O Prefeito Dr. Jaydson Aguiar resolveu cancelar o pré-carnaval e o carnaval de Tianguá. A decisão foi tomada hoje pela manhã durante reunião com assessores e secretários.
De acordo com as informações obtidas pelo Revista Camocim, o motivo seria os estragos deixados na cidade pelas fortes chuvas que banharam o município neste início da quadra chuvosa.
Na última terça-feira (05) choveu no município 77 milímetros, destruindo ruas, muro do cemitério, comércios e residências, deixando várias famílias desabrigadas.
A situação foi noticiada pela equipe de reportagem do CE TV AQUI O prefeito ordenou que fosse feito um levantamento dos estragos e pediu que todas as secretarias do município canalizassem forças para ajudar a população, principalmente os desabrigados, tirando o carnaval da linha de prioridades da gestão municipal.
Por Carlos Jardel/Revista Camocim
AUTOR: TIANGUÁ AGORA
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
domingo, 30 de setembro de 2018
NA INDONÉSIA, PASSA DE 800 O NÚMERO DE MORTOS, APÓS TERREMOTO SEGUIDO DE TSUNAMI
Resgate de adolescente que estava em sua casa atingida pelo terremoto e pelo tsunami em Palu, na ilha de Sulawesi, neste domingo (30) — Foto: Arimacs Wilander/ AP
O número de mortos nos terremotos e no tsunami que atingiram a ilha indonésia de Sulawesi dobrou e chegou a 832 em um balanço divulgado neste domingo (30). Porém, esse número pode subir, pois dezenas de pessoas seguem desaparecidas e mais de 500 estão feridas - muitas em estado grave.
Estima-se que 350 mil pessoas tenham sido afetadas pelo terremoto ou pelo tsunami, sendo que 16.732 estão desabrigados ou deslocados desde sexta-feira (28).
A maioria das vítimas foi registrada em Palu, cidade com cerca de 350 mil habitantes na costa oeste da ilha, de acordo com a Agência Nacional de Gestão de Desastres (BNPB, sigla em indonésio). Onze pessoas morreram na vizinha Donggala, a segunda cidade mais afetada.
Terremoto seguido de tsunami mata 832 pessoas na Indonésia
Na sexta-feira (28), uma série de terremotos abalou a ilha indonésia de Sulawesi. Um deles, de magnitude 7,5, levou à formação de um tsunami de pelo menos dois metros. A BNPB confirmou a formação do tsunami depois que vários vídeos foram divulgados nas redes sociais, mas ainda não se sabe a extensão exata da tragédia, porque há áreas isoladas.
Hotel de dez andares destruído em Palu — Foto: AFP Photo
As buscas por sobreviventes continuam. Há informações de que dezenas de pessoas estariam presas nos escombros de dois hotéis e um shopping na cidade de Palu. Uma mulher foi retirada com vida dos destroços do Hotel Roa Roa, onde estariam até 60 pessoas. Centenas de pessoas se reuniram no shopping destruído em busca de familiares, segundo a Reuters.
Visita presidencial
O presidente de Indonésia, Joko Widodo, iniciou neste domingo uma visita às áreas mais afetadas. Ele chegou ao aeroporto de Palu, capital da província, algumas horas depois da sua reabertura para voos comerciais.
“Quero ver eu mesmo e assegurar-me de que a resposta ao impacto do terremoto e do tsunami chega a todos nossos irmãos. Peço a todo o país que reze por eles”, escreveu o presidente no twitter.
O Papa Francisco expressou neste domingo solidariedade às pessoas afetadas pela tragédia. "Oremos pelos mortos - infelizmente muitos - pelos feridos e por aqueles que perderam suas casas e empregos. Que o Senhor os fortaleça e apoie os esforços daqueles que estão tentando trazer alívio", afirmou.
Homem observa vítimas do terremoto e do tsunami na indonésia — Foto: Muhammad Adimaja / Reuters
Esforço nas buscas
Apesar da reabertura do aeroporto de Palu, a organização AirNav Indonesia afirmou em comunicado que os voos comerciais serão limitados e que receberão prioridade nas operações de emergência e na ajuda humanitária.
A Força Aérea indonésia mobilizou aviões e helicópteros para que cumpram tarefas de salvamento, assistência humanitária, evacuação e logística.
O chefe da Força Aérea, Yuyu Sutisna, afirmou que serão enviados cem integrantes de unidades especiais.
O Ministério de Saúde está organizando a chegada de pessoal e material médico a Palu e as outras zonas afetadas, como Donggala.
O Ministério dos Assuntos Sociais enviou para Palu seis cozinhas públicas com capacidade para preparar 36 mil refeições diárias.
Navio levado pelo tsunami em Palu — Foto: Rio Mario / AP
Tragédia em Lombok
Uma série de terremotos em julho e agosto matou quase 500 pessoas e deixou cerca de 1,5 mil feridos na ilha turística de Lombok, a centenas de quilômetros a sudoeste de Sulawesi. Milhares de habitantes ficaram desalojados.
Escombros de shopping destruído em Palu — Foto: Tatan Syuflana / AP
Anel de Fogo do Pacífico
A Indonésia está em uma das regiões mais propensas a tremores e atividade vulcânica do mundo: o Círculo de Fogo do Pacífico. Cerca de 7 mil tremores atingem essa área por ano, em sua maioria de magnitude moderada.
O número de mortos nos terremotos e no tsunami que atingiram a ilha indonésia de Sulawesi dobrou e chegou a 832 em um balanço divulgado neste domingo (30). Porém, esse número pode subir, pois dezenas de pessoas seguem desaparecidas e mais de 500 estão feridas - muitas em estado grave.
Estima-se que 350 mil pessoas tenham sido afetadas pelo terremoto ou pelo tsunami, sendo que 16.732 estão desabrigados ou deslocados desde sexta-feira (28).
A maioria das vítimas foi registrada em Palu, cidade com cerca de 350 mil habitantes na costa oeste da ilha, de acordo com a Agência Nacional de Gestão de Desastres (BNPB, sigla em indonésio). Onze pessoas morreram na vizinha Donggala, a segunda cidade mais afetada.

Na sexta-feira (28), uma série de terremotos abalou a ilha indonésia de Sulawesi. Um deles, de magnitude 7,5, levou à formação de um tsunami de pelo menos dois metros. A BNPB confirmou a formação do tsunami depois que vários vídeos foram divulgados nas redes sociais, mas ainda não se sabe a extensão exata da tragédia, porque há áreas isoladas.
