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terça-feira, 18 de julho de 2017

CASTELO BRANCO: AS HORAS FINAIS DE UM PRESIDENTE - PARTE I

O alpendre de onde se enxerga o açude da fazenda Não me Deixes continua igual desde que o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco chegou ali na manhã do dia 17 de julho de 1967. 

A estrutura é a mesma vista pelo primeiro presidente do regime militar (1964 - 1985) quando desembarcou na estação de trem, a bordo de um trolley-motor e cruzou de carro a estrada de terra batida que dá acesso ao refúgio da escritora cearense Rachel de Queiroz, sua amiga e parente. Foi a última visita que o marechal fez. Na manhã do dia seguinte, 50 anos atrás, haveria de ser uma das vítimas de acidente aéreo cujas circunstâncias ainda ensejam perguntas e silêncios.

"As pessoas aqui (em Quixadá) sentiram um pouco mais por ser o último lugar que ele passou"

João Eudes Costa, memorialista

A fazenda fica a 30 km da sede de Quixadá, no Sertão Central cearense.

Castelo Branco chegou sem seguranças ou cerimônias. Foi recebido pelo marido da escritora, o médico Oyama de Macedo, e também por Rachel de Queiroz, com quem desfiou conversa sobre o País e debelou a suspeita de que poderia se candidatar a senador. Sob o vento fresco que corre do açude, o marechal falou ainda sobre a última viagem que fizera à Europa, já depois de deixar a presidência.

Desse dia, pouco se sabe na fazenda. Nenhuma das pessoas que hoje moram nos limites da propriedade testemunharam a visita de Castelo. A única que ainda guarda memória sobre esse dia é Rosita Ferreira de Sousa, 87 anos, amiga de Rachel. Ela estava na fazenda quando o marechal encostou na Não me Deixes e chegou a acompanhar a escritora Alba Frota na estação de Quixadá para a viagem com o ex-presidente. Alba foi uma das quatro vítimas do acidente aéreo.

“Eles almoçaram na fazenda. Tinha um banquete. Nesse dia, a Rachel fez peru assado, fez carneiro. Castelo gostava dessas coisas porque era do sertão”, refaz. Ainda morando em Quixadá, Rosita diz que o encontro entre os dois havia sido acertado durante encontro no Rio de Janeiro.

O encontro durou cerca de seis horas até o marechal se despedir, no fim de tarde. “Ele disse que não dormiria na fazenda, como tinha prometido. Iria para a Serra do Estevão, porque tinha um hotel muito bom que queria conhecer”. Era a Casa de Repouso São José, administrada à época por freiras beneditinas alemãs, onde Castelo Branco chegou sem avisar. Antes, o ex-presidente ainda desviou o caminho até o açude do Cedro e passou quase anônimo pela cidade de Quixadá.

Rastros

“O comentário (sobre a visita) foi depois. Ele chegou de surpresa na Cidade, não tinha nada oficial”, recorda o memorialista João Eudes Costa, que tem livros publicados sobre a história do Município. Ele lembra que chegou a ver Castelo Branco na estação de trem de Quixadá, mas sem muito alarde. “A repercussão maior foi quando souberam do acidente. As pessoas aqui sentiram um pouco mais por ser o último lugar que ele passou”, atesta.

Foram alguns meses de movimentação anormal de visitantes na Serra do Estevão, em busca de conhecer o lugar onde Castelo dormiu a última noite. Cinco anos depois, o cômodo de número 18 recebeu placa alusiva ao marechal e manteve os objetos da época expostos à visitação.

Em 1986, o material — cama, chinelo, sabonete e livro de hóspedes com assinatura de Castelo — foi transferido para o Museu Histórico Jacinto de Sousa, no Centro de Quixadá. O resgate dos últimos instantes do marechal pela Cidade é difícil. Os moradores mais antigos sabem pouco, pouco viram, lembram por ouvir dizer. O quarto e os objetos usados por ele naquele 18 de julho final talvez sejam ainda o pouco que sobrou da derradeira passagem de Castelo Branco por ali.

AUTOR: O POVO

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