"Estamos tentando vender para cobrir o prejuízo do aluguel. Eu até ofereci um de graça para quem comprar tudo de uma vez, mas ninguém quer saber da mercadoria", brinca Senhorinha Cardoso de Oliveira.
A história começou em 2006 quando uma família de Foz do Iguaçu, na região oeste, omitiu que pretendia alugar um espaço para o funcionamento de uma funerária. "Quando eles nos procuraram, falaram que queriam alugar o salão para montar um brechó com roupas importadas. Minha mãe achou interessante e fechou o contrato para um ano de aluguel", conta a filha Cleuza Alves de Oliveira.
Cleuza explica que foi a partir daí que a confusão começou. "Eles pagaram o primeiro mês e desapareceram. Quinze dias depois, durante a madrugada, acordamos com um barulho. Quando fomos ver, eles estavam lotando o salão de caixões, eu não lembro direito, mas eram aproximadamente 170. Largaram tudo lá e sumiram de novo. Algum tempo depois voltaram para buscar um pouco, mas ainda deixaram 110", relata a filha.
Caixão (Foto: Reprodução / RPC TV)
Quatro anos depois, na tentativa de desocupar o salão e recuperar o prejuízo do aluguel atrasado, a aposentada foi até Foz do Iguaçu para procurar o casal, que até então estava desaparecido.
"Com muito custo, minha mãe conseguiu encontrar a família. Eles disseram que a funerária havia falido e que não tinham como pagar os atrasados e muito menos retirar os caixões do espaço. Como tinha uma outra família que queria alugar o salão, nós tiramos os caixões de lá e levamos para uma casa da família", acrescentou a filha.
"Seis anos depois ainda não conseguimos nos livrar dos 'benditos' caixões. Pelo menos metade deles já está deteriorado. O mínimo que nós queremos é recuperar o prejuízo do aluguel. Depois disso (...) quem quiser pode levar", finaliza Cleuza.
Quatro anos depois, na tentativa de desocupar o salão e recuperar o prejuízo do aluguel atrasado, a aposentada foi até Foz do Iguaçu para procurar o casal, que até então estava desaparecido.
"Com muito custo, minha mãe conseguiu encontrar a família. Eles disseram que a funerária havia falido e que não tinham como pagar os atrasados e muito menos retirar os caixões do espaço. Como tinha uma outra família que queria alugar o salão, nós tiramos os caixões de lá e levamos para uma casa da família", acrescentou a filha.
"Seis anos depois ainda não conseguimos nos livrar dos 'benditos' caixões. Pelo menos metade deles já está deteriorado. O mínimo que nós queremos é recuperar o prejuízo do aluguel. Depois disso (...) quem quiser pode levar", finaliza Cleuza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
IMPORTANTE:
Todos os comentários postados neste Blog passam por moderação. Por este critério, os comentários podem ser liberados, bloqueados ou excluídos.
O TIANGUÁ AGORA descartará automaticamente os textos recebidos que contenham ataques pessoais, difamação, calúnia, ameaça, discriminação e demais crimes previstos em lei. GUGU