagem dos fragmentos do solo, o corpo celeste ainda está sendo chamado de meteoro, e não de meteorito.
A explosão relembrou o incidente ocorrido em fevereiro de 2013 na cidade de Chelyabinsk, na região dos Montes Urais, também na Rússia.
Na época, moradores da cidade olharam assombrados para o céu e muitos pensavam que tinha começado uma guerra nuclear. Na verdade, era um asteroide rasgando os céus, provocando uma chuva de meteoritos
Capturada por muitas câmeras de vídeo, a explosão do asteroide que aconteceu em 15 de fevereiro de 2013 deixou em pedaços as vidraças de muitas janelas e a luz ultravioleta gerada foi tão intensa que mais de vinte pessoas sofreram queimaduras na pele.
Uma das peças do meteorito, encontrada em um lago, pesava mais de 570 kg.
AUTOR: G1/SP
segunda-feira, 14 de abril de 2014
ECLIPSE LUNAR PODE SER OBSERVADO NO BRASIL
O fenômeno poderá ser visto em todo Brasil, mas será melhor percebido na fase final, nas localidades mais a oeste do país. A Lua, a Terra e o Sol estarão em perfeito alinhamento, cobrindo a Lua na sombra da Terra.
O astrônomo Jair Barroso, pesquisador do Observatório Nacional, explica que o evento vai começar às 3h, horário de Brasília, quando a Lua já está no lado poente. 'O pico do eclipse total acontece por volta das 4h45 e o final [do fenômenos] não vai ser visto em algumas regiões a leste, porque o dia vai clarear, como no Rio de Janeiro', diz Barroso.
A duração do eclipse total, enquanto a Lua ficar totalmente imersa na sombra da Terra, será de 78 minutos.
O nosso satélite natural estará entre a estrela Espiga, a mais brilhante da Constelação de Virgem, e o planeta Marte e apresentará uma tonalidade avermelhada. 'Os raios do Sol que atingem a atmosfera da Terra serão refratados e atingirão a Lua. A atmosfera, então, retém o azul violeta no nosso espectro e passa a iluminar a Lua com uma coloração alaranjada escura', explica o astrônomo do Observatório Nacional. O fenômeno é chamado de Lua Vermelha ou Lua Sangrenta.
As pessoas nas localidades mais a oeste do continente, como os Estados de Mato Grosso e Amazonas e o Chile poderão acompanhar o eclipse até o final, antes de clarear o dia. As ilhas do Pacífico e a Austrália também terão uma visão privilegiada do fenômeno.
Para Barroso, o desconhecimento sobre o universo é o que desperta essa fascinação pelos eventos astronômicos. 'Apesar de toda tecnologia, de termos conseguido mandar naves para o espaço, conhecemos apenas um pedacinho do que nos cerca. Somos muito pequenos e a astronomia nos permite, a cada dia, uma descoberta nova', conclui o astrônomo.
AUTOR: msn
O astrônomo Jair Barroso, pesquisador do Observatório Nacional, explica que o evento vai começar às 3h, horário de Brasília, quando a Lua já está no lado poente. 'O pico do eclipse total acontece por volta das 4h45 e o final [do fenômenos] não vai ser visto em algumas regiões a leste, porque o dia vai clarear, como no Rio de Janeiro', diz Barroso.
A duração do eclipse total, enquanto a Lua ficar totalmente imersa na sombra da Terra, será de 78 minutos.
O nosso satélite natural estará entre a estrela Espiga, a mais brilhante da Constelação de Virgem, e o planeta Marte e apresentará uma tonalidade avermelhada. 'Os raios do Sol que atingem a atmosfera da Terra serão refratados e atingirão a Lua. A atmosfera, então, retém o azul violeta no nosso espectro e passa a iluminar a Lua com uma coloração alaranjada escura', explica o astrônomo do Observatório Nacional. O fenômeno é chamado de Lua Vermelha ou Lua Sangrenta.
As pessoas nas localidades mais a oeste do continente, como os Estados de Mato Grosso e Amazonas e o Chile poderão acompanhar o eclipse até o final, antes de clarear o dia. As ilhas do Pacífico e a Austrália também terão uma visão privilegiada do fenômeno.
Para Barroso, o desconhecimento sobre o universo é o que desperta essa fascinação pelos eventos astronômicos. 'Apesar de toda tecnologia, de termos conseguido mandar naves para o espaço, conhecemos apenas um pedacinho do que nos cerca. Somos muito pequenos e a astronomia nos permite, a cada dia, uma descoberta nova', conclui o astrônomo.
