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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

CEARENSE, POLICIAL É ACUSADO DE PLANEJAR ESTUPRO DE GAROTAS, NA PARAÍBA

Um cearense de Lavras da Mangabeira, policial militar (PM) em Sousa, na Paraíba, é acusado de planejar o estupro de uma criança de 6 anos e de uma adolescente de 14 anos. 

Ele teria enviado, no domingo, 27, mensagens ao celular da mãe das garotas, com quem mantinha relacionamento, tentando convencê-la a ajudá-lo no crime. A defesa do PM alega que as mensagens eram apenas uma forma de chocá-la para provocar o fim do relacionamento.

“Ele havia tentado diversas vezes (o término), mas ela não quis”, justifica o advogado do PM, Rijalma Júnior. Nas mensagens no aplicativo Whatsapp, o acusado diz à mulher: “Dope as duas q (sic) meia noite eu vou aí”. Seria uma “chance de me dar a maior prova de amor do mundo”, argumenta. “Faço tudo por vc (sic) (mas) isso não”, responde a mulher.

No domingo, 27, a adolescente viu a conversa, mexendo, por acaso, no celular da mãe, narra a conselheira tutelar de Sousa (PB) Ivaneide Maria, que atendeu ao caso. A adolescente contou a familiares, mas, “temerosos”, eles não quiseram prestar queixa na polícia, afirma Ivaneide. O policial teria ameaçado os familiares, de acordo com a conselheira. A acusação é negada por Rijalma.

Foi somente após uma denúncia anônima, na terça-feira, 29, que o conselho tutelar ficou ciente da situação e convenceu a família a denunciar o caso. A queixa foi feita e o inquérito, aberto na Delegacia Especializada da Mulher (DEM) de Sousa.

A mãe fugiu após a denúncia vir à tona e as garotas estão com familiares, devendo ir morar com o pai, informa Ivaneide. As meninas já foram ouvidas pela polícia civil e também foram atendidas por psicólogas, continua a conselheira. O conselho tutelar do Município também informou o caso ao Ministério Público da Paraíba (MP-PB).

O PM foi afastado, preventivamente, pelo 14º Batalhão da PM-PB, até o término das investigações. Ele prestou depoimento na delegacia e aguarda em liberdade a conclusão do inquérito. “Criminalmente”, Rijalma diz, “ele não vislumbra nada”, já que não houve a consumação do estupro. A preocupação é somente na instância militar, afirma a defesa.

AUTOR: O POVO

OPERAÇÕES DA PF: NO RASTRO DA CORRUPÇÃO NO CEARÁ

Sob suspeita: momento em que os federais chegaram à sede do TJCE, em junho deste ano, durante a Operação Expresso 150/EVILÁZIO BEZERRA

Carlos Rodrigues Feitosa foi o primeiro desembargador cearense a ter o gabinete vasculhado por agentes da Polícia Federal (PF), dentro da sede do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE). É suspeito de vender decisões liminares a R$ 150 mil, em troca da libertação indevida de criminosos, durante plantões judiciais. No birô de trabalho e em sua casa foram apreendidos HDs, pendrives, celulares, documentos, o que fosse possível rastro de corrupção. Outros dois desembargadores aposentados, Paulo Timbó e Váldsen Alves, além de vários advogados, passaram pelo mesmo, inclusive levados sob condução coercitiva para depor. Executada no dia 15 de junho deste ano, a operação ganhou o nome de Expresso 150.

Ricardo Alves Carneiro, empresário dado por bem sucedido e com festas de sua mansão no Porto da Dunas bem frequentadas por gente importante da política, do empresariado e também do Judiciário local, é suspeito de ter abastecido sua riqueza com uma fraude junto à Caixa Econômica Federal calculada em R$ 100 milhões.

Na gíria policial, “a casa caiu” no dia 24 de março, durante a Operação Fidúcia. Ricardo e mais 28 pessoas (dois irmãos dele, vários empresários, gerentes e servidores do banco e “laranjas”) já são réus em processo na Justiça Federal.