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As buscas por sobreviventes continuam. Há informações de que dezenas de pessoas estariam presas nos escombros de dois hotéis e um shopping na cidade de Palu. Uma mulher foi retirada com vida dos destroços do Hotel Roa Roa, onde estariam até 60 pessoas. Centenas de pessoas se reuniram no shopping destruído em busca de familiares, segundo a Reuters.
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Mapa mostra área tingida por terremotos e tsunami na Indonésia — Foto: Infografia: Karina Almeida
A Cruz Vermelha Internacional alertou que ainda há pouca informação sobre Donggala, mas que a situação pode ser "extremamente preocupante". Cerca de 300 mil habitantes vivem na cidade.
As falhas nas comunicações têm dificultado os trabalhos das equipes de busca e salvamento. As agências internacionais falam em centenas de feridos, que recebem tratamento médico em tendas improvisadas.
O porta-voz da BNPB, Sutopo Purwo Nugroho, afirmou que um enterro em massa será realizado na cidade de Palu, por questões de segurança sanitária.
Carros danificados no centro de Sulawesi — Foto: Bay Ismoyo / AFP
A Cruz Vermelha Internacional alertou que ainda há pouca informação sobre Donggala, mas que a situação pode ser "extremamente preocupante". Cerca de 300 mil habitantes vivem na cidade.
As falhas nas comunicações têm dificultado os trabalhos das equipes de busca e salvamento. As agências internacionais falam em centenas de feridos, que recebem tratamento médico em tendas improvisadas.
O porta-voz da BNPB, Sutopo Purwo Nugroho, afirmou que um enterro em massa será realizado na cidade de Palu, por questões de segurança sanitária.
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Visita presidencial
O presidente de Indonésia, Joko Widodo, iniciou neste domingo uma visita às áreas mais afetadas. Ele chegou ao aeroporto de Palu, capital da província, algumas horas depois da sua reabertura para voos comerciais.
“Quero ver eu mesmo e assegurar-me de que a resposta ao impacto do terremoto e do tsunami chega a todos nossos irmãos. Peço a todo o país que reze por eles”, escreveu o presidente no twitter.
O Papa Francisco expressou neste domingo solidariedade às pessoas afetadas pela tragédia. "Oremos pelos mortos - infelizmente muitos - pelos feridos e por aqueles que perderam suas casas e empregos. Que o Senhor os fortaleça e apoie os esforços daqueles que estão tentando trazer alívio", afirmou.
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Esforço nas buscas
Apesar da reabertura do aeroporto de Palu, a organização AirNav Indonesia afirmou em comunicado que os voos comerciais serão limitados e que receberão prioridade nas operações de emergência e na ajuda humanitária.
A Força Aérea indonésia mobilizou aviões e helicópteros para que cumpram tarefas de salvamento, assistência humanitária, evacuação e logística.
O chefe da Força Aérea, Yuyu Sutisna, afirmou que serão enviados cem integrantes de unidades especiais.
O Ministério de Saúde está organizando a chegada de pessoal e material médico a Palu e as outras zonas afetadas, como Donggala.
O Ministério dos Assuntos Sociais enviou para Palu seis cozinhas públicas com capacidade para preparar 36 mil refeições diárias.
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Tragédia em Lombok
Uma série de terremotos em julho e agosto matou quase 500 pessoas e deixou cerca de 1,5 mil feridos na ilha turística de Lombok, a centenas de quilômetros a sudoeste de Sulawesi. Milhares de habitantes ficaram desalojados.
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Anel de Fogo do Pacífico
A Indonésia está em uma das regiões mais propensas a tremores e atividade vulcânica do mundo: o Círculo de Fogo do Pacífico. Cerca de 7 mil tremores atingem essa área por ano, em sua maioria de magnitude moderada.
A região, de cerca de 40 mil km de extensão, tem formato de ferradura e circunda a bacia do Pacífico, abrangendo toda a costa do continente americano, além de Japão, Filipinas, Indonésia, Nova Zelândia e ilhas do Pacífico Sul.
Em 2004, um tremor de magnitude 9,1, perto da costa noroeste da ilha de Sumatra, gerou um tsunami que matou 230 mil pessoas em 14 países no Oceano Índico.
Terremoto e tsunami matam 832 pessoas na Indonésia
AUTOR: G1
Em 2004, um tremor de magnitude 9,1, perto da costa noroeste da ilha de Sumatra, gerou um tsunami que matou 230 mil pessoas em 14 países no Oceano Índico.

AUTOR: G1
terça-feira, 20 de outubro de 2015
SOBE PARA 106 CIDADES E 147 MIL PESSOAS ATINGIDAS POR CHUVA, NO RS
Milhares estão fora de casa após sequência de chuva no Rio Grande do Sul (Foto: Luciano Lanes/PMPA)
Subiu para 106 o número de municípios gaúchos afetados pelos eventos climáticos que atingem o Rio Grande do Sul há duas semanas. Nesta terça-feira (20), foram incluídos na lista as cidades de Pinheiro Machado, Pedras Altas, Santa Teresa, Herval, Chuvisca e Piratini.
O boletim divulgado pela Defesa Civil do estado mostra ainda que 147.558 pessoas foram atingidas e ainda há milhares fora de casa. São 5.503 famílias desajoladas e 1.346 famílias desabrigadas.
Também aumentou o número de municípios com decreto de situação de emergência individual. Agora são 32 cidades, além das 26 que estão incluídas no decreto coletivo do governo do estado.
A região das ilhas de Porto Alegre é uma das mais prejudicadas. A estimativa do Gabinete de Defesa Civil Municipal é de que 12 mil pessoas tenham sido atingidas pela enchente e pelo recente temporal. Ao todo, 1,5 mil pessoas estão desalojadas e 600 delas estão em abrigos, sendo 230 no Ginásio Tesourinha
A Defesa Civil mantém o alerta para a previsão de chuvas intensas, com a possibilidade de queda de granizo, alagamentos e descargas elétricas em grande parte do Estado. Problemas ou situações de risco podem ser informados através do telefone de emergência 199.
O último levantamento do G1 aponta que pouco mais de 37 mil clientes estão sem luz por conta dos últimos temporais. Os moradores das regiões Central, Sul, Metropolitana e ilhas de Porto Alegre são os mais afetados.
Inmet também faz alerta
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também emitiu alerta para o risco de alagamentos, queda de granizo e de galhos de árvores e descargas elétricas nos próximos dias. As regiões com maior possibilidade de serem atingidas são: Sudoeste, Sudeste, Metropolitana, Centro Oriental e Ocidental do Rio Grande do Sul.