AUTOR: msn
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
'OBJETO ESTRANHO' NO CÉU ASSUSTA MORADORES DE CIDADE DA PARAÍBA
Objeto no céu em Nova Floresta
Um objeto luminoso e não identificado chamou a atenção dos moradores da cidade de Nova Floresta, distante 249 de João Pessoa, nessa terça-feira (16). Filmado por um morador, as imagens tiveram centenas de compartilhamento nas redes sociais.
O objeto se movimentava devagar deixando parte da população assustada por pensar que o ponto luminoso se tratava de um Óvni. O assunto ganhou os comentários tanto nas ruas como na internet.
Em sua página do Facebook, o cinegrafista amador identificado como Hemerson Dantas, assustado disse que “não deu para ver exatamente o que era, acabei de filmar isto aqui em casa, provavelmente um objeto não identificado no céu de Nova Floresta”.
VEJA:
AUTOR: PORTAL CORREIO
Um objeto luminoso e não identificado chamou a atenção dos moradores da cidade de Nova Floresta, distante 249 de João Pessoa, nessa terça-feira (16). Filmado por um morador, as imagens tiveram centenas de compartilhamento nas redes sociais.
O objeto se movimentava devagar deixando parte da população assustada por pensar que o ponto luminoso se tratava de um Óvni. O assunto ganhou os comentários tanto nas ruas como na internet.
Em sua página do Facebook, o cinegrafista amador identificado como Hemerson Dantas, assustado disse que “não deu para ver exatamente o que era, acabei de filmar isto aqui em casa, provavelmente um objeto não identificado no céu de Nova Floresta”.
VEJA:
AUTOR: PORTAL CORREIO
sábado, 2 de novembro de 2013
ECLIPSE SOLAR PODERÁ SER VISTO NO NORTE E NORDESTE NESTE DOMINGO
Neste domingo (3) ocorrerá o último eclipse de 2013. Será um eclipse solar híbrido, fenômeno raro que tem diferentes “formas”, dependendo do ponto de observação na Terra. No Norte e Nordeste do Brasil, será possível ver um eclipse parcial. No extremo Norte, como no Amapá e no Rio Grande do Norte, a cobertura será de 30%. Em outros pontos desta região e da região Nordeste será de 20% ou de 10%.
O horário de observação do máximo do eclipse no Brasil depende da posição em que estiver o observador, podendo variar entre 9h10 e 10h do horário de Brasília.
Em outras regiões do planeta, observadores poderão ver eclipse total, com o Sol completamente coberto pela Lua, ou eclipse anular, em que o Sol é coberto pela Lua, mas seu contorno continua descoberto.
Segundo o astrônomo Cássio Barbosa, “com eclipse ou sem eclipse, nunca se deve olhar diretamente para o Sol, mesmo com radiografias ou vidros enfumaçados. Pode-se usar vidros de soldador, ou uma técnica bacana usando uma fresta de luz. Faça um furinho em uma folha de papel e você poderá ver a imagem do Sol eclipsado projetada no chão”.
AUTOR: G1
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
3 TRIPULANTES DA ESTAÇÃO ESPACIAL POUSAM NA TERRA EM SEGURANÇA
Três membros da Estação Espacial Internacional (ISS) - dois russos e um americano - voltaram à Terra nesta quarta-feira (11), após uma missão de mais de cinco meses em órbita, informou o centro espacial russo segundo a AFP.
A nave Soyuz TMA-08M com os russos Pavel Vinogradov e Alexandre Missourkine e com o americano Chris Cassidy tocou a terra às 8h58 local (23h58 de terça-feira em Brasília), nas estepes do Cazaquistão, uma ex-república soviética na Ásia central onde a Rússia utiliza o 'cosmódromo' de Baikonur.
A aterrissagem, que foi acompanhada por 12 helicópteros e três aviões, aconteceu na área prevista, a cerca de 150 quilômetros da cidade cazaque de Dzhezkazgan, informou a agência EFE.
A missão espacial dos tripulantes do Soyuz teve duração de 166 dias.
A retirada dos cosmonautas da cápsula foi transmitida ao vivo pelo canal de televisão russo 'Rossiya 24'. 'Tudo está bem', disse Vinogradov sorridente para as câmeras de televisão.
Durante sua estadia na ISS, os cosmonautas russos realizaram quatro caminhadas espaciais, enquanto o astronauta americano esteve no exterior da estação em três ocasiões.
A bordo da plataforma espacial ficaram o cosmonauta russo Fyodor Yurchikhin, o italiano Luca Parmitano e a americana Karen Nyberg.
Depois que as naves americanas foram retiradas de serviço, as naves russas Soyuz são os únicos veículos utilizados para o transporte dos tripulantes da ISS.