A corrupção foi “a prioridade zero-um”, distinção feita pelo delegado Regional de Investigação e Combate ao Crime Organizado, Janderlyer Gomes, nas 13 operações realizadas pela Polícia Federal em 2015 no Ceará. Em comparação com as 11 operações de todo o ano passado, nos nove meses de 2015 as cifras ultrapassam em pelo menos cinco vezes o que foi contido pelos federais em golpes às instituições públicas. Só a fraude investigada na Operação Fidúcia, estimada em R$ 100 milhões, bate tudo o que foi detectado nas operações de 2014 (R$ 21 milhões).

Sem contar outras seis grandes investigações originárias de outros Estados, com operações estendidas para o território cearense. As notórias Lava Jato e Zelotes passaram pelo Ceará, com apreensões e tomada de depoimentos. Neste ano, a PF também confirmou aeronaves usadas pelo tráfico de drogas incluindo o Ceará em rotas de voo. Duas apreensões foram registradas, em Pedra Branca e Canindé. Com métodos de investigação mais precisos, segundo o delegado, o combate à pedofilia na Internet fez cinco prisões em flagrante.

Servidores presos
No cerco à corrupção este ano, de tudo um pouco: desvio de verbas do Fundo Nacional de Educação (FNDE) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), superfaturamento e fraude em licitações, obras contratadas não (ou mal) realizadas, falcatruas com a Previdência Social, trapaça até com emissão de passaportes dentro da sede da própria Polícia Federal. Com o crime de lavagem de dinheiro colado em quase todos os casos.

“A corrupção não é um crime novo, mas sem dúvida é o crime que mais preocupa a sociedade brasileira hoje”, ressalta o delegado. Um dado chama atenção nas investigações federais no Ceará deste ano: 14 servidores públicos foram presos nas operações. No ano passado, foram quatro.
Saiba mais

As duas apreensões de cocaína transportada em pequenas aeronaves este ano somaram cerca de 600 kg. Já são 2,4 toneladas no ano, quatro vezes mais que o apreendido em 2014.

Por dia, 200 fotos de pornografia infantil são rastreadas por agentes federais no Ceará. Um programa localiza o IP (número) dos computadores dos pedófilos.

A PF considera toda investigação uma operação, mesmo que ela não ganhe um nome.

AUTOR: O POVO

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

PINTOR DIZ TER MATADO MULHER QUE MÃE E COMPANHEIRA PROCURARAM COM UMA PÁ, EM SP

Companheira e mãe de Renata entraram na casa do pintor em busca de pistas da filha (Foto: Will Soares/G1)

A Polícia Civil mostrou fotografias para o pintor Jorge Luiz Morais de Oliveira, suspeito de matar sete pessoas. Uma das fotos é a da estudante Renata Christina Pedrosa Moreira, de 33 anos. Segundo a investigação, ele disse no interrogatório que a matou.
Renata está desaparecida desde janeiro; família procura por ela na região (Foto: Arquivo Pessoal)

Na segunda (28), após o fim do trabalho da perícia, a mãe e a companheira de Renata compraram uma pá e uma enxada e entraram na casa do pintor em busca do corpo. Não encontraram, mas, além de objetos, acharam ossos e novos restos mortais que não haviam sido recolhidos pelos peritos.

Maria de Fátima Gomes Machado Pedrosa, mãe da estudante, conta que mora no Rio de Janeiro, mas desde o início do ano está em São Paulo em busca da filha que desapareceu em janeiro deste ano.

Renata era carioca, mas morava em São Paulo com a companheira Louise Teixeira em um apartamento próximo à favela onde vivia o pintor. A mãe disse que ela era usuária de drogas e costumava frequentar a comunidade para comprar entorpecentes. O último sinal do celular da estudante, inclusive, foi de dentro do local.

Maria de Fátima afirmou que, em um dos dias que procurava pela filha na região, chegou a cruzar com Jorge Luiz. “Eu deparei com esse homem, mostrei fotos da minha filha pra ele. Falou que não conhecia.”