A Defesa Civil lembra que a entrega de ajuda humanitária continua sendo realizada, tanto pelas equipes de trabalho como da população. Donativos como alimentos, água, materiais de higiene e de limpeza, colchões e cobertores, podem ser entregues na Central de Doações, em Porto Alegre, ou nas Coordenadorias Regionais e Municipais de Defesa Civil.
AUTOR: G1/RS
Subiu para 106 o número de municípios gaúchos afetados pelos eventos climáticos que atingem o Rio Grande do Sul há duas semanas. Nesta terça-feira (20), foram incluídos na lista as cidades de Pinheiro Machado, Pedras Altas, Santa Teresa, Herval, Chuvisca e Piratini.
O boletim divulgado pela Defesa Civil do estado mostra ainda que 147.558 pessoas foram atingidas e ainda há milhares fora de casa. São 5.503 famílias desajoladas e 1.346 famílias desabrigadas.
Também aumentou o número de municípios com decreto de situação de emergência individual. Agora são 32 cidades, além das 26 que estão incluídas no decreto coletivo do governo do estado.
A região das ilhas de Porto Alegre é uma das mais prejudicadas. A estimativa do Gabinete de Defesa Civil Municipal é de que 12 mil pessoas tenham sido atingidas pela enchente e pelo recente temporal. Ao todo, 1,5 mil pessoas estão desalojadas e 600 delas estão em abrigos, sendo 230 no Ginásio Tesourinha
A Defesa Civil mantém o alerta para a previsão de chuvas intensas, com a possibilidade de queda de granizo, alagamentos e descargas elétricas em grande parte do Estado. Problemas ou situações de risco podem ser informados através do telefone de emergência 199.
O último levantamento do G1 aponta que pouco mais de 37 mil clientes estão sem luz por conta dos últimos temporais. Os moradores das regiões Central, Sul, Metropolitana e ilhas de Porto Alegre são os mais afetados.
Inmet também faz alerta
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também emitiu alerta para o risco de alagamentos, queda de granizo e de galhos de árvores e descargas elétricas nos próximos dias. As regiões com maior possibilidade de serem atingidas são: Sudoeste, Sudeste, Metropolitana, Centro Oriental e Ocidental do Rio Grande do Sul.
A Defesa Civil lembra que a entrega de ajuda humanitária continua sendo realizada, tanto pelas equipes de trabalho como da população. Donativos como alimentos, água, materiais de higiene e de limpeza, colchões e cobertores, podem ser entregues na Central de Doações, em Porto Alegre, ou nas Coordenadorias Regionais e Municipais de Defesa Civil.
AUTOR: G1/RS
domingo, 4 de outubro de 2015
CHUVA DEIXA 17 MORTOS, NA RIVIERA FRANCESA
Mulher anda por carros danificados após inundação em Biot, na França, neste domingo (4) (Foto: Eric Gaillard/Reuters)
O presidente da França, François Hollande, afirmou neste domingo (4) que as inundações que afetaram ontem à noite o sudeste da França provocaram 17 mortes, e que quatro pessoas permanecem desaparecidas, e assegurou que a região será declarada em estado de "catástrofe natural".
Hollande teve um encontro com jornalistas durante sua visita ao município de Biot, ao norte de Antibes, onde três pessoas morreram em uma residência para idosos que foi inundada pela cheia do rio que passa pela cidade.
As autoridades têm "poucas esperanças" de encontrar os desaparecidos com vida, já que se encontravam em subterrâneos de difícil acesso.
Hollande viajou acompanhado do ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, com quem deve visitar as cidades mais atingidas e sobrevoar a região de helicóptero.
O presidente assinalou que as indenizações às vítimas serão pagas em um prazo de três meses e que será criado um fundo de compensação aos municípios mais prejudicados.
Também disse que criará uma verba de financiamento dedicada aos comerciantes afetados para que possam reabrir o mais rápido possível seus negócios.
Apesar de não se estarem previstas novas chuvas, Hollande pediu prudência à população, já que muitas ruas e estradas do departamento dos Alpes Marítimos permanecem bloqueadas.
O presidente assinalou que a importância do drama responde "à intensidade das chuvas".
Segundo os serviços meteorológicos, em menos de três horas caíram quase 200 litros por metro quadrado, o equivalente a 10 % do total de chuvas nesta região do litoral francês em um ano.
A região mais afetada é entre Nice, ao leste, e Mandalieu-a-Napoule, a oeste. Os serviços meteorológicos tinham alertado para as fortes precipitações, mas assinalaram que não podiam antecipar sua "amplitude inédita", em que foram registrados recordes históricos de chuvas.
O tráfego foi restabelecido nos principais eixos de estradas do departamento, mas os trens permanecem parados e não devem voltar a circular hoje.
Cerca de 29 mil famílias permanecem sem eletricidade pelos danos causados pelas inundações.
AUTOR: EFE
O presidente da França, François Hollande, afirmou neste domingo (4) que as inundações que afetaram ontem à noite o sudeste da França provocaram 17 mortes, e que quatro pessoas permanecem desaparecidas, e assegurou que a região será declarada em estado de "catástrofe natural".
Hollande teve um encontro com jornalistas durante sua visita ao município de Biot, ao norte de Antibes, onde três pessoas morreram em uma residência para idosos que foi inundada pela cheia do rio que passa pela cidade.
As autoridades têm "poucas esperanças" de encontrar os desaparecidos com vida, já que se encontravam em subterrâneos de difícil acesso.
Hollande viajou acompanhado do ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, com quem deve visitar as cidades mais atingidas e sobrevoar a região de helicóptero.
O presidente assinalou que as indenizações às vítimas serão pagas em um prazo de três meses e que será criado um fundo de compensação aos municípios mais prejudicados.
Também disse que criará uma verba de financiamento dedicada aos comerciantes afetados para que possam reabrir o mais rápido possível seus negócios.
Apesar de não se estarem previstas novas chuvas, Hollande pediu prudência à população, já que muitas ruas e estradas do departamento dos Alpes Marítimos permanecem bloqueadas.
O presidente assinalou que a importância do drama responde "à intensidade das chuvas".
Segundo os serviços meteorológicos, em menos de três horas caíram quase 200 litros por metro quadrado, o equivalente a 10 % do total de chuvas nesta região do litoral francês em um ano.