Inicialmente estava previsto que a plataforma orbital encerrasse suas atividades em 2015, mas Rússia e os outros 15 países-membros insistiram na importância de se prolongar sua vida útil, em grande medida porque sua construção ainda não foi completada.
Além de Rússia e Estados Unidos, 12 países-membros da União Europeia (UE), Japão e Canadá participam do projeto, com um custo aproximado de US$ 100 bilhões.
AUTOR: G1/SP
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
NOVA SONDA DA NASA VAI INVESTIGAR 'BRILHO ESTRANHO' NO HORIZONTE DA LUA
Concepção artística mostra sonda Ladee próximo à superfície da Lua (Foto: Dana Berry/Nasa/Reuters)
Mais de 40 anos após a última visita de astronautas da missão Apollo à Lua, a agência espacial americana (Nasa) prepara o lançamento de uma pequena nave robótica para investigar uma das mais bizarras descobertas desses exploradores.
Na época, em 1972, a tripulação relatou ter visto um "brilho estranho" no horizonte lunar logo antes do nascer do Sol. O fenômeno, esboçado em um caderno por Eugene Cernan, comandante da Apollo 17, era inesperado, já que a Lua não tem uma atmosfera que possa refletir a luz do Sol.
Os cientistas começaram, então, a suspeitar que a poeira da superfície lunar estivesse eletricamente carregada e, por algum motivo, se erguesse do chão, teoria que será testada pelo Experimento de Atmosfera e Poeira Lunar (Ladee, na sigla em inglês).
O lançamento da sonda está programado para as 23h27 desta sexta-feira (6), ou 0h27 deste sábado (7) pelo horário de Brasília, numa instalação da Nasa na Ilha Wallops, no estado da Virgínia.
A nave vai estudar, além da poeira, o "envelope" gasoso em torno da Lua, tão fino que parece exagero chamá-lo de "atmosfera" – os cientistas usam o termo exosfera. Os cientistas acreditam que algumas dessas descobertas poderão explicar também os ambientes de Mercúrio, dos asteroides e de outros corpos celestes.
AUTOR: REUTERS
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
COMBATE AO CRACK TERÁ NOVAS BASES
O Estado do Ceará deverá ter ampliado o número de bases do programa "Crack, é Possível Vencer´. São unidades móveis que atuam como bases de videomonitoramento e vigilância eletrônica e suporte para as ações policiais de prevenção e repressão ao tráfico e consumo de entorpecentes em áreas consideradas críticas da Capital, Região Metropolitana e Interior.
Na tarde de ontem, o secretário da Segurança Pública do Estado do Ceará, coronel Francisco José Bezerra Rodrigues, esteve reunido com a secretária Nacional de Segurança, Regina Miki, em Brasília, para tratar do assunto. A ampliação deverá atingir todo o Estado, mas a prioridade é Fortaleza, onde o tráfico de drogas tem alimentado as estatísticas de outros delitos como os homicídios e roubos.
Bases
Atualmente, o projeto, em fase ainda experimental, está sendo desenvolvido em três bairros da Grande Fortaleza. São eles, Vicente Pinzón, São Miguel e Genibaú. As bases são formadas por carretas semelhantes às usadas na Copa das Confederações. Os veículos estão dotados de equipamentos de alta geração para a vigilância à distância das áreas atingidas pelo tráfico.
Através de câmeras de alta potência e computadores interligados à Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops), é possível para as autoridades policiais acompanhar os passos dos traficantes e capturá-los mais rapidamente e em situações de flagrante, isto é, no momento em que eles estão comercializando, distribuindo, armazenando, escondendo ou vendendo os entorpecentes.
De acordo com a Assessoria de Comunicação da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a Secretaria Nacional de Segurança j´ autorizou a implantação de, pelo menos, mais três bases, sendo duas na região metropolitana (cidades de Caucaia e Maracanaú) e uma no Interior do Estado (na cidade de Juazeiro do Norte).
Nestas cidades do Interior e comunidades da Capital e Região Metropolitana, o tráfico de entorpecentes tem elevado os índices de homicídios, a maioria envolvendo adolescentes e jovens aliciados por traficantes chefes de quadrilhas.
Nordeste
Além de tratar da ampliação das bases de vigilância do tráfico, Bezerra e Miki trataram de outros assuntos relacionados ao combate à violência e criminalidade. Bezerra foi eleito, recentemente, presidente do Conselho de Segurança Pública do Nordeste (Consene), e tratou com a secretária a deflagração de operações contra o crime nas áreas de limite dos 9 Estados da região.
AUTOR: DN
segunda-feira, 17 de junho de 2013
NA CALIFÓRNIA (EUA), HOMEM FATURA R$ 22 MILHÕES VENDENDO TERRENOS NA LUA
Aliás, falando em Lua, sabia que tem corretores vendendo terrenos por lá? Parece mentira, mas muita gente já comprou.