Outra foto mostrada para o pintor na delegacia foi a de Andréia Gonçalves Leão, de 20 anos, conhecida por Baianinha, que, assim como ele, era moradora da favela Alba. Segundo a polícia, o pintor também disse que a matou, mas ele não ligou os nomes das duas mulheres com as fotos.

Antes, o pintor já havia confessado a morte do vizinho Carlos Neto de Matos Júnior. Foi o único corpo identificado até agora. A polícia quer saber quem são as outras seis vítimas e está chamando parentes de uma lista de cerca de 30 pessoas desaparecidas na região do Jabaquara.

Segundo a polícia, o pintor também declarou, durante o interrogatório, ter matado uma mulher chamada Paloma. Jorge Carrasco, delegado da 2ª Seccional-Sul, disse que “Nós temos que individualizar esses corpos que foram encontrados, saber de quem são e traçar um perfil, saber o que ocorreu realmente nessa comunidade e que veio acontecer esse fato, essa atrocidade.”

Todos os objetos encontrados na casa do pintor foram levados para a delegacia do Jabaquara. Dezenas de peças de roupas podem ajudar a identificar os donos.

A casa de Jorge está interditada. Em buscas de pistas, paredes foram quebradas e escavações foram feitas no quintal em busca de mais corpos.

Nesta quarta-feira (30), a polícia também vistoriou a casa onde Jorge trabalhou como pintor. Depois que a casa ficou desocupada, testemunhas disseram que viram ele pulando o muro com uma enxada, mas nada suspeito foi encontrado no local pela polícia.

As buscas por novas pistas e vítimas acontecem também em um outro terreno, a poucos metros da casa do pintor. A casa que existia no local estava abandonada e era frequentada por usuários de drogas, entre eles, Jorge Luiz. Por isso existe a possibilidade de haver corpos escondidos no imóvel. Como a casa estava caindo aos pedaços e completamente cheia de entulho, a polícia decidiu primeiro demolir e retirar todo o material antes de fazer uma busca minuciosa.
O trabalho de "limpeza" da área é realizado pela Prefeitura e deve durar até sexta-feira (2). O lixo e entulho retirados do local até a tarde desta quarta foram suficientes para encher por pelo menos 10 vezes a caçamba dos caminhões utilizados na operação. O material está sendo descartado em um aterro sanitário.
Escavadeira derruba muro de casa em SP em busca por novas vítimas de pintor (Foto: Will Soares/ G1)

Também na manhã desta quarta-feira a Polícia Civil recebeu uma denúncia e foi à casa onde o pintor prestava serviços como pedreiro e jardineiro. A residência fica na Rua Professor Carlos Rizzini, a cerca de 1 km de onde os corpos foram encontrados.

A delegada Nilze Scapulatiello, do 35º DP, nao quis adiantar mais detalhes, mas esteve no quintal da residência com bombeiros e policiais militares para fazer uma avaliação preliminar. Pouco mais tarde, a delegada retornou acompanhada da proprietária do imóvel e do corretor de uma imobiliária.

De acordo com Scapulatiello, não há indícios de que algum crime tenha acontecido nesta casa onde o pintor prestava serviços. Por conta disto, a princípio, a Polícia Civil não irá solicitar perícia para o local.

Um investigador que acompanhou a visita recolheu objetos que estavam no interior da residência. Luvas, camiseta, toalha e um chinelo feminino foram levados para análise. Os itens não continham manchas de sangue, mas a delegada decidiu levá-los para verificar se familiares das vítimas os reconhecem.
Delegada dentro da casa em que pintor prestava serviços e policial militar (Foto: Will Soares/ G1)

A delegada afirmou que não consegue definir um criminoso como Jorge Luiz. "Difícil definir alguém que durante o dia é prestativo, ajuda a comunidade e à noite mata".

Vizinhos do local disseram que ele chegava para trabalhar sempre com enxada e pá, mas o mato nunca diminuía.

"Não dava nada para ele. Era uma pessoa humilde, parecia até gente boa. Sempre passava com enxada e pá. Ele entrava para capinar, mas nunca via o mato sair. Estava sempre alto", disse vizinho que não quis se identificar.