A região mais afetada é entre Nice, ao leste, e Mandalieu-a-Napoule, a oeste. Os serviços meteorológicos tinham alertado para as fortes precipitações, mas assinalaram que não podiam antecipar sua "amplitude inédita", em que foram registrados recordes históricos de chuvas.
O tráfego foi restabelecido nos principais eixos de estradas do departamento, mas os trens permanecem parados e não devem voltar a circular hoje.
Cerca de 29 mil famílias permanecem sem eletricidade pelos danos causados pelas inundações.
AUTOR: EFE
quarta-feira, 29 de julho de 2015
INUNDAÇÕES E DESLIZAMENTOS DE TERRA DEIXAM 17 MORTOS, NO VIETNÃ
Equipes de resgate e voluntários escavam e reviram região de deslizamento à procura de desaparecidos após chuvas e deslizamentos de terra no norte do Vietnã (Foto: Vietnam News Agency / via AFP Photo)
Ao menos 17 pessoas morreram e seis estão desaparecidas após as inundações e deslizamentos de terra provocadas pelas fortes chuvas que castigam a província de Quang Ninh, no norte doVietnã, informou nesta quarta-feira (29) a imprensa local.
Cerca de 3,5 mil pessoas foram obrigadas a deixar suas casas, de acordo com o jornal "Troi Tre", citando autoridades da província, onde se encontra a turística baía de Halong.
Milhares de turistas que visitariam o local, reconhecido pela Unesco como patrimônio da humanidade, foram afetados pelas chuvas e pelos bloqueios nas estradas, indica o "Troi Tre".
"São as piores inundações em 40 anos", declarou Nguyen van Doc, porta-voz das autoridades provinciais de Quan Ninh, explicando que todas as vítimas são vietnamitas.
AUTOR: EFE
Ao menos 17 pessoas morreram e seis estão desaparecidas após as inundações e deslizamentos de terra provocadas pelas fortes chuvas que castigam a província de Quang Ninh, no norte doVietnã, informou nesta quarta-feira (29) a imprensa local.
Cerca de 3,5 mil pessoas foram obrigadas a deixar suas casas, de acordo com o jornal "Troi Tre", citando autoridades da província, onde se encontra a turística baía de Halong.
Milhares de turistas que visitariam o local, reconhecido pela Unesco como patrimônio da humanidade, foram afetados pelas chuvas e pelos bloqueios nas estradas, indica o "Troi Tre".
"São as piores inundações em 40 anos", declarou Nguyen van Doc, porta-voz das autoridades provinciais de Quan Ninh, explicando que todas as vítimas são vietnamitas.
AUTOR: EFE
sábado, 25 de julho de 2015
INUNDAÇÕES DEIXAM 39 MORTOS E MAIS DE 600 MIL DESABRIGADOS, NO PAQUISTÃO
Casal deixa região de Rajanpur (Foto: Asim Tanveer / AP Photo)
As inundações provocadas pela monção que atinge o Paquistão desde o início da semana já provocaram 39 mortes e deixaram mais de 600 mil desabrigados em todo país, que continuará sofrendo com chuvas intensas nos próximos dias, informaram neste sábado (25) fontes oficiais.
O porta-voz da Autoridade de Gestão de Desastre Nacional, Ahmed Kamal, informou que 19 pessoas morreram na noite de sexta-feira (24) em Chitral, na província de Khyber Pakhtunkhw, no noroeste do país, uma das regiões mais afetadas pelas chuvas, que provocaram o transbordamento de vários rios nas últimas horas.
"O número total de mortos em Chitral chegou a 26 até o momento", explicou Kamal, citando que há crianças entre os mortos, mas sem informar quantas elas seriam.
O porta-voz disse que não foram registradas mais mortes em outras localidades do país nas últimas horas. Dessa forma, o número total de vítimas mortais desde segunda (20) em 39. Além dos 26 de Chitral, morreram sete pessoas em Balchistan, três em Punjab e outras três na região autônoma de Gilgit-Baltistan.
"Mais de 600 mil pessoas estão desabrigadas em todo país, das quais 231 mil estão em Punjab e 300 mil em Chitral", acrescentou o porta-voz da Autoridade de Gestão de Desastre Nacional.
Kamal disse que as autoridades esperam fortes chuvas no norte de Punjab e outras regiões do país para os próximos quatro ou cinco dias.
O Centro de Previsão Meteorológica Nacional do Paquistão mantém o alerta sobre a possibilidade de as chuvas provocarem enchentes em zonas vulneráveis de áreas urbanas e pediu às autoridades para adotar "medidas de prevenção" adequadas.
Soldados do Exército paquistanês distribuíram nas últimas horas mais de 17 toneladas de alimentos em Chitral, enquanto realiza operações para esvaziar as regiões afetadas.
Há três meses, fortes chuvas e ventos assolaram o noroeste do país, deixando 50 mortos e 200 feridos antes da temporada de monções, que atinge o país entre julho e agosto.
As piores inundações da história do Paquistão ocorreram em 2010, quando mais de 2 mil pessoas morreram e outras 20 milhões foram afetadas pelas chuvas provocadas pelo fenômeno climático.
AUTOR: EFE
As inundações provocadas pela monção que atinge o Paquistão desde o início da semana já provocaram 39 mortes e deixaram mais de 600 mil desabrigados em todo país, que continuará sofrendo com chuvas intensas nos próximos dias, informaram neste sábado (25) fontes oficiais.
O porta-voz da Autoridade de Gestão de Desastre Nacional, Ahmed Kamal, informou que 19 pessoas morreram na noite de sexta-feira (24) em Chitral, na província de Khyber Pakhtunkhw, no noroeste do país, uma das regiões mais afetadas pelas chuvas, que provocaram o transbordamento de vários rios nas últimas horas.
"O número total de mortos em Chitral chegou a 26 até o momento", explicou Kamal, citando que há crianças entre os mortos, mas sem informar quantas elas seriam.
O porta-voz disse que não foram registradas mais mortes em outras localidades do país nas últimas horas. Dessa forma, o número total de vítimas mortais desde segunda (20) em 39. Além dos 26 de Chitral, morreram sete pessoas em Balchistan, três em Punjab e outras três na região autônoma de Gilgit-Baltistan.
"Mais de 600 mil pessoas estão desabrigadas em todo país, das quais 231 mil estão em Punjab e 300 mil em Chitral", acrescentou o porta-voz da Autoridade de Gestão de Desastre Nacional.