Um robô mergulha a 4.200 metros no Oceano Pacífico. A missão é resgatar dois motores de um foguete que participou do início da exploração da Lua.
Essas peças podem ter se soltado da Apollo 11, e caíram no mar de uma altura de 64 quilômetros.
Os motores agora estão em um museu. Tudo financiado por um empresário.
Quando o primeiro homem chegou à Lua, Jeff Bezos tinha só cinco anos. Mas as imagens que em 1969 pararam o mundo foram inspiradoras. Bezos ficou milionário fazendo negócios na internet.
E pôde bancar a expedição, que em março reencontrou parte da história da corrida espacial americana.
Onze toneladas de metal foram levadas para o respeitado museu Cosmosphere, em Hutchinson, no estado do Kansas.
Originalmente cada motor desse tipo tinha seis metros de comprimento, quatro de largura e pesava oito toneladas.
As peças ficaram no fundo do oceano por mais de 40 anos. Agora, a principal missão dos especialistas é interromper o processo de corrosão provocado pela água do mar. E esse trabalho deve levar pelo menos dois anos.
Richard Hollowell é o responsável pela restauração. Ele explica que os motores foram doados para a NASA. E que os engenheiros do museu estão tentando descobrir em qual das missões Apollo eles foram usados. "É emocionante saber que você tem uma peça tão importante da história aqui e que estaria perdida para sempre no fundo do mar", declara.
Dennis Hope também teve a vida marcada pelas imagens da chegada do homem à Lua: ele se tornou um corretor do espaço. “Sim, nós vendemos terrenos na Lua, e também em Marte, Vênus e Mercúrio”, diz Dennis.
Dennis Hope teve a brilhante ideia, depois de quase ir à falência e de um divórcio. “Em 1980 eu mandei um documento para as Nações Unidas reivindicando a posse da Lua e de mais oito planetas. O documento dizia que se a ONU tivesse algo contra deveria entrar em contato comigo. Até hoje ninguém nunca ligou ou escreveu”, conta Dennis.
Dennis montou uma imobiliária no centro de Rio Vista, na Califórnia, com seis funcionários. Ele conta que chegou a vender até 1.500 terrenos na Lua por dia.
Sabe quanto é que esse ex-ventríloquo diz que já faturou com essa brincadeira? O equivalente a R$ 22 milhões.
A documentação, ele mesmo despacha pelos correios. “George Lucas, Tom Hanks, Tom Cruise, Nicole Kidman, John Travolta, Clint Eastwood... Não me lembro do nome dele, mas um governador brasileiro virou proprietário lunar”, enumera Dennis.
O primeiro passo para esta gente toda tomar posse da propriedade lunar já foi dado. No estado do Novo México ficou pronto um “espaçoporto” para decolagem de naves que vão fazer viagens comerciais ao espaço.
Quase 600 futuros passageiros já depositaram o equivalente a R$ 140 milhões de adiantamento nas contas da empresa. O primeiro vôo está prometido para o Natal deste ano.
AUTOR: FANTÁSTICO
segunda-feira, 27 de maio de 2013
ASTEROIDE EQUIVALENTE À 9 NAVIOS DEVE PASSAR PELA TERRA NESTA SEXTA-FEIRA
Asteroide 1998 QE2 vai se aproximar da Terra nesta sexta, às 17h59 de Brasília (Foto: Nasa/JPL-Caltech)
Um asteroide deve passar pela Terra nesta sexta-feira (31) e ficar no máximo a 5,8 milhões de quilômetros daqui, o equivalente a uma distância de 15 vezes entre o nosso planeta e a Lua.
Apesar de não representar perigo, o 1998 QE2 pode ser um objeto interessante de estudo, entre esta quinta-feira (30) e o dia 9 de junho, para os astrônomos que tiverem um telescópio de radar de pelo menos 70 metros de comprimento. Esse corpo celeste tem 2,7 quilômetros de diâmetro, o tamanho de nove navios transatlânticos Queen Elizabeth 2.
A aproximação máxima do asteroide será às 17h59 (horário de Brasília) desta sexta. Esse será o ponto que ele chegará mais perto de nós pelos próximos dois séculos, pelo menos.
Esse objeto foi descoberto em 19 de agosto de 1998, pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
O cientista Lance Benner, do Laboratório de Propulsão a Jato da agência espacial americana (Nasa), diz que espera obter uma série de imagens de alta resolução do 1998 QE2, o que pode revelar detalhes sobre ele.