Desaparecidos
O delegado da 2ª Seccional - Sul, Jorge Carrasco, disse que vai investigar se Jorge tem alguma relação com o desaparecimento de 30 pessoas na região do 35º Distrito Policial, que compreende à região de Jabaquara, na Zona Sul de São Paulo, perto da casa onde o suspeito morava.

"Temos uma relação de pessoas desaparecidas na área da circunscrição do 35º DP e em alguns desses casos temos evidências de que possivelmente tenham sido mortas por esse indivíduo. Ele disse em depoimento que matava desde janeiro deste ano", disse Carrasco.

Sobre a possibilidade de Oliveira ter recebido ajuda para matar e ocultar os corpos das vítimas, o delegado informou que o pintor "disse que agiu sozinho, mas a polícia vai investigar se tudo o que ele disse no interrogatório é verdade."

O seccional explicou que deve fazer exames de DNA para identificar os corpos e ossadas encontradas na casa do pintor. "O trabalho de identificação dos corpos segue. Dependemos de laudos técnicos e periciais. Temos ossos, crânios e tudo será identificado", disse Carrasco.

O caso
Oliveira foi preso depois de a polícia encontrar o corpo de Carlos Neto Alves Júnior, de 21 anos, na casa dele, na sexta-feira (25). Durante a perícia, foram achados mais três cadáveres e uma ossada. Nesta terça-feira, foram feitas novas buscas no imóvel e mais corpos foram encontrados, totalizando sete vítimas. A polícia também encontrou fotos de seis pessoas na casa e vai investigar se elas estão desaparecidas.

Durante depoimento no 16º Distrito Policial, na Vila Clementino, Oliveira confessou ter assassinado cinco mulheres e um homem, que é o vizinho Carlos Júnior, segundo a polícia. O pintor disse em depoimento que as mortes aconteceram dentro do imóvel e as vítimas eram mulheres que compartilhavam drogas com ele.

Ele nega ter mantido relação sexual com as vítimas. O pintor também afirmou que a motivação para os crimes é que ele "fazia oposição à facção que está nos presídios e temia que as vítimas revelassem isso na região e, por isso, as estrangulou."

O homem diz que matou Carlos Júnior em legítima defesa. O suspeito disse que Júnior entrou em sua casa com uma faca na mão na companhia de outro rapaz. Segundo ele, após uma discussão, a vítima o esfaqueou no braço, ele conseguiu tomar a faca de Júnior e começou a golpeá-lo. O rapaz que estava com o jovem teria fugido durante a briga.

A polícia diz que as buscas na casa não têm prazo para terminar. Também existe a possibilidade de haver mais de sete vítimas entre as ossadas já localizadas.
Pintor Jorge Luiz Morais de Oliveira (Foto: Marcelo Gonçalves/SigmaPress/Estadão Conteúdo)


Vítimas
Oliveira reconheceu por foto Paloma Aparecida dos Santos, de 21 anos, segundo a polícia. Os familiares dela identificaram um celular da jovem encontrado na casa do pintor de paredes. Oliveira também disse que estão entre as vítimas uma mulher chamada Natasha e uma conhecida como “Baianinha”. A polícia informou, no entanto, que só poderá confirmar a identidade dos corpos quando os exames de DNA estiverem prontos.

“Não dá para a gente ficar mostrando fotos de vítimas e desaparecidos e perguntar se ele matou, ou não. A gente vai ter que provar isso na investigação”, disse o delegado Jorge Carrasco. Segundo ele, na região do 35º Distrito Policial, o mais próximo da Favela Alba, onde o pintor morava, há 30 pessoas desaparecidas. A polícia irá fazer a investigação das vítimas com base nas informações sobre esses desaparecidos.

Mais cedo, o advogado de Oliveira, André Nino, havia dito que o pintor alegou que agia sob efeito de drogas e que está "arrependido dos crimes". Segundo o advogado, Oliveira afirmou não se lembrar dos nomes ou de outras informações das mulheres mortas.