Kamal disse que as autoridades esperam fortes chuvas no norte de Punjab e outras regiões do país para os próximos quatro ou cinco dias.
O Centro de Previsão Meteorológica Nacional do Paquistão mantém o alerta sobre a possibilidade de as chuvas provocarem enchentes em zonas vulneráveis de áreas urbanas e pediu às autoridades para adotar "medidas de prevenção" adequadas.
Soldados do Exército paquistanês distribuíram nas últimas horas mais de 17 toneladas de alimentos em Chitral, enquanto realiza operações para esvaziar as regiões afetadas.
Há três meses, fortes chuvas e ventos assolaram o noroeste do país, deixando 50 mortos e 200 feridos antes da temporada de monções, que atinge o país entre julho e agosto.
As piores inundações da história do Paquistão ocorreram em 2010, quando mais de 2 mil pessoas morreram e outras 20 milhões foram afetadas pelas chuvas provocadas pelo fenômeno climático.
AUTOR: EFE
segunda-feira, 27 de abril de 2015
INUNDAÇÕES NO PAQUISTÃO DEIXAM MAIS DE 40 MORTOS
Moradores trabalham em casa destruída por enchente no Paquistão nesta segunda-feira (27) (Foto: A Majeed/AFP)
Pelo menos 44 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas desde domingo (26) nas inundações na região norte do Paquistão.
A tempestade, considerada um de "miniciclone" por um funcionário do serviços meteorológico paquistanês, atingiu no domingo a região de Peshawar, grande cidade do noroeste do país e próxima da fronteira com o Afeganistão.
Algumas casas desabaram e estradas ficaram bloqueadas com a queda de árvores.
"Ao menos 44 pessoas morreram e 202 ficaram feridas. Os ventos violentos e as chuvas torrenciais afetaram as hortas e os campos de trigo", disse à AFP Mushtaq Ghani, ministro da Informação da província de Khyber Pakhtunkhwa, que tem Peshawar como capital.
O governo local tentava restabelecer a energia elétrica em Peshawar e nos distritos vizinhos de Nowshera e Sharsadda.
Nesta segunda-feira, fortes chuvas afetaram a província vizinha de Punjab, a de maior população do Paquistão.
AUTOR: FRANCE PRESSE
Pelo menos 44 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas desde domingo (26) nas inundações na região norte do Paquistão.
A tempestade, considerada um de "miniciclone" por um funcionário do serviços meteorológico paquistanês, atingiu no domingo a região de Peshawar, grande cidade do noroeste do país e próxima da fronteira com o Afeganistão.
Algumas casas desabaram e estradas ficaram bloqueadas com a queda de árvores.
"Ao menos 44 pessoas morreram e 202 ficaram feridas. Os ventos violentos e as chuvas torrenciais afetaram as hortas e os campos de trigo", disse à AFP Mushtaq Ghani, ministro da Informação da província de Khyber Pakhtunkhwa, que tem Peshawar como capital.
O governo local tentava restabelecer a energia elétrica em Peshawar e nos distritos vizinhos de Nowshera e Sharsadda.
Nesta segunda-feira, fortes chuvas afetaram a província vizinha de Punjab, a de maior população do Paquistão.
AUTOR: FRANCE PRESSE
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
CONHEÇA O PERFIL DAS VÍTIMAS DA TRAGÉDIA EM ITAÓCA (SP)
Corpo de Silvana já foi encontrado. Filhos continuam desaparecidos (Foto: Reprodução / G1)
Das 12 pessoas que morreram vítimas da enchente que atingiu Itaóca, no interior de São Paulo, 11 já foram identificadas por familiares e enterradas. Segundo os dados mais recentes da Defesa Civil, divulgados na tarde desta quarta-feira (15), outras 15 pessoas estão desaparecidas e mais de 340 estão sem moradia na cidade.
Segundo a Polícia Civil, corpos de nove mulheres e três homens foram encontrados até a tarde desta quarta-feira (15). Entre eles, há turistas e moradores de Itaóca. De acordo com a Defesa Civil, os corpos foram encontrados nos bairros de Guarda-mão, Lageado de Itaóca e na cidade de Iporanga.
Das 12 pessoas que morreram vítimas da enchente que atingiu Itaóca, no interior de São Paulo, 11 já foram identificadas por familiares e enterradas. Segundo os dados mais recentes da Defesa Civil, divulgados na tarde desta quarta-feira (15), outras 15 pessoas estão desaparecidas e mais de 340 estão sem moradia na cidade.
Segundo a Polícia Civil, corpos de nove mulheres e três homens foram encontrados até a tarde desta quarta-feira (15). Entre eles, há turistas e moradores de Itaóca. De acordo com a Defesa Civil, os corpos foram encontrados nos bairros de Guarda-mão, Lageado de Itaóca e na cidade de Iporanga.
Estragos causados pelo temporal que atingiu Itaóca (Foto: William Volcov/Brazil Photo Press/Estadão)
Os corpos de duas irmãs que eram da cidade de Capão Bonito e estavam a turismo em Itaóca foram levados para o Instituto Médico Legal de Registro e destinados à cidade natal, onde foram enterrados. Outras nove vítimas foram reconhecidas e sepultadas no Cemitério de Itaóca. O corpo de um homem que ainda não foi identificado permanece no IML de Registro.
Um homem, de 48 anos, e outro adolescente, de 14 anos, foram encontrados com vida e estão hospitalizados em Itapeva e em Apiaí, respectivamente.
As equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Civil procuram 15 desaparecidos nos bairros Guarda-mão, Lageado de Itaóca, Gurutuba dos Martins, na região das fazendas e na área das pontes que foram levadas pela enchente.
Veja informações sobre as 11 pessoas que morreram na enchente em Itaóca e já foram identificadas, segundo a Polícia Civil:
Vítima: Silvana dos Santos
Idade: 39 anos
Silvana estava em casa com os filhos quando a chuva começou. O corpo dela foi encontrado na última terça-feira. Os dois filhos dela, Samuel dos Santos, de 15 anos, e Suelen dos Santos, de nove anos, permanecem desaparecidos.
Vítima: Adelina de Oliveira Mota
Idade: 43 anos
Adelina era irmã de Lenita de Oliveira Mota Santana, outra vítima fatal da enchente que atingiu Itaóca. Segundo amigos, ela estava na cidade para visitar parte da família que mora no município. O corpo dela foi encontrado na altura da cidade de Iporanga.