"Sempre que um asteroide se aproxima, ele fornece uma importante oportunidade científica para estudá-lo e entender seu tamanho, forma, rotação, características da superfície e origem", explicou.
Monitoramento constante
A Nasa estabeleceu como alta prioridade o monitoramento de asteroides e cometas, e os EUA têm o maior programa de levantamento de objetos próximos à Terra do mundo – uma parceria entre agências governamentais, astrônomos de universidades e institutos de ciência. Até hoje, o país já identificou mais de 98% do total desses corpos conhecidos. E só no ano passado, o orçamento da Nasa para esse fim aumentou de R$ 12 milhões para R$ 40 milhões.
Em 2016, a Nasa planeja vai lançar uma sonda em direção ao asteroide potencialmente mais perigoso de que se tem notícia, chamado 1999 RQ36, ou 101955 Bennu. A missão Osiris-Rex também planeja fazer reconhecimentos em todos os objetos ameaçadores recém-descobertos. Além de monitorar possíveis ameaças, o aparelho poderá revelar detalhes sobre a origem do Sistema Solar, da água na Terra e das moléculas orgânicas que levaram ao desenvolvimento da vida.
Recentemente, a agência americana anunciou ainda que está desenvolvendo uma missão para identificar, capturar e mudar de rumo um asteroide para exploração humana.
AUTOR: G1/SP
sábado, 13 de abril de 2013
APÓS ERUPÇÃO SOLAR, TERRA PODE TER TEMPESTADE GEOMAGNÉTICA
Explosões solares captadas na última quinta-feira (11) por instrumentos da agência espacial americana (Foto: Divulgação/ESA/NASA/SOHO/GSFC)
Erupções ocorridas no Sol nesta semana, consideradas as mais intensas deste ano, podem provocar até o fim da manhã deste sábado (13) uma tempestade geomagnética na Terra, que, dependendo da intensidade, pode afetar sistemas de telecomunicações do planeta e a rede de distribuição de energia elétrica, segundo cientistas.
Na última quinta-feira (11), a agência espacial americana, Nasa, captou explosões na coroa solar que emitiram no espaço jatos com bilhões de partículas que partiram em direção à Terra. Imagens feitas por equipamentos da agência captaram as explosões. Segundo a Nasa, o aumento no número de explosões solares é esperado para este período, em que o Sol está chegando próximo do pico de seu ciclo de atividade, que dura 11 anos.
De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de São José dos Campos (SP), a massa liberada pelo Sol viaja a uma velocidade de cerca de mil quilômetros por segundo e deve chegar à Terra nesta manhã.
(Correção: ao ser publicada, esta reportagem informou erroneamente que a velocidade da massa liberada pelo Sol viaja a uma velocidade de mil quilômetros por hora. O erro foi corrigido às 11h40.)
No entanto, ainda não há como saber se ela provocará uma tempestade geomagnética e, caso isto ocorra, se terá tamanha intensidade a ponto de afetar equipamentos terrestres ou apenas provocará fenômenos como as auroras boreal e austral, um "show natural" de luzes coloridas que podem ser acompanhadas em regiões próximas aos polos Sul e Norte.
“A tempestade pode ser de dois tipos. Se a nuvem geomagnética estiver na mesma direção do campo magnético da Terra, os efeitos serão mais brandos e podem provocar apenas auroras. No entanto, se a nuvem de massa solar vier na direção oposta ao campo magnético terrestre, aí ocorrem tempestades geomagnéticas”, explicou o pesquisador José Roberto Cecatto, da divisão de astrofísica do Inpe.
O fenômeno é medido em uma escala que vai de G1 a G5 – em que G5 é o nível mais forte. Ele não tem impacto direto sobre as pessoas nem sobre a natureza, mas pode afetar o funcionamento de satélites, GPS e redes de energia.
Além disso, a interferência causada pela radiação solar pode fazer com que algumas companhias desviem rotas de voos próximos aos polos.
“Essa nuvem não é uma das maiores já registradas, mas também não pode ser desprezada. Ela deve gerar alguns efeitos moderados no Brasil, como algumas perturbações na rede de distribuição de energia elétrica, de moderada intensidade. Os efeitos mais significativos podem ocorrer nas altas latitudes”, explica o pesquisador.
Os equipamentos do Programa de Estudo e Monitoramento Brasileiro do Clima Espacial, ligado ao Inpe, que estão instalados na cidade do interior paulista deverão acompanhar o fenômeno neste sábado.