O advogado disse que "se trata de uma pessoa que está consumida pela droga". Ele informou que ainda não definiu a linha de defesa. Segundo o advogado, o pintor negou em depoimento que a motivação dos assassinatos em série seja homofobia – Carlos Júnior e outras possíveis vítimas eram homossexuais.

Além dos casos revelados nesta semana, o pintor tem longa ficha criminal. Ele ficou preso 17 anos e 9 meses por dois homicídios em 1994 e 1995, se envolveu em rebelião de presos, e também respondeu criminalmente por sequestro, cárcere privado e formação de quadrilha. Ele deixou a cadeia em 7 de novembro de 2013.
Corpo é retirado da casa do pintor Jorge de Oliveira na região do Jabaquara, Zona Sul de São Paulo (Foto: Amauri Nehz/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo)

Restos mortais
Segundo a delegada Nilze Scapulatiello, do 35º Distrito Policial, roupas, calçados e ossos foram recolhidos da casa e levam à polícia a acreditar que pessoas tenham sido mortas e enterradas na casa do pintor.
Pintor suspeito de matar e ocultar cadáveres em casa no Jabaquara (Foto: Reprodução/TV Globo)

"Tem homem, tem mulher, tem roupa de criança. Eu peguei todas as pessoas desaparecidas que eu tenho registro na área, pra informar, chamar parentes, reconhecer roupa, algum detalhes que não é para nós, tem vários sapatos, sandálias, mas a família pode reconhecer", disse.

Um morador da favela, que pediu para não ser identificado, afirmou que o suspeito costumava beber em um bar da região e que ele não fazia questão de esconder o desprezo que tinha por homossexuais e usuários de droga. "Ele ficava direto no bar com a gente. Ele sempre falava que tinha raiva de gay e de nóia, mas nunca imaginei que seria capaz de uma coisa dessas".
Pintor chega para depor em Distrito Policial em São Paulo (Foto: Will Soares/ G1)
Beco onde fica a casa do pintor suspeito pelas mortes (Foto: Will Soares/G1)

AUTOR: G1/SP

ESTADO ISLÂMICO PLANEJA ATAQUE NUCLEAR PARA MATAR MILHÕES

Jornalista alemão passou 10 dias com o Estado Islâmico (Foto: Reprodução/ Facebook)

O grupo terrorista Estado Islâmico planeja um holocausto nuclear para matar milhões de pessoas, contou um jornalista que passou 10 dias com o grupo na Síria. Segundo o alemão Jurgen Todenhofer, de 75 anos, o EI quer fazer a "maior limpeza religiosa da história", publicou o "Mirror" nesta quarta-feira. Os terroristas pretendem que o ataque seja um "tsunami nuclear".

"Os terroristas planejam matar centenas de milhões de pessoas. O Ocidente está subestimando drasticamente o poder do Estado Islâmico", conta ele em seu livro, lançado recentemente, "Dentro do EI — Dez dias no Estado Islâmico".

O alemão já foi político e trabalhou com a chanceler Angela Merkel, mas abandonou a carreira para se dedicar ao jornalismo. Ele contou que negociou a visita aos terroristas via Skype e que viajou com medo. Em sua passagem por Mosul, ele conheceu o assassino Mohammed Emwazi, conhecido como "Jihadi John".

Alguns críticos afirmam que o jornalista só teve acesso a informações do EI porque falou contra a política estrangeira no Iraque e Afeganistão.

"As decapitações são estratégias para provocar medo nos inimigos e têm funcionado bem. Observe a captura de Mosul (Iraque) feita com menos de 400 homens", afirmou. "Eles são o inimigo mais brutal e perigoso que já vi na vida. Não vejo ninguém que tenha uma chance real de pará-los", falou Jurgen. "Apenas os árabes podem parar o Estado Islâmico. Voltei muito pessimista", completou.