Vítima: Kaoma Emanuele Oliveira dos Santos
Idade: 2 anos
Kaoma era a primeira filha de Michele Pontes Vieira, de 19 anos. No momento do temporal ela estava junto com a mãe, que também morreu na enchente após ter a casa destruída.
Vítima: Leticia Freitas Mota de Oliveira
Idade: 11 anos
Filha de Roseli de Freitas Mota e Odair José de Oliveira, que morreram na enchente
Vítima: Lenita de Oliveira Mota Santana
Idade: 53 anos
Lenita era irmã de Adelina de Oliveira Mota, outra vítima fatal da enchente que atingiu Itaóca. Segundo amigos, ela estava na cidade para visitar parte da família que mora no município. O corpo dela foi encontrado na altura da cidade de Iporanga, perto do da irmã.
Vítima: Michele Pontes Vieira
Idade: 19 anos
Michele era a mãe de Kaoma, vítima mais nova, até então, da tragédia que abalou Itaóca. Ela estava junto com a filha quando a casa foi destruída pelo temporal.
Vítima: Nayara Lorrana de Souza Oliveira Mota
Idade: 11 anos
Nayara era filha de Roseli de Freitas Mota. Segundo testemunhas, o corpo dela foi encontrado próximo a uma árvore. A mãe de Nayara também morreu na enchente.
Vítima: Odair José de Oliveira
Idade: 35 anos
Odair era da Bahia e foi para Itaóca trabalhar em uma empreiteira. Na cidade, conheceu a esposa e morava com ela e os filhos em uma casa que foi levada pela enchente. A esposa, Roseli de Freitas Mota, também morreu.
Vítima: Roseli de Freitas Mota
Idade: 30 anos
Roseli era a esposa de Odair José de Oliveira, outra vítima da enchente. Ela conheceu o marido quando o rapaz se mudou para Itaóca para trabalhar em uma empreiteira.
Vítima: Valquiria Pontes da Silva Mota
Idade: 37 anos
Vítima: Willian Henrique de Oliveira Mota
Idade: 14 anos
Os corpos de duas irmãs que eram da cidade de Capão Bonito e estavam a turismo em Itaóca foram levados para o Instituto Médico Legal de Registro e destinados à cidade natal, onde foram enterrados. Outras nove vítimas foram reconhecidas e sepultadas no Cemitério de Itaóca. O corpo de um homem que ainda não foi identificado permanece no IML de Registro.
Um homem, de 48 anos, e outro adolescente, de 14 anos, foram encontrados com vida e estão hospitalizados em Itapeva e em Apiaí, respectivamente.
As equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Civil procuram 15 desaparecidos nos bairros Guarda-mão, Lageado de Itaóca, Gurutuba dos Martins, na região das fazendas e na área das pontes que foram levadas pela enchente.
Veja informações sobre as 11 pessoas que morreram na enchente em Itaóca e já foram identificadas, segundo a Polícia Civil:
Vítima: Silvana dos Santos
Idade: 39 anos
Silvana estava em casa com os filhos quando a chuva começou. O corpo dela foi encontrado na última terça-feira. Os dois filhos dela, Samuel dos Santos, de 15 anos, e Suelen dos Santos, de nove anos, permanecem desaparecidos.
Vítima: Adelina de Oliveira Mota
Idade: 43 anos
Adelina era irmã de Lenita de Oliveira Mota Santana, outra vítima fatal da enchente que atingiu Itaóca. Segundo amigos, ela estava na cidade para visitar parte da família que mora no município. O corpo dela foi encontrado na altura da cidade de Iporanga.
Vítima: Kaoma Emanuele Oliveira dos Santos
Idade: 2 anos
Kaoma era a primeira filha de Michele Pontes Vieira, de 19 anos. No momento do temporal ela estava junto com a mãe, que também morreu na enchente após ter a casa destruída.
Vítima: Leticia Freitas Mota de Oliveira
Idade: 11 anos
Filha de Roseli de Freitas Mota e Odair José de Oliveira, que morreram na enchente
Vítima: Lenita de Oliveira Mota Santana
Idade: 53 anos
Lenita era irmã de Adelina de Oliveira Mota, outra vítima fatal da enchente que atingiu Itaóca. Segundo amigos, ela estava na cidade para visitar parte da família que mora no município. O corpo dela foi encontrado na altura da cidade de Iporanga, perto do da irmã.
Vítima: Michele Pontes Vieira
Idade: 19 anos
Michele era a mãe de Kaoma, vítima mais nova, até então, da tragédia que abalou Itaóca. Ela estava junto com a filha quando a casa foi destruída pelo temporal.
Vítima: Nayara Lorrana de Souza Oliveira Mota
Idade: 11 anos
Nayara era filha de Roseli de Freitas Mota. Segundo testemunhas, o corpo dela foi encontrado próximo a uma árvore. A mãe de Nayara também morreu na enchente.
Vítima: Odair José de Oliveira
Idade: 35 anos
Odair era da Bahia e foi para Itaóca trabalhar em uma empreiteira. Na cidade, conheceu a esposa e morava com ela e os filhos em uma casa que foi levada pela enchente. A esposa, Roseli de Freitas Mota, também morreu.
Vítima: Roseli de Freitas Mota
Idade: 30 anos
Roseli era a esposa de Odair José de Oliveira, outra vítima da enchente. Ela conheceu o marido quando o rapaz se mudou para Itaóca para trabalhar em uma empreiteira.
Vítima: Valquiria Pontes da Silva Mota
Idade: 37 anos
Vítima: Willian Henrique de Oliveira Mota
Idade: 14 anos
Casa que foi atingida pela forte chuva em Itaóca, SP (Foto: Rodrigo Martins/G1)
AUTOR: G1/SP
sábado, 23 de fevereiro de 2013
ENXURRADA MATA MENINA DE 11 ANOS EM SÃO PAULO
Quantidade de chuva de sexta-feira representa 77% do total da chuva esperada para todo o mês de fevereiro, segundo a Defesa Civil. (Foto: Ricardo Faustino/PMSS)
Uma criança de 11 anos morreu após ser levada por uma enxurrada durante um temporal na noite de sexta-feira (22) em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo. O corpo da vítima foi encontrado pela Defesa Civil na manhã deste sábado (23) em Boiçucanga, na costa sul.
De acordo com a Defesa Civil, a vítima, que morava em uma área de risco em Boiçucanga, foi arrastada pela força da água por cerca de um quilômetro. A chuva causou estragos em outras regiões da cidade. Além de Boiçucanga, Maresias foi outra região bastante afetada. Em Ubatuba, a chuva também provocou estragos (leia abaixo).