Observatório de Dinâmica Solar, da Nasa, mostra erupções solares registradas nesta quinta-feira (11) e que liberou partículas devem atingir a Terra neste sábado (Foto: Divulgação/Nasa/SDO)
AUTOR: G1/SP
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
METEORITO DEIXA FERIDOS APÓS CAIR EM TERRITÓRIO RUSSO
O meteorito caiu a 80 quilômetros da cidade de Satki, no distrito de mesmo nome, disse um porta-voz da pasta à agência oficial russa "RIA Novosti".
"Em muitas das casas de Satki, assim como em alguns edifícios de Tcheliabinsk (capital da região homônima), os vidros das janelas quebraram. Pelo visto, caíram fragmentos do meteorito em diferentes lugares", disse o porta-voz.
Não há informações sobre a relação da queda do meteorito com a passagem, nesta sexta, de um asteroide de 50 metros de comprimento a 27.700 km acima da superfície da Terra. A distância é menor do que a órbita dos satélites de comunicação.
Uma testemunha ouvida pela agência Reuters em Chelyabinsk relatou ter ouvido uma grande explosão no início da manhã e sentido uma onda de choque em um prédio de 19 andares no centro da cidade. Os sons de alarmes de carro e janelas quebrando pode ser ouvido na área, acrescentou a fonte.
Alguns veículos da imprensa chegaram a informar que uma chuva de meteoritos teria caído sobre os Urais.
Janelas de um centro esportivo ficaram destruídas após serem atingidas por meteoritos nos Montes Urais (Foto: Reuters)
"Não foi uma chuva de meteoritos, mas um meteorito que se desintegrou nas camadas baixas da atmosfera", disse à agência "Interfax" a porta-voz do Ministério para Situações de Emergência da Rússia, Elena Smirnij.
Elena acrescentou que a onda expansiva provocada pela queda do corpo celeste quebrou as janelas de "algumas casas na região".
A porta-voz ministerial também informou que a queda do meteorito não alterou os níveis de radiação, que se mantêm dentro dos parâmetros frequentes para a região.
AUTOR: REUTERS
ASTEROIDE PASSA PERTO DA TERRA NESTA SEXTA
Ilustração do asteroide 2012 DA14, que passa perto da Terra nesta sexta (15) (Foto: Nasa/JPL-Caltech)
Um asteroide com 45 metros de diâmetro vai passar nesta sexta-feira (15) a apenas 27 mil km da Terra – nunca antes o ser humano identificou a passagem de um objeto tão grande tão próximo da Terra.
Entenda por que o 2012 DA14 não representa perigo
A distância pela qual o asteroide 2012 DA14 vai passar é menor do que a de alguns satélites de comunicação. Os chamados satélites geoestacionários ficam a uma altura de cerca de 36 mil km, na órbita da Terra.
A maior aproximação do asteroide será às 17h25 (horário de Brasília). Os melhores pontos do planeta para vê-lo serão o Leste da Europa, a Ásia e a Austrália, onde será madrugada no momento. No entanto, como a distância será muito pequena, a passagem será também muito rápida.
A distância pela qual o asteroide 2012 DA14 vai passar é menor do que a de alguns satélites de comunicação. Os chamados satélites geoestacionários ficam a uma altura de cerca de 36 mil km, na órbita da Terra.
A maior aproximação do asteroide será às 17h25 (horário de Brasília). Os melhores pontos do planeta para vê-lo serão o Leste da Europa, a Ásia e a Austrália, onde será madrugada no momento. No entanto, como a distância será muito pequena, a passagem será também muito rápida.
Ilustração do asteroide 2012 DA14 foi registrado pelo astrônomo amador Dave Herald (Foto: Dave
Herald/via Nasa)
Na Austrália, aliás, o astrônomo amador Dave Herald já conseguiu fazer um bom registro do corpo celeste. A Nasa, a agência espacial norte-americana, publicou a imagem em seu site oficial nesta quinta.
Apesar da proximidade recorde, os especialistas garantem que não há risco de colisão do asteroide com a Terra. Também não existe risco de colisão com os satélites de comunicação, pois os satélites ficam sobre a linha do equador e o asteroide passará mais próximo do polo Sul.
AUTOR: G1/SP
Herald/via Nasa)
Na Austrália, aliás, o astrônomo amador Dave Herald já conseguiu fazer um bom registro do corpo celeste. A Nasa, a agência espacial norte-americana, publicou a imagem em seu site oficial nesta quinta.
Apesar da proximidade recorde, os especialistas garantem que não há risco de colisão do asteroide com a Terra. Também não existe risco de colisão com os satélites de comunicação, pois os satélites ficam sobre a linha do equador e o asteroide passará mais próximo do polo Sul.