AUTOR: O Dia

HOMEM ACUSADO DE QUEIMAR EX COM ÓLEO E ÁCIDO SERÁ JULGADO NESTA QUINTA-FEIRA

Maria teve 40% do corpo queimado e ainda está internada em Joinville (Foto: Reprodução/RBS TV)

Está marcado para as 13h30 desta quinta-feira (1º) o júri popular de Lauri Amado de Souza Nery, acusado de queimar a ex-companheira com ácido e óleo fervente no dia 28 de janeiro deste ano. Segundo a 1ª Vara Criminal de Joinville, no Norte de Santa Catarina, a vítima, que está há nove meses hospitalizada, não vai comparecer.

Sete jurados, sorteados no momento do julgamento, vão decidir se Nery é culpado ou inocente. Caso seja considerado culpado, caberá à juíza Karen Schubert, da 1ª Vara Criminal, determinar a pena e o regime.

Nery está preso desde fevereiro no Presídio de Joinville, e deverá ser escoltado até o fórum pouco antes do horário marcado para início do julgamento.

Segundo a 1ª Vara Criminal, apenas uma testemunha de acusação foi arrolada - a filha da vítima. Não deve haver testemunhas da defesa. Por conta disso, a previsão é de que o resultado do julgamento saia ainda nesta quinta.

Até esta quarta-feira (30), a vítima, Maria de Fátima Cecílio, seguia internada no Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Municipal São José sem previsão de alta. Já são nove meses de hospital. Na semana passa, ela passou por mais um procedimento cirurgico.

Término de relacionamento

O crime aconteceu um mês depois de Maria terminar o relacionamento com Lauri Amado de Souza Nery, no dia 28 de janeiro. Maria e a filha Camila estavam dormindo quando a casa teria sido invadida pelo homem.

"Ela berrava muito alto e eu saí correndo para ver o que era. Quando eu cheguei, ela estava com a mão no rosto, pedindo socorro", contou a filha na época.

Ex-companheiro foi preso
Nery foi preso preventivamente cinco dias depois por tentativa de homicídio, ameaça e lesão corporal. À polícia, ele alegou que ferveu o óleo para fritar uma massa e que o líquido acabou caindo na ex-companheira acidentalmente.

“Ele disse que jogaria esse material em cima dos cães da casa porque estava com raiva da companheira”, disse a delegada responsável pelo caso, Tânia Harada.

A perícia comprovou que, além de óleo, um ácido foi jogado sobre Maria de Fátima. “Ele entrou na casa já munido desse ácido, e realmente aqueceu a panela lá. Estava determinado a cometer um homicídio”, diz a delegada.

AUTOR: G1

MARMITAS ENVIADAS À CADEIA DE CAMPOS SALES (CE), TINHAM MACARRÃO, CARNE E COCAÍNA

Felipe Aparecido entregou as marmitas em Araripe para serem deixadas na cadeia de Campos Sales. (Foto: Agência Miséria)

Duas marmitas entregues ao cobrador de uma Topic para serem deixadas na cadeia pública de Campos Sales tinham mais que alimentos: drogas e aparelho celular. A descoberta se deu por volta das 17h30min desta terça-feira e a macarronada não chegou ao destino final. Desconfiado, o agente penitenciário Gustavo descobriu o fundo falso ao vistoriar as duas marmitas e encontrou 12 gramas de cocaína distribuídas em duas trouxinhas e dois aparelhos celulares com carregadores.

Elas procediam de Araripe e foram entregues no cárcere pelo cobrador da Topic Citroen/Jumper de cor branca e placas PNI-6498, inscrição de Barbalha, que transporta passageiros entre as duas cidades. Foram feitas diligências quando os Sargentos Lourivando e Rubens, os Cabos Erisvalto e Wilson e os Soldados F. Alves, Antonio, Melo,J. Paulo, Alencar e Rafael chegaram até o motorista “Zé Edilson” o qual disse não ter visto quando o cobrador recebeu a encomenda em Araripe.
Felipe foi preso em Araripe pelo Cabo Aurílio e os Soldados Fabrício e Santos. (Foto: Agência Miséria)

O trabalho prosseguiu e a polícia deteve o cobrador Mardonio Batista de Oliveira, de 30 anos, residente na Rua Professor Edimilson dos Santos, 25 no centro de Campos Sales. Este disse os PMs que tinha apanhado a encomenda perto dos Correios de Araripe com uma pessoa que não conhecia e se encontrava ao lado de uma menina menor de idade. De acordo com Mardônio, ele pediu que deixasse as marmitas na Cadeia de Campos Sales para serem entregues ao detento João Batista da Silva Neto, que cumpre pena por roubo.