Enxurrada atinge banhistas em cachoeira e mata três em Ubatuba
Segundo a Defesa Civil, o corpo da vítima foi encontrado por volta das 10h. A mãe da criança, que ficou ferida e teve escoriações pelo corpo, está internada no Pronto Socorro da cidade. Toda a casa da vítima foi levada pela força da água.
"A casa dela fica à margem do rio Itú, do lado de uma cachoeira e chovia muito forte. A mãe saiu para pegar um copo de água para a filha e uma enxurrada atingiu a casa. A casa foi destruída pela força da água e a vítima foi levada também", disse ao G1 Carlos Eduardo dos Santos, coordenador da Defesa Civil de São Sebastião. Segundo ele, o rio subiu 2.22 metros durante a chuva.
Segundo ele, a casa da vítima ficava em uma área de risco e a família já havia sido orientada a sair do local. "É uma área de risco porque fica muito perto do rio. A casa já tinha 12 anos ali e toda vez que chovia havia preocupação. Já haviam sido orientados e infelizmente aconteceu a tragédia. Todos que moram à beira do rio são orientados, mas a maioria não sai", afirmou.
Ao todo, aproximadamente 20 famílias, cerca de 60 pessoas, estão desabrigadas no município. As nove famílias de Boiçucanga que estão desabrigadas devem retornar para suas casas ainda neste sábado, segundo a Defesa Civil. O restante das famílias são do Sertão de Cambury e devem ser levadas para um ginásio municipal.
Uma ponte localizada na Estrada do Cascalho, que dá acesso a Boiçucanga, foi danificada devido ao transbordamento do rio. A ponte foi interditada para o tráfego de veículos.
Segundo o coordenador da Defesa Civil, a chuva durou cerca de quatro horas e teve início por volta das 20h. Foram registrados 99,3mm de chuva em Boiçucanga e 123,9mm em Maresias. A quantidade de chuva de sexta-feira representa 77% do total da chuva esperada para o mês de fevereiro todo.
A prefeitura montou dois pontos de arrecação de alimentos e água para ajudar a população. Um deles é na regional da prefeitura em Boiçucanga e o outro na Secretaria de Segurança, que fica na Avenida Guarda Mór Lobo Viana.
Ubatuba
A chuva também provocou estragos em Ubatuba. A água da chuva inundou pelo menos 60 casas na cidade, sendo 40 no bairro Ipiranguinha e 20 no Guarani. Uma família ficou desabrigada e passou a noite em uma escola do bairro. Nas demais residências, a água baixou rapidamente e as famílias não precisaram sair.
Segundo a Defesa Civil, o corpo da vítima foi encontrado por volta das 10h. A mãe da criança, que ficou ferida e teve escoriações pelo corpo, está internada no Pronto Socorro da cidade. Toda a casa da vítima foi levada pela força da água.
"A casa dela fica à margem do rio Itú, do lado de uma cachoeira e chovia muito forte. A mãe saiu para pegar um copo de água para a filha e uma enxurrada atingiu a casa. A casa foi destruída pela força da água e a vítima foi levada também", disse ao G1 Carlos Eduardo dos Santos, coordenador da Defesa Civil de São Sebastião. Segundo ele, o rio subiu 2.22 metros durante a chuva.
Segundo ele, a casa da vítima ficava em uma área de risco e a família já havia sido orientada a sair do local. "É uma área de risco porque fica muito perto do rio. A casa já tinha 12 anos ali e toda vez que chovia havia preocupação. Já haviam sido orientados e infelizmente aconteceu a tragédia. Todos que moram à beira do rio são orientados, mas a maioria não sai", afirmou.
Ao todo, aproximadamente 20 famílias, cerca de 60 pessoas, estão desabrigadas no município. As nove famílias de Boiçucanga que estão desabrigadas devem retornar para suas casas ainda neste sábado, segundo a Defesa Civil. O restante das famílias são do Sertão de Cambury e devem ser levadas para um ginásio municipal.
Uma ponte localizada na Estrada do Cascalho, que dá acesso a Boiçucanga, foi danificada devido ao transbordamento do rio. A ponte foi interditada para o tráfego de veículos.
Segundo o coordenador da Defesa Civil, a chuva durou cerca de quatro horas e teve início por volta das 20h. Foram registrados 99,3mm de chuva em Boiçucanga e 123,9mm em Maresias. A quantidade de chuva de sexta-feira representa 77% do total da chuva esperada para o mês de fevereiro todo.
A prefeitura montou dois pontos de arrecação de alimentos e água para ajudar a população. Um deles é na regional da prefeitura em Boiçucanga e o outro na Secretaria de Segurança, que fica na Avenida Guarda Mór Lobo Viana.
Ubatuba
A chuva também provocou estragos em Ubatuba. A água da chuva inundou pelo menos 60 casas na cidade, sendo 40 no bairro Ipiranguinha e 20 no Guarani. Uma família ficou desabrigada e passou a noite em uma escola do bairro. Nas demais residências, a água baixou rapidamente e as famílias não precisaram sair.
Defesa Civil trabalha na recuperação das regiões afetadas neste sábado (Foto: Ricardo Faustino/PMSS)
AUTOR: G1/SP
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
INUNDAÇÕES DEIXAM 4 MORTOS E 20 MIL DESABRIGADOS NA INDONÉSIA
Multidão atravessa e observa área alagada na capital indonésia (Foto: Achmad Ibrahim/AP)
Chuvas sazonais têm provocado grandes inundações na capital da Indonésia e pelo menos 20 mil pessoas precisaram deixar a cidade de Jacarta. A capital estava nesta quinta-feira (17) submersa e o nível da água chegou a ficar na altura da cintura, inclusive nos arredores dos hotéis de luxo, e causou, até o momento, a morte de quatro pessoas.
"Jacarta está inundada", reconheceu o presidente Susilo Bambang Yudhoyono à AFP, com as calças levantadas até os joelhos e os pés afundados na água que invadia o jardim de seu palácio, no Centro da cidade. "Espero que não haja muitas vítimas", declarou Yudhoyono.
Autoridades disseram que o balanço das inundações eleva a quatro o número de mortos, entre eles um bebê que foi arrastado pelas águas, e a 20 mil o número de pessoas que ficaram desabrigadas. Os serviços de resgate ainda não têm o número oficial das vítimas.