AUTOR: G1/SP
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
PLANETA 'ENGOLIDO' POR ESTRELA ALIMENTA HIPÓTESES SOBRE POSSÍVEL FIM DA TERRA
Planeta 'engolido' por estrela alimenta hipóteses sobre possível fim da Terra (Foto: Nasa)
Astrônomos encontraram evidências de um planeta que teria sido 'devorado' por sua estrela, dando fôlego a hipóteses sobre qual poderia ser o destino da Terra dentro de bilhões de anos.
A equipe descobriu indícios de um planeta que teria sido 'engolido' ao fazer uma análise sobre a composição química da estrela hospedeira.
Eles também acreditam que um planeta sobrevivente que ainda gira em torno dessa estrela poderia ter sido lançado a uma órbita incomum pela destruição do planeta vizinho.
Os detalhes do estudo estão na publicação científica 'Astrophysical Journal Letters'.
A equipe, formada por americanos, poloneses e espanhóis fez a descoberta quando estava estudando a estrela BD 48 740 - que é um de uma classe estelar conhecida como gigantes vermelhas.
As observações foram feitas com o telescópio Hobby Eberly, no Observatório McDonald, no Texas.
Concentração de lítio
O aumento das temperaturas próximas aos núcleos das gigantes vermelhas faz com que essas estrelas se expandam, destruindo planetas próximos.
'Um destino semelhante pode aguardar os planetas do nosso sistema solar, quando o Sol se tornar uma gigante vermelha e se expandir em direção à órbita da Terra, dentro de cerca de cinco bilhões de anos', disseo professor Alexander Wolszczan, da Pennsylvania State University, nos EUA, co-autor do estudo.
A primeira evidência de que um planeta teria sido 'engolido' pela estrela foi encontrada na composição química peculiar do astro.
A BD 48 740 continha uma quantidade anormalmente elevada de lítio, um material raro criado principalmente durante o Big Bang, há 14 bilhões de anos.
O lítio é facilmente destruído no interior das estrelas, por isso é incomum encontrar esse material em altas concentrações em uma estrela antiga.
'Além do Big Bang, há poucas situações identificadas por especialistas nas quais o lítio pode ser sintetizado em uma estrela', explica Wolszczan.
'No caso da BD 48 740, é provável que o processo de produção de lítio tenha sido desatado depois que uma massa do tamanho de um planeta foi engolida pela estrela, em um processo que levou ao aquecimento do astro.'
Órbita incomum
A segunda evidência identificada pelos astrônomos está relacionada a um planeta recém-descoberto que estaria desenvolvendo uma órbita elíptica em torno da estrela gigante vermelha.
Esse planeta tem pelo menos 1,6 vez a massa de Júpiter. Segundo Andrzej Niedzielski, co-autor do estudo da Nicolaus Copernicus University em Torun, na Polônia, órbitas com tal configuração não são comuns nos sistemas planetários formados em torno de estrelas antigas.
'Na verdade, a órbita desse planeta em torno da BD 48 740 é a mais elíptica já detectada até agora', disse Niedzielski.
Como as interações gravitacionais entre planetas são em geral responsáveis por órbitas incomuns como essa, os astrônomos suspeitam que a incorporação da massa do planeta 'engolido' à estrela poderia ter dado a esse outro planeta uma sobrecarga de energia que o lançou em uma órbita pouco comum.
'Flagrar um planeta quando ele está sendo devorado por uma estrela é improvável por causa da rapidez com a qual esse processo ocorre', explicou Eva Villaver da Universidade Autônoma de Madri, na Espanha, uma das integrantes da equipe de pesquisadores. 'Mas a ocorrência de tal colisão pode ser deduzida a partir das alterações químicas que ela provoca na estrela.'
'A órbita muito alongada do planeta recém-descoberto girando em torno dessa estrela gigante vermelha e a sua alta concentração de lítio são exatamente os tipos de evidências da destruição de um planeta.'
FONTE: G1/BBC
A equipe descobriu indícios de um planeta que teria sido 'engolido' ao fazer uma análise sobre a composição química da estrela hospedeira.
Eles também acreditam que um planeta sobrevivente que ainda gira em torno dessa estrela poderia ter sido lançado a uma órbita incomum pela destruição do planeta vizinho.
Os detalhes do estudo estão na publicação científica 'Astrophysical Journal Letters'.
A equipe, formada por americanos, poloneses e espanhóis fez a descoberta quando estava estudando a estrela BD 48 740 - que é um de uma classe estelar conhecida como gigantes vermelhas.
As observações foram feitas com o telescópio Hobby Eberly, no Observatório McDonald, no Texas.
Concentração de lítio
O aumento das temperaturas próximas aos núcleos das gigantes vermelhas faz com que essas estrelas se expandam, destruindo planetas próximos.
'Um destino semelhante pode aguardar os planetas do nosso sistema solar, quando o Sol se tornar uma gigante vermelha e se expandir em direção à órbita da Terra, dentro de cerca de cinco bilhões de anos', disseo professor Alexander Wolszczan, da Pennsylvania State University, nos EUA, co-autor do estudo.
A primeira evidência de que um planeta teria sido 'engolido' pela estrela foi encontrada na composição química peculiar do astro.
A BD 48 740 continha uma quantidade anormalmente elevada de lítio, um material raro criado principalmente durante o Big Bang, há 14 bilhões de anos.
O lítio é facilmente destruído no interior das estrelas, por isso é incomum encontrar esse material em altas concentrações em uma estrela antiga.
'Além do Big Bang, há poucas situações identificadas por especialistas nas quais o lítio pode ser sintetizado em uma estrela', explica Wolszczan.
'No caso da BD 48 740, é provável que o processo de produção de lítio tenha sido desatado depois que uma massa do tamanho de um planeta foi engolida pela estrela, em um processo que levou ao aquecimento do astro.'
Órbita incomum
A segunda evidência identificada pelos astrônomos está relacionada a um planeta recém-descoberto que estaria desenvolvendo uma órbita elíptica em torno da estrela gigante vermelha.
Esse planeta tem pelo menos 1,6 vez a massa de Júpiter. Segundo Andrzej Niedzielski, co-autor do estudo da Nicolaus Copernicus University em Torun, na Polônia, órbitas com tal configuração não são comuns nos sistemas planetários formados em torno de estrelas antigas.
'Na verdade, a órbita desse planeta em torno da BD 48 740 é a mais elíptica já detectada até agora', disse Niedzielski.
Como as interações gravitacionais entre planetas são em geral responsáveis por órbitas incomuns como essa, os astrônomos suspeitam que a incorporação da massa do planeta 'engolido' à estrela poderia ter dado a esse outro planeta uma sobrecarga de energia que o lançou em uma órbita pouco comum.
'Flagrar um planeta quando ele está sendo devorado por uma estrela é improvável por causa da rapidez com a qual esse processo ocorre', explicou Eva Villaver da Universidade Autônoma de Madri, na Espanha, uma das integrantes da equipe de pesquisadores. 'Mas a ocorrência de tal colisão pode ser deduzida a partir das alterações químicas que ela provoca na estrela.'
'A órbita muito alongada do planeta recém-descoberto girando em torno dessa estrela gigante vermelha e a sua alta concentração de lítio são exatamente os tipos de evidências da destruição de um planeta.'
FONTE: G1/BBC
segunda-feira, 2 de julho de 2012
CIENTISTAS PODEM TER DESCOBERTO A MAIOR E MAIS ANTIGA CRATERA DA TERRA
Uma das teorias sobre o desaparecimento dos dinossauros da face da Terra envolve o impacto de um asteroide gigante — de 10 quilômetros — há 65 milhões de anos, que provocou a formação de uma cratera de 180 quilômetros de diâmetro. Contudo, de acordo com o site New Scientist, isso não é nada comparado a uma potencial cratera encontrada na Groelândia.
Embora ainda não tenha sido confirmado, este seria o descobrimento da maior e mais antiga cratera já encontrada no nosso planeta, provocada pelo impacto de um asteroide de, pelo menos, 30 quilômetros, formando uma cratera de 25 quilômetros de profundidade por outros 600 de diâmetro.
Bilhões de anos de erosão
De acordo com os geólogos que a encontraram, tudo o que resta da potencial cratera — depois de bilhões de anos de erosão — é um sítio de aproximadamente 100 quilômetros em uma área pouco habitada e remota do planeta, o que seria a razão pela qual a formação só tenha sido descoberta agora.
Os cientistas afirmam que, entre as várias evidências que encontraram para comprovar a descoberta, a mais clara delas é a presença de rochas semelhantes ao granito, que foram pulverizadas e derretidas de tal forma que, a única explicação de sua formação seria a de um violento e repentino impacto.
Evidências de impacto
Além disso, esse granito “deformado” se encontra espalhado em uma área entre 35 e 50 quilômetros. Segundo explicaram os geólogos, nenhum tipo de processo geológico terrestre conhecido poderia ter provocado uma deformação dessa escala e em uma área tão grande.
A cratera mais antiga — e confirmada — de que se tem notícia é a de Vredefort, localizada na África do Sul, contando com 2 bilhões de anos e 300 quilômetros de diâmetro. A cratera formada pelo asteroide que teria dizimado os dinossauros é a de Chicxulub, localizada na Península do Yucatán, México, com mais de 180 quilômetros de diâmetro e aproximadamente 65 milhões de anos.
FONTE: New Scientist/ Tec mundo
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