Inclusive os familiares do preso residem em Araripe em cuja cidade o Cabo Aurílio e os Soldados Fabrício, Santos e Cleber detiveram o homem que entregou as marmitas ao cobrador identificando-o como o beneficiário do INSS, Felipe Aparecido Tadeu Godoy Honorato, de 25 anos, residente na Rua José Calazans naquele município, que já responde por tráfico de drogas. O detento, o entregador da droga e o cobrador foram trazidos para a Delegacia Regional de Polícia Civil de Juazeiro com o material apreendido.

AUTOR: AGÊNCIA MISÉRIA

POLÍCIA PRENDE MAIS UM ACUSADO DE INVADIR CADEIA DE MISSÃO VELHA (CE)

Jucier tinha arma e munições em sua casa (Foto: Agência Miséria)

Cumprindo mandado de busca e prisão preventiva a polícia de Missão Velha prendeu mais um acusado da invasão à cadeia pública daquele município quando lesionaram um soldado e resgataram um detento na noite de sábado. Trata-se de Jucier da Silva Costa, de 27 anos, residente na Rua Francisco Januário da Silva Pereira no bairro Maternidade. Na casa dele, os policiais encontraram uma espingarda calibre 32 e mais 30 cartuchos intactos, uma faca, três caixas de espoletas e mais 2,7 Kg de chumbo.

O mesmo nega, mas a polícia diz estar convencida do seu envolvimento a ponto de pedir um mandado de prisão à justiça que foi cumprido numa operação conjunta das policias civil e militar. Existem suspeitas que Jucier seria o autor do disparo que lesionou o Soldado Fábio no rosto o qual segue internado no Hospital Regional do Cariri após ser submetido a uma cirurgia. Entretanto, tudo está sendo devidamente investigado a exemplo do paradeiro do detento resgatado Clemir Rodrigues da Silva, de 18 anos.

O Delegado de Polícia Civil, Marcos José Oliveira, o Subtenente Valdir, Comandante do Destacamento de Missão Velha, o Cabo Cavalcante e os Soldados Damasceno, Roberto, Miller e Vieira recolheram ainda uma moto Honda Fan de cor preta e placa EHC 9612 que se encontrava com Jucier e teria sido ousada naquela noite. A polícia já tinha prendido Francisco Adriélio Pereira Paz, de 24, o “Didi”, e Cícero Antonio Rodrigues da Silva, de 37 anos. Este último é irmão de Clemir que estava preso por conta de dois crimes de homicídios e outro de lesão corporal.

AUTOR: AGÊNCIA MISÉRIA

MULHER É PRESA AO TENTAR MATAR ATUAL NAMORADA DO EX, EM AQUIRAZ (CE)

Uma mulher de 26 anos foi presa em flagrante suspeita de homicídio contra uma jovem de 20 anos. A vítima seria a atual companheira do ex-marido da vítima. A ocorrência foi registrada durante a madrugada desta quarta-feira, 30, no Porto das Dunas, em Aquiraz (Região Metropolitana de Fortaleza).

Segundo o relatório policial, registrado via Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops), a viatura RD 1169 foi até o Hospital de Aquiraz, em busca de averiguar um caso de tentativa de homicídio.

A vítima teria informado aos policiais que que foi levada até as proximidades de uma barraca de praia, pela ex-companheira do atual marido.

De acordo com o capitão Giorgio Gonçalves, da 5ª Cia. do 2º Batalhão da Polícia Comunitária (BPCom), a jovem foi convidada pela mulher para ir até o Porto das Dunas, mas uma terceira pessoa estava no carro, sem que a vítima soubesse.

A mulher teria relatado aos policiais que foi vítima de uma emboscada e um homem se manteve escondido dentro do carro, até o momento que a surpreendeu. A jovem apresentava lesões a faca no pescoço e nas costas, mas foi socorrida e resistiu aos ferimentos.

Os PMs teriam obtido o endereço dos suspeitos e prendeu a primeira suspeita no bairro Lagoa Redonda, que teria confessado o crime e relatado o endereço do segundo envolvido.

O suspeito que estaria no automóvel foi detido no Parque Dois Irmãos, ambos foram presos em flagrante e autuados por tentativa de homicídio na Delegacia Metropolitana de Maracanaú, conforme o capitão PM Giorgio.

AUTOR: O POVO

EM NOVA PORTARIA, JUIZ DELIMITA ENTRADA DE INTERNAS EM PRESÍDIO FEMININO, NO CEARÁ

Detentas do Auri Moura Costa/DEIVYSON TEIXEIRA, EM 15/06/2010
O Instituto Penal Feminino (IPF) Desembargadora Auri Moura Costa só poderá receber uma presa provisória com a saída de duas internas do sistema prisional, conforme estabelecido pelo juiz corregedor dos Presídios de Fortaleza, Luiz Bessa Neto, na portaria nº 08/2015. De acordo com o magistrado, a decisão é uma forma de flexionar a portaria nº 7/2015, que diz respeito à interdição parcial da unidade exclusiva para mulheres, publicada no último dia 18.

A medida anterior proibia a entrada de presas provisórias no Auri Moura Costa, mas, conforme Bessa, isso geraria um "barramento" e uma internação "temerária" nas sedes das delegacias. Segundo o magistrado, a nova Portaria, publicada nesta terça-feira, 29, foi criada para resolver esse problema ocasionado pela interdição do presídio.

"O presídio continua interditado, mas flexionei com essa nova decisão. Essa outra forma viabilizou a não acumular internas. Vai ocorrer uma rotatividade sem que com isso haja um desgaste no excesso prisional. Delegacia é uma área inapropriada para o aprisionamento. As mulheres devem ser sempre bem tratadas, seja a mulher liberta ou a aprisionada", disse Bessa ao O POVO Online.

A nova medida se adequa ao mesmo molde do sistema adotado nos presídios masculinos da Região Metropolitana de Fortaleza, através da portaria 1/2015, na qual sugere que um preso seja encaminhado para as casas de privação provisória somente quando dois internos saírem delas.

AUTOR: O POVO

PM QUE DUBLAVA HARRY POTTER É MORTO EM SERVIÇO NO COMPLEXO DO ALEMÃO, NO RJ

O jovem foi ferido com três tiros, um deles no pescoço/REPRODUÇÃO/ FACEBOOK

O policial militar Caio César, 27, e dubladordo personagemHarry Potter no Brasil, morreu na tarde desta quarta-feira, 30, após serbaleado em serviço, no Complexo do Alemão, na cidade do Rio de Janeiro.

O jovem foi ferido com três tiros, um deles no pescoço, segundo informações divulgadas pelo UOL.

Caio trabalhava na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Fazendinha, uma das quatro do Complexo, e fazia patrulhamento de rotina no Campo do Sargento quando levou os tiros. Ele estava com mais quatro militares, mas somente ele foi atingido.

O policial foi socorrido no Hospital Estadual Getúlio Vargas e ficou internado na UTI, mas não resistiu, ainda conforme informações divulgadas pelo site UOL.

A página “Dublapédia Brasil” no Facebook publicou homenagem a Caio César, com vídeo em que o jovem fala um pouco do trabalho como dublador do personagem.
Caio foi o dublador do bruxo vivido pelo ator Daniel Radcliffe em todos os filmes da saga, e trabalhou ainda em desenhos como “X-Men Evolution”, “Du, Dudu e Edu” e “Avatar: A Lenda de Aang”. Além disso, o rapaz dublou o ator Christopher Uckermann na novela mexicana “Rebelde”.

AUTOR: O POVO

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