A água, que em alguns lugares foi de até 2 metros (6 pés) de altura, também inundou o paláciopresidencial da Indonésia, causando o atraso da cerimônia de boas-vindas da visita de CristinaKirchner, presidente da Argentina. Cristina está no país em visita de Estado com o intutito depromover a cooperação econômica bilateral. Não muito longe dali, a água cercava as embaixadas de França, Alemanha e Reino Unido, os hotéis de luxo e os arranha-céus do bairro financeiro.
Desde o início do dia, milhares de carros estavam presos nas águas, muitos deles abandonados por seus ocupantes. Valentes condutores de "ojek" (moto-táxi) tentavam empurrar seus veículos em meio às ruas inundadas. Nos poucos bairros que permaneciam a salvo de inundações, os congestionamentos se estendiam por quilômetros na capital, que tem 20 milhões de habitantes e onde a circulação em condições normais já é complicada. Toda a cidade estava paralisada e muitos escritórios estavam vazios diante da ausência de seus funcionários.
Rua Sudirman, das principais ruas de Jacarta, ficou inundada e provocou caos no trânsito nesta quinta-feira (17) (Foto: Adek Berry/AFP)
Lojas do mercado Cipulir de produtos têxteis, em Jacarta, segue funcionando normalmente mesmo com o prédio parcialmente alagado (Foto: Adek Berry/AFP)
AUTOR: AP/AFP
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
TEMPORAL DEIXA RUAS SUBMERSAS E MORADORES ILHADOS EM ITAPEVI, SÃO PAULO
Pessoas ficaram ilhadas após temporal em Itapevi (Foto: Reprodução/ TV Globo)
Segundo os bombeiros, duas equipes foram enviadas para resgatar pessoas ilhadas. A corporação disse que não há pessoas gravemente feridas.
Equipes da Defesa Civil da cidade também foram acionadas para auxiliar os moradores. De acordo com a Prefeitura, houve cerca de 60 mm de chuva entre a manhã e início da tarde desta segunda no município, precipitação considerada fora do normal.
A Prefeitura recebeu cerca de 100 ligações de moradores relatando problemas por conta da chuva desde o início da manhã. Segundo Maruxo, também houve registro de deslizamento de terra em algumas regiões. “Dentro de mais ou menos 2h, quando a situação emergencial for controlada, assistentes sociais irão percorrer as residências mais atingidas pela chuva e irão avaliar os danos e as necessidades de cada família”, disse. “Não tivemos vítimas."
O Rio Barueri Mirim já possui um plano de canalização para que as enchentes sejam evitadas. As obras serão realizadas em parceria com o governo federal, fazendo parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). De acordo com o secretário, os trabalhos deverão ter início somente em 2013. “Nos meses de dezembro e janeiro, quando ocorrem as maiores chuvas, trabalharemos com nosso plano emergencial municipal.”
Nesta tarde, o trânsito na cidade ficou bastante prejudicado. As linhas de ônibus, no entanto, não precisaram ser interrompidas. “Tivemos diversos semáforos com problemas, além dos pontos de alagamento, mas nenhuma linha precisou parar. A chuva parou e há previsão de melhora no tempo até o fim da tarde”, disse Maruxo.
Chuva forte
A capital paulista também sofre com os reflexos da chuva.
O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), da Prefeitura de São Paulo, decretou estado de atenção para as zonas Oeste, Sudeste, Leste, Norte, o Centro e as marginais Pinheiros e Tietê do início desta manhã até por volta das 14h30. De acordo com o CGE, no horário, havia 15 pontos de alagamento em São Paulo.
Em nota, a Defesa Civil da capital afirmou que a região do Campo Limpo, na Zona Sul, estava em estado de alerta para escorregamentos desde esta manhã. Por conta disso, técnicos intensificaram as visitas aos locais com maiores riscos para alertar a população. Em casos de necessidade, poderão ser feitas remoções de famílias.
Em nota, a Defesa Civil da capital afirmou que a região do Campo Limpo, na Zona Sul, estava em estado de alerta para escorregamentos desde esta manhã. Por conta disso, técnicos intensificaram as visitas aos locais com maiores riscos para alertar a população. Em casos de necessidade, poderão ser feitas remoções de famílias.
Moradores usam corda para atravessar via alagada (Foto: Reprodução/TV Globo)
AUTOR: G1/SP
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
FORTE TEMPORAL NA ESPANHA MATA 1 E DEIXA MILHARES DE DESABRIGADOS
Bombeiros retiraram moradores de áreas de risco. Muitos bairros ficaram isolados pelas águas.
Uma família inteira foi surpreendida pelo temporal, e tiveram pouco tempo para deixar a casa com os filhos. Todos foram levados para um abrigo.
Em outro ponto da cidade de Málaga, dois carros foram arrastados pela correnteza e ficaram destruídos.
Garotos observam os estragos depois de tempestade em Málaga. (Foto: Sergio Torres/AP)
Moradores são retirados de área alagada (Foto: Jon Nazca/Reuters)
AUTOR: G1/GLOBO NEWS
segunda-feira, 7 de maio de 2012
CHEIA DO RIO SOLIMÕES INUNDA 9 CEMITÉRIOS NO AMAZONAS
A cheia do rio Solimões já deixou nove cemitérios do município de Careira da Várzea, a 25km de Manaus, debaixo d'água. Apenas um cemitério municipal não foi submerso pelas águas do rio. De acordo com a prefeitura do município, 90% da cidade foi atingida pela cheia.
Segundo a chefe do gabinete municipal, Carla Andréa, somente o Cemitério do Distrito de Autaz Mirim não foi alagado. "Todos os outros já estão submersos. A situação é grave", informou.
Cerca de quatro mil famílias foram atingidas pela cheia do rio Solimões. Os desabrigados são cadastrados pelas defesas Civil do município e do Estado, e deverão receber bolsa-auxílio no valor de R$ 400. Mais de 1.200 cestas básicas também já foram entregues na cidade. Três escolas são preparadas para receberem as famílias.
Ainda de acordo com a chefe do gabinete, 18 escolas municipais tiveram atividades paralisadas, deixando 1.344 alunos fora da sala de aula. Além disso, cinco postos de saúde seguem fechados no Careiro da Várzea, cancelando uma média de 150 atendimentos médicos diários.
Carla Andréa afirmou ainda ao G1 que 90% do município de Careiro da Várzea já foi atingido pelas águas do rio Solimões. Há chances de a enchente deste ano ultrapassar a histórica, registrada em 2009. "Só faltam 40 centímetros para atingir à cota da cheia de 2009", afirmou.
FONTE: G1/AM